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BEIJO
SIM - GOSTEI
ORAL
SIM - SEM CAMISINHA
ORAL COMPLETO
SIM
ANAL
NãO SEI
TAXA ANAL
R$0.00
REPETECO
SIM
Autorizada a subida, quem me recepciona é Marcela, Maya estava na rua. Brincamos sobre aquilo, trocamos uma ideia e vou pro banho. Enquanto tomo meu banho, eu e Marcela que temos uma afinidade, batemos um papo. Marcela não precisava fazer sala até a Maya chegar, ela mesmo diz que eu "sou de casa", mas como ela é boa de papo, a conversa se estendeu. Surpreendentemente, Maya chega no apartamento justamente no momento em que a Leal tinha ido se arrumar para começar um atendimento, então eu estava num quarto e ela em outro. Era horário do almoço, e eu e Maya mantamos nossa fome. Ela foi tomar banho e depois escovamos os dentes.
Enquanto matávamos nossa fome, brincamos sobre as músicas que Marcela tinha colocado, que ela estava inspirada no dia. E antes de começarmos a sacanagem, ela escolheu uma playlist no Spotify com músicas similares das que estavam vindo do quarto ao lado.
Maya vem pra cima de mim e me tasca um beijo demorado, sentindo meu corpo. Nos deitamos de lado, de frente um pro outro, ambas as mãos nos pescoços. Apertei sua coxa, bunda e cintura. Mordi e lambi seu colo, o peitinho dela sempre fica duro, mas naquele momento começava a ficar arrepiado. Maya puxa minha cabeça e me rouba mais um beijo de língua e mente no meu ouvido. Toma a rédea da situação e vem por cima, mais beijos e chupadas no seu peito. Raspo ela, deixando deitada, com as pernas abertas. Ao passar a mão na sua buceta, reparo que ela está ficando molhada, então começo a chupa-la. Gosto de chupar buceta e me esforço para que ela chegue no ápice do prazer. Até Maya falar no meu ouvido:
- Tá esperando o que pra meter?
O convite! E começamos com papai e mamãe, devagar, até a bucetinha dela acomodar quase que em sua totalidade meu pau. Quando senti que só meus bagos estavam de fora, comecei a empurrar com mais firmeza. O ritmo foi alternando de acordo com nossas vontades e com os sinais que ela ia me dando. A todo momento a provocação e o xingamento estava presente naquela cama. Mudamos a posição e ela vem sentando, mas avisa:
- Você não vai gozar!
Não vou… Não demorou muito e a vontade já era de explodir. Voltamos pro papai e mamãe, e depois com as penas dela no meu ombro, nos encarando de muito perto. Já não socava rápido, era fundo. Maya abria a boca em silêncio, eu apoiava um braço no colchão e com o outro passava a mão em seu corpo, até que não aguentei, dando a minha primeira gozada na camisinha. Nos limpamos e deitamos ofegantes, um do lado do outro.
Depois ela se deita no meu ombro/peito, faço um carinho na sua cabeça e papo vai, papo vem eis que ficamos em silêncio e reparo que ela dormiu um pouco (até ronco rolou). Ela acorda e eu brinco que ronco é sacanagem e ela diz que sonhou e tudo. Reclamava do frio, estávamos deitado de frente um pro outro até ela me pedir conchinha. Ficamos assim durante um tempinho, mas ela na conchinha começou a rebolar me puxa até sua boca e fala:
- Quero mais! Vamos?
Soldado no quartel quer serviço! Lubrifico ela, e começo a comer ela de ladinho, que covardia! Enquanto meto, olho pra sua bunda, vejo meu pau entrando e saindo da Maya, depois olho pra cima e vejo ela de olho fechado fazendo um biquinho…
Já diria o Capitão Nascimento:
O ladinho logo vira de quatro, puxando seu cabelo e apertando sua cintura. Depois Maya atola seu rosto no colchão e fala:
- Acaba comigo, Papi (toda vez que eu falar Papi é que ela me chama pelo meu nome real)!
Foi o suficiente pra ela acabar comigo.
Extasiados, voltamos a nos deitar. Não demora, Maya já vem pra um boquete parafuso, fazendo movimentos com a cabeça como se estivesse rodando, as vezes suaves e as vezes forte. Bate uma punheta gostosa, segurando a base do meu pau com uma mão e com a outra mexendo com a cabeça. Segura firme, baba, volta a chupar, cospe, faz um fio de baba que vai da cabeça do morango até sua boca. Eu já tava rindo sozinho, abobalhado. Queria comer mais, mas achava que não dava, que ia gozar ali, mas ela disse que daquele jeito eu não iria gozar, pra relaxar.
Alternamos as posições e agora quem chupava e brincava era eu. Pensei “vou a forra também”. Chupei e brinquei muito com sua bucetinha. Até que em poucos minutos ela estava sentando em mim, me xingando, depois fazendo carinho no meu peito, ombro, pescoço… E voltava a sentar mais forte e beijar com voracidade, molhado, até sussurrar em meu ouvido:
- Você sabe como eu gosto. Faz o que quiser comigo!
Desnecessário! Até fiz, mas o psicológico me ganhou. Perdi pra minha mente.
Deitamos desidratados. Fui tomar banho, voltei e já estava dando nossa hora. Os dois tinham compromisso, mas a gente se olhava e ria sem falar nada, mas dava pra perceber que o pensamento era o mesmo: “sabe que se a gente não tem que ir embora você estaria fudido(a), né”.
Nos beijamos muito até ir embora de fato. Nesse dia, vez ou outra esbarrávamos com Marcela no apartamento que brincava que a gente tava demais.
Na hora de tomar o rumo de casa, Marcela estava na porta e Maya foi pro banheiro. Então saí em direção ao corredor, quando estou no meio dele, escuto um grito da Gueixa, e Marcela me chama dizendo que Maya queria falar comigo. Elas trocam de lugar: Marcela vai pro banheiro e Maya pra porta. Era só pra dar o último beijo!
- Me dá só mais um último beijão.
Pede Maya.
Nos beijamos e ela me dá uma patolada, me fazendo quase jogar tudo pro alto e voltar pra dentro do apartamento. Brincamos que meu pau estava duro de novo e Marcela grita do chuveiro nos sacaneando.
Foi o último beijão daquele dia. Pois já tivemos outros encontros
