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BEIJO
SIM - GOSTEI
ORAL
SIM - SEM CAMISINHA
ORAL COMPLETO
NãO SEI
ANAL
NãO SEI
TAXA ANAL
R$0.00
REPETECO
SIM
PRÓLOGO
Últimos dias do ano de 2024. Centro da Cidade. Era fim de tarde, início da noite.
Paro o carro em algum canto próximo a Praça da Cruz vermelha, acometido por uma inquietação.
Tento ignorar e relevar. Entro em uma pastelaria qualquer:
- Boa noite! Beleza, china? Me vê esse joelho de ontem e uma Coca zero, por favor - peço ao atendente.
A idade vai chegando e a gente vai precisando reduzir açúcar. Não tem jeito.
Sento, busco o Tamagoshi no bolso e automaticamente - já rendido - vou direto nos contatos das boas amizades. Se é que vocês me entendem. Tento recuar, desistir, voltar 3 casas no jogo do Banco Imobiliário, mas não deu. Prossigo minha jornada.
Um "Oi, sumida" para uma, um emoji para outra. Nada na maldade. Mas vai que elas estejam com más intenções. rs
Sabe aquele dia que não dá nada certo?
Busquei em outros cantos. WhatsApp com algumas novidades; uma entrevista básica aqui, outra ali. Sites e mais sites, mas nada avançou concretamente.
Até que cheguei ao contato de Debby.
E eu não sei como eu fiz isso, mas achei que estava falando com outra menina (que até possui relatos no fórum).
Infelizmente, Debby não tinha agenda para o mesmo dia. Ficamos na promessa de um encontro.
Pouco tempo depois, conseguimos firmar uma data. No caso, no dia combinado, as coisas foram se desenvolvendo meio que no improviso. E eu confesso que achei isso sensacional, pois ela demonstrou não ter frescura com suas marcações, além de parecer estar sempre disposta. Não posso esquecer de tecer elogios ao seu pre-atendimento. Onde ela se coloca com simpatia, tira todas as dúvidas, não esconde nada.
ENCONTRO
Já na data marcada, eu estava para sair do trabalho e ir ao seu encontro.
Em determinado momento, achei que conseguiria bater meu ponto para a "Lili cantar". E deu ruim. Alguns atrasos da minha parte foram se acumulando. Ela estava a caminho do local na hora agendada. Pensamos em alguma alternativa.
Ela enveredou para um bar no Largo da Prainha, para esquentar os motores. "Você vai tomar uma comigo", dizia ela.
Minutos depois dela chegar ao devido bar, finalmente a minha liberação é concedida e corro para os seus lábios. Opa, digo, braços.
Como um bom dia de semana, ao final de expediente, o Largo estava CHEIO.
Consegui identificar a sua geolocalização, através de uma foto que ela havia mandado. "Cerveja de 600tão? É das minhas", pensei.
Encontrei Debby, sentada, lindinha, em traje civil, me aguardando enquanto esgotava uma Original de 600 estupidamente gelada.
Na entrada, nossos olhares se cruzaram. Ela sorriu.
Cumprimentos feitos e eu sentei para pagar a promessa - em parte - pois, tomei Heineken Zero.
Logo achei algo estranho.
Debby parecia ser bem alta. E a pessoa que eu tinha em mente e que havia fotos nos relatos era baixinha.
Conversa vai, conversa vem. Tudo extremamente agradável. Parecia que eu havia marcado um date com alguém de um desses aplicativos de paquera.
Ela é uma pessoa bem culta, tem um gosto musical bastante diversificado e interessante. Também desafia a sua inteligência, provocando (de uma boa forma) papos de maior profundidade. Senti muita compatibilidade e atração.
- Mas vem cá, e o que você está achando do Arena? - pergunto
- Ah, alguns clientes já me falaram sobre, mas não tenho muito interesse, não. - Debby responde
- Mas tem relatos seus por lá. Te achei assim. Não é bom?
- Não tem, não. Já até procuraram.
- Ué, mas você não é a "Fulana"? [nome preservado]
- Não. Eu sou a Debby. (risos)
Uma confusão da minha parte. Mas isso não nos abalou. Demos algumas risadas e continuamos a prosa até o momento em que ela sugere d'eu conhecê-la mais intimamente.
Conta paga, levantamos da mesa e a altura dela ficava bem destacada. Uma mulher que chama atenção por onde anda. Enquanto seguíamos para o estacionamento, muitos torciam o pescoço (beninos e beninas), afinal, estávamos no Largo da Prainha, né.
