12 de Março de 2025 às 18:32
LANA LIRA
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BEIJO

SIM - GOSTEI

ORAL

SIM - SEM CAMISINHA

ORAL COMPLETO

NãO SEI

ANAL

NãO SEI

TAXA ANAL

R$0.00

REPETECO

SIM

Vi essa ruiva nas resenhas do Arena. Tinha um fogo nela. Um fogo que me subiu pelas entranhas e me fez querer. Mas segurei. Sempre seguro. Sempre empurro o melhor pra depois, como se a vida me devesse alguma coisa.

A gente já tinha trocado umas palavras antes. Dessa vez, mandei mensagem e ela me reconheceu na hora. “Você é gato.” Maldição. Esse tipo de coisa pode estragar um homem. Pedi pra não me acostumar mal. Marquei pras 14h30, a melhor hora. Antes que o álcool entrasse no sangue, antes que o dia ficasse pesado.

Subi direto. Nada de cerveja no ZZ, nada de conversa fiada. Ainda pensei em sair dela e já cair em outra, aproveitar o prédio, aproveitar o dia. Mas não precisou.

Ela abriu a porta e sorriu. Um sorriso que parecia dizer que já sabia de tudo, que já tinha me lido de ponta a ponta. A gente se beijou, tomei um banho rápido, e então...

Ela desceu e começou o trabalho com a boca. Direta ao ponto, sem firulas. Sem aquela coisa interminável que só serve pra encher o saco e deixar um cara dormente. Ela sabia o que fazia. Ritmo certo. Pressão certa. Profundidade certa. O tipo de coisa que não se aprende, vem com experiência.

Eu sentia o calor da boca dela, o jeito que a língua deslizava sem pressa, mas sem enrolação. No tempo certo. Como deve ser. Ela me olhava de vez em quando, sabia que tava fazendo bem feito. E tava mesmo.

Minha vez de retribuir. Abaixei, abri as pernas dela e, meu Deus... que boceta. Daquelas que um homem respeita. Macia, quente, suculenta. Se você erra aquele clitóris, melhor devolver sua carteira de habilitação e arranjar uma bengala, porque não tem desculpa.

Fui trabalhando ali, sentindo o gosto dela, a suavidade, o jeito que o corpo reagia. E ela tremia. Gozou algumas vezes ou fingiu melhor que Mia Khalifa encarando a câmera — nunca vou saber. Mas o mel desceu e eu aproveitei cada gota.

Depois partimos pro cardio. Pedi pra vir de quatro e ela obedeceu com gosto, empinando pra mim como se soubesse exatamente o efeito que aquilo tinha. Comecei devagar, tentando segurar a cadência. Queria aproveitar. Sentir cada centímetro, cada rebolado involuntário dela.

Depois de alguns minutos, pedi pra ela virar de frente. Foi aí que percebi: gostava mais assim. Se encaixava melhor. Me prendi ali, afundando, mudando o ritmo. Ajoelhado primeiro, depois apoiando os braços como se estivesse fazendo flexão, depois quase deitado. Cada nova posição, um novo jeito de sentir. E ela tremia, gemia, falava o que eu queria ouvir. O tipo de mulher que infla o ego de um desgraçado. Disse que estava gozando. Não acreditei. Preciso conhecê-la melhor pra não chamá-la de mentirosa. As mulheres me acostumaram mal nesse ponto. Confio pouco.

Mas beijei aquele pescoço. Aquele cheiro. Aquele gosto. Ela percebeu meu fôlego falhando e sorriu, disse que viria por cima. Deixei. Pensei: vou gozar com essa mulher me beijando. E foi exatamente assim. Segurei aquela bunda perfeita e quando percebi já era. Um minuto de quicada e eu tinha perdido.

O tempo escorreu rápido. Conversamos uns minutos. Depois, rua.

Agora é esquecê-la ou enlouquecer. E eu sei qual das duas opções seria melhor. Mas um dia, um dia eu volto.