BEIJO
SIM - GOSTEI
ORAL
SIM - SEM CAMISINHA
ORAL COMPLETO
NãO
ANAL
NãO
TAXA ANAL
R$0.00
REPETECO
SIM
GRAN RESERVA 101 pontos DB - Dionízio Bacco
Só mais um dia no paraíso com a Moura!
Largo do Machado 42 graus
O dia de naMourar enfim chegou, já pela manhã̃ os termômetros pelo centro mostravam 33 graus (às 7h), prenúncio de um dia cada vez mais típico nesse verão de 2025. Sigo adiantando minhas tarefas no trabalho, por sorte no ar-condicionado, vai chegando a hora e troco algumas mensagens com a naMourada, resolvo ir de metrô, acabou chegando até́ um pouco mais cedo por conta disso, saio pelas escadas e atravesso a rua para comprar uns morangos em uma barraca - o sol estava castigando.
Sensação térmica 50 graus
Temperatura no Bago 60 graus
Atravesso a praça com os morangos, torcendo para não chegarem cozidos, faço a feira, cerejas e tamaras, sigo até a adega para uma taça enquanto aguardo a Moura me chamar. O vinho branco de sempre (português de Penalva) estava em falta, era um tinto ou branco do Mosteiro - garrafão, torci o nariz, mas mandei servir, estava bem gelado.
Um suquinho, indicado para estudantes do ensino médio e afins, mesmo sendo meio seco, tinha dulçor forte e enjoativo, mas era o que tinha e o garçom encheu a taça até a boca, quando é o português ele não faz isso.
Para minha sorte a naMourada chamou mais cedo um pouco, ainda cuspi o último gole do del vale metido a vinho e segui até Monique.
Passo pela portaria, elevador já estava a minha espera, na porta escuto a playlist e os passos dela, toco a campainha, ela abre e PQP QUE VISÃO! Monique estava com uma lingerie branca minúscula, nos abraçamos, aquele beijo gostoso e Monique solta, amor sua boca está docinha.
Algumas risadas depois fui tomar uma ducha fria, escovar os dentes e passar Listerine para tirar os resquícios do Mosteiro. Passado o pico de glicose e de banho tomado encontro Monique no corredor me esperando, já havia um espumante que deixamos na geladeira desde o último encontro, estava geladíssimo, bebemos uma tacinha para refrescar entre beijos e um enrosco delicioso.
Com as taças de lado Monique segura o Bago e faz um oral DIVINO, com pressão e me encarando – PQP, alterna um pouco até deixar o Bago latejando. Depois fui retribuir, mais beijos e Monique se deita, passo a me deliciar com sua pele, beijos no pescoço, paro nos seios e deixo seus biquinhos deliciosamente pontudos, vou descendo e beijando - que cheiro bom ela tem.
PQP 1.000X! Que ppk cheirosa e greludinha, Monique geme, se contorce e fala enquanto alterno chupadas, pressão e lambidas, seus gemidos aumentam, ela me aperta – PQP que mosto delicioso.
O Bago estava no ponto, camisinha posta, encosto e o deixo deslizar, ela geme e me aperta com as pernas, começo a socar devagar e fundo, cadenciado, Monique fala no meu ouvido, me beija e me aperta mais ainda – PQP!
O ppmm estava tão bem encaixado que PQP, Monique agora me aperta com as pernas, geme alto, me beija e pede para não parar - como se eu conseguisse parar - estava no piloto automático e sem freio, corpos colados, acelero o ritmo, ela geme mais alto enquanto finalizo aos urros, na camisinha parcela inteira de baguinhos.
Monique pega um lencinho, me ajuda e ficamos deitados alguns instantes, conversando, trocando carícias e bebendo nosso espumante.
Uma pausa para uma ducha e voltamos para cama, espumante, carícias e um segundo round mais cadenciando, mas só no início.
Monique começa um oral mais cadenciado, me encarava e apertava a base do Bago – PQP, não resisto e puxo para um 69 – PQP 1.000X! Encaixou que parecia Lego, sigo degustando sua ppk, passando os lábios levemente em seu grelinho, ela treme, coloco mais pressão e alterno enquanto ela aumenta o ritmo e desfere engolidas no Bago, ficamos nessa tortura mútua por algum tempo.
Mas começamos a rir e Monique vem me beijar, ela mesmo pega a camisinha, encapa o Bago com precisão de relojoeiro suíço e vem sentar – PQP! Sua ppk estava muito molhada e quente - pulsava – PQP!
Ela deixa acomodar e começa a mexer o quadril, depois rebola, primeiro devagar e depois acelera – PQP, me encarando de ajeita, fica agachada e vem com quicadas violentas – PQP, eu não tinha controle de nada, a alma por essa altura devia estar flutuando pela praça, não teve coragem e me abandonou, não conseguia nem falar, finalizo intensamente e Monique não parava – PQP! Precisei agarrar ela e puxar para mim.
A danada ainda morde minha orelha brincando, depois me beija e ficamos assim agarrados até o retorno da minha alma que volta ainda assustada com tanta intensidade. Monique me oferece água, enquanto isso fui tirar a camisinha e tomar uma ducha, PQP! Volto para o quarto ainda atordoado, mas ela me abraça e já havia pego o outro espumante.
Agora foi só namoro, resenha, espumante, tâmaras, cereja e muita risada. Mas como tudo que é bom, uma hora acaba, nosso horário estava no limite. Já arrumado, mais alguns beijos e nos despedimos na porta, saio ainda escutando as risadas da Monique.
Passo pelos corredores e saio do prédio ainda sem prumo, na rua já começo a sentir a diferença, apesar de ser final da tarde, ainda estava extremamente abafado, pego o rumo do metrô ainda com o cheiro dela no meu corpo.
Monique meu amor, obrigado por essa tarde deliciosa, até a próxima degustação
Monique é intensa, envolvente e deliciosa como uma Tempranillo!
Há registros de que os povos fenícios em, aproximadamente, 1.000 a.C., fizeram o transporte da uva de sua terra natal (atualmente o Líbano) e iniciaram o cultivo em solo espanhol, mais especificamente no território de Cádiz.
Com um clima mais frio e poucas chuvas no ano, a adaptação da uva na região funcionou muito bem. No entanto, depois de muitos anos, notou-se que a casta é capaz de se desenvolver em diversos terroirs, o que impulsionou seu plantio em outros países, como os Estados Unidos, Austrália, Argentina e África do Sul.
O nome tempranillo vem da palavra temprano, que, em espanhol, significa cedo – uma alusão à rápida maturação da fruta. Porém, a nomeclantura da casta pode mudar de acordo com cada país e até́ mesmo dentro do território espanhol.
Em Portugal, por exemplo, é chamada de tinta roriz e aragonez; na Itália, de negretto; e nos Estados Unidos, de valdepeñas. Já dentro da Espanha, em La Mancha, é chamada de cencibel; na Catalunha, de Ull de lebre; em Toro, é conhecida como tinta del toro.
"Se te censuram, estás bem,
P’ra que a sorte te perdure;
Mal de ti quando ninguém
Te inveje nem te censure!"
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Ela é como vinho. Cai bem num dia frio, te abraça com seu calor, te faz esquecer suas preocupações, te deixa alegre e sonolento e, às vezes, até transborda.
Santé!
DCLV