O local escolhido foi o Hotel Villa Reggia, que fica uma quadra depois.
Procedimentos de check-in. Liberados e mais uma caminhada com aquela grande gostosa, literalmente.
Eu sou baixinho, mas não me deixo intimidar. rs
No quarto, já despidos de qualquer timidez, um beijinho rolou.
Focados, paramos para os nossos procedimentos de higiene.
Deitada e peladinha, pude perceber mais detalhes do seu belo corpo. O famoso biotipo "falsa magra". Tem carne onde pegar. E é uma carne gostosa, tenra, pois Debby me confidenciou que é muito adepta da musculação, seu esporte preferido, além de sexo, claro.
A menina tem +1,80m. O ponto de encontro da miscigenação, um pouco indiazinha, com uma pele morena e macia, lábios carnudos e olhos de jabuticaba.
Na horizontal, as coisas ficaram mais equilibradas. Para sair dos seus pés e até chegar em sua boca, era uma integração metrô/brt para mim. E tudo bem. Senti que estávamos curtindo.
LESCO-LESCO
Bêbado de Heineken Zero, não me recordo se eu comecei um oral nela ou se ela começou em mim. Mas essas duas situações foram extremamente gostosas.
Eu me deliciava no seu sexo enquanto ela ficava mais e mais molhada. Gemia e agarrava minha cabeça. Antes de descer, eu beijei, lambi e chupei seus lindos seios. Dois limõesinhos.
Já o seu oral é destruidor. Ora sugava com uma pressão forte, ora delicada. Ora num ritmo David Guetta, ora numa pegada Tom Jobim. No final das contas, eu pedi arrego ante um acidente trágico e subi a menina para mais beijos na boca e uma leve sarrada.
Camisinha posta e ela vem numa montada Xena: A Princesa Guerreira.
Que trem apertado. Não estava conseguindo assimilar.
Aos poucos a cadência foi aumentando. Estava muito gostoso.
Mudamos para PPMM e aí, amigos, não teve jeito. Um-metro-e-vinte de perna. Somando com a outra perna dá dois-metros-e-quarenta de emoção para segurar. A maquininha do tigrinho estourou e ele liberou a carta.
Aquela cãibra na costela e a tremedeira de pincher raivoso que me são características indicavam meu êxtase.
Levantamos, higienizamos e retornamos para a cama. Mais um papo sobre vida e suas curiosidades. Pouco tempo depois, eu já estava PRONTO E EM CONDIÇÕES DE.
Mais beijos, chupadas, lambidas e tudo que é de direito. No PPMM novamente eu sobrevivi, mas quando ela ficou de quatro empinada...
Foi difícil. Um bumbum grande e moreno, em formato perfeito de coração, não é todo dia. Seguimos.
Passada a fase D4, ela ficou de bruços. Que acabou evoluindo para um "bruço-ladinho". Ajoelhado, dando o meu melhor, segurando com uma mão uma de suas coxas, enquanto com a outra mão, segurava em sua nuca ou puxava (com carinho) seus cabelos. Entre um rosto de tesão e outro que ela deliciosamente fazia, eu cheguei ao êxtase pela segunda vez.
Aquele descanso, banho, uma breve conversa. Chamo um Uber para levá-la de volta em segurança para sua casa, enquanto sigo para meu caminho, completamente sem energias.
Resumão: a experiência foi muito agradável. Só pelo fato de não parecer um encontro patrocinado já valeu! Quero repetir mais vezes essa situação de "vou te encontrar num bar".
Agora, com todas essas habilidades na hora do "VAMOVÊ", Debby tornou o momento mais especial ainda. A menina é bonita, inteligente e gente boa. Houve uma certa química, teve entrega da parte dela, sem regular posição nenhuma, sem falar sobre horário ou frescura. Muitos beijos gostosos e pegação. Super recomendada para aqueles que gostam de mulheres altas.
Saí do Villa Reggia sentindo que acabara ter feito mais uma amizade colorida do que me vendo como um cliente.
Repeteco em breve!
OBS.: O VALOR PAGO FOI PROMOCIONAL DA ÉPOCA (INÍCIO DE JANEIRO). RECOMENDO CONSULTAR VALORES ANTES DE SAIR FECHANDO ENCONTRO. O VALOR AQUI DESCRITO NÃO CONTÉM DESLOCAMENTO OU QUALQUER TIPO DE CONSUMO.