16 de Abril de 2025 às 22:26
ISIS BELLE
https://gparena.net/social-feed-user.php?id=18950
BEIJO

SIM - GOSTEI

ORAL

SIM - SEM CAMISINHA

ORAL COMPLETO

NãO SEI

ANAL

NãO SEI

TAXA ANAL

R$0.00

REPETECO

SIM

"Isis, a primeira vez depois do abismo"
Depois de anos sem tocar a pele de uma mulher, decidi me encontrar com Isis.
Não foi uma decisão fácil. O nervosismo me acompanhava como uma segunda pele, talvez mais espessa do que qualquer roupa que já vesti. Salvei o número dela no ano passado, mas só agora, em abril, tomei coragem para escrever. A vida, com sua ironia e violência, me fez pessoa com deficiência. E isso muda tudo, sobretudo quando o toque vira lembrança e a intimidade se torna um território distante.
Um detalhe me tranquilizou: ela atendia pessoas com deficiência. Tomei fôlego e mandei mensagem.
•Boa tarde, você atende pessoas com deficiência física?
A resposta veio rápida, como um abraço:
•Atendo sim, amor. Você seria cadeirante?
Respondi que não. Tenho mobilidade reduzida e, para facilitar a locomoção, uso uma scooter elétrica. Ela me respondeu com um carinho raro: disse que, se fosse o caso, retiraria um móvel do quarto para facilitar meu acesso com a cadeira. Agradeci, fui de muleta. Quis evitar o incômodo, mesmo sabendo que, com ela, nenhum gesto parecia pesar.
Marcamos para o dia 16 de abril. Combinamos duas horas. Ela sugeriu para que eu pudesse aproveitar mais. Falou que me ajudaria no banho, me tranquilizou com cada palavra. Era como se eu estivesse sendo esperado.
No dia, ela confirmou tudo. Me mandou o endereço. Cheguei tremendo. O coração aos pulos. Ela me deu o número do apartamento. Subi. Porta a porta, até a dela. Bati.
E então, vi Isis.
A mulher mais linda que já vi na vida. Um vestido que contornava os seios como se fosse feito para isso. Conversamos um pouco, ela percebeu meu nervosismo e me acolheu como só quem sabe cuidar sabe fazer. Tirou meus tênis. Deitei.
Ela veio ao meu lado. Em poucos minutos, estava nua. Um corpo desenhado em alguma dimensão acima da beleza. Se exibiu pra mim — e aquela imagem vai morar em mim por muito tempo. Se aproximou, encostou os seios no meu rosto. Beijei. Ah, os beijos dela. Um capítulo à parte.
Desceu, tirou minha calça, minha cueca, e com a naturalidade dos deuses, disse que precisava me chupar. E fez. E como fez. Depois, coloquei a camisinha. Ela veio por cima. A pele dela era de outro mundo. Aquela cavalgada... impossível de resistir. Gozei. E sorri como quem reencontra a vida.
Conversamos. Ela deitada ao meu lado era cena de cinema. E teve mais. Veio de costas dessa vez. Uma visão celestial. Não cheguei ao orgasmo de novo, mas estava feliz com meu rendimento, e com a paz que sentia.
Ela me ajudou a vestir a roupa, pedi seu Pix, recebi um beijo longo e doce. Meu acompanhante bateu à porta.
E eu saí dali renovado. Com a alma mais leve e o corpo desperto.