28 de Janeiro de 2025 às 19:01
MAYA GUEIXA
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BEIJO

SIM - GOSTEI

ORAL

SIM - SEM CAMISINHA

ORAL COMPLETO

SIM

ANAL

NãO

TAXA ANAL

R$0.00

REPETECO

SIM

…Depois das minhas roupas penduradas por Marcela, entro no quarto da Maya e a espero tomar seu banho.

A ideia desse encontro se deu às 23:29 do dia 03/01. Quando recebo uma mensagem da Maya, dizendo estar entediada. Era golpe? Sim. Eu sabia? Sim. Queria? Mais ainda! Nossas agendas não se cruzavam então demoramos algum tempo até conseguir e rolou no dia 17/01.

Ela volta do banho e me encontra deitado em sua cama. Me pede desculpas e diz que queria chegar antes, que tentou, mas não conseguiu. Trocamos muita ideia, falamos de vida e rimos muito com várias situações daquele dia e eu vou pro meu banho, afinal, tinha estado no quarto do lado há pouco tempo. Quando volto, Maya ainda está se arrumando, deito e ela vem pro meu lado. Conversamos olhando pro teto e depois nos abraçamos. Foi o encontro que mais demoramos pra nos beijar. Depois de muito papo, trocamos um longo abraço silencioso, com algumas passadas de mão de ambas as partes.



Depois coloco Maya deitada em meu colo e ela fica tipo em posição fetal, passando a mão no meu peito e pescoço, aperta a minha nuca e orelha (acho que depois de todos os atendimentos que tivemos, ela já sabe que esses são meus pontos fracos). Maya me deu vários beijos no rosto, pescoço, peito e muitos selinhos. Depois me beija delicada e deliciosamente. Nossas bocas e línguas pareciam um quebra-cabeça, foram se encaixando de uma maneira fácil, o que sempre aconteceu.

- Você não sabe ficar na moral, né? A gente se beija e você fica de pau duro!

Não tiro a razão dela!

Sou consideravelmente maior que Maya, então não tenho dificuldade de movê-la. Minha altura e peso inclusive são motivos de preocupações que tenho quando estamos fazendo papai e mamãe, não quero ser desconfortável ou machucar. Com cuidado, a coloco na cama e nos beijamos mais, mais e mais. O beijo foi ficando mais quente e safado. Muitas putarias ditas em ambos ouvidos. Comigo deitado em cima dela, Maya morde meu lábio inferior, apertas meus braços e me encara. Assim como ela apertava meus braços, eu fiz o mesmo com suas coxas. Ela levanta o quadril e cruza suas pernas no meu.



Iniciamos nosso sexo sem uma preliminar de fato, com sexo oral, como de costume, foi um papai e mamãe lentinho, batendo papo, trocando muita ideia, regado a muito beijo na boca. Já transamos inúmeras vezes conversando, sem falar sobre putaria (óbvio que isso depois muda).

- Empurra devagar, amor!

Pede Maya olhando no fundo do meu olho e depois me dá um beijo molhado.

Não tinha um cronômetro do meu lado para saber quanto tempo ficamos nessa, mas Maya em pouco tempo começou a ficar muito melada, a se tremer e eu sigo empurrando. Ela levanta as pernas, olho pros seus pés e dedos e eles estão se contorcendo, recolhendo. Era tanta lubrificação que em determinado momento, enquanto eu botava dentro, tive uma sensação como se meu pau estivesse sendo “expulso” de sua buceta, não sei explicar exatamente o que aconteceu ali. E ela me pede:

- Volta, amor! Bota, bota, bota…



Botei e ela me pergunta:

- Sabe o que está acontecendo, né?!

E ela segue:

- Eu estou gozando, Papi (me chama pelo meu nome real)! Me segura!



Empurrei mais fundo e ela foi falando mais algumas coisas me olhando. Levanto as pernas dela, jogo no meu ombro. Depois enquanto meto, chupo seu pé. Volto a fuder olhando em seu olho, com meu dorso pra cima. Então Maya, vem botando os braços lentamente por trás dos meus, aperta minhas costas/ombros e me puxa pra baixo:

- Fica perto de mim, Papi (falando meu nome verdadeiro)!

Segui num mesmo ritmo por um tempinho, depois acelerei até gozar demais e em grandes quantidades! Puta que pariu!

Foi uma única posição, não teve boquete, não tinha feito oral nela nem ela em mim, e os dois haviam gozado, mas nem eu, nem ela estávamos saciados.

Nos recuperamos e em alguns minutos já estávamos nos beijando novamente. A segunda começou comigo chupando ela até gozar (demorou muito pra isso - ela não é de ferro, é de carne e osso - ainda bem!!) teve boquete cadenciado, ela por cima, depois eu por cima (com ela de frente e de costas) e pra finalizamos com ela de quatro. Na hora de gozar eu apertei muito sua bunda, coxa, costas, cintura, pernas… Me senti como um polvo! A posterior da minha coxa puxou, me deu uma câimbra forte. Ela se vira de frente pra mim, me abraça forte e me tasca um beijo demorado. Toco em seu cabelo e vejo que ele está molhado (nós dois estávamos bem soados). A câimbra apertou mais forte ainda.

- Calma! Vou te ajudar! Já te limpo!

Disse Maya.

E com a maior cara de pau do mundo, pega um papel, dizendo “vem cá” e começa a chupar a cabeça da minha rola, que estava sensível demais. Comecei a xingar, rir de desespero, puxar seu cabelo, nuca. A boca de Maya me dava choque. Ela responde:

- Tá vendo como é? Agora aguenta!

Me dando mais um longo beijo!

Na minha cabeça eu aguentava, mas Marcela me salvou batendo na porta e Maya autoriza a entrada dela. Meus joelhos estavam na cama e os pés pra fora dela, em direção a porta, com câimbra, eu estava vulnerável e Marcela entrando no quarto. Me virei e a gente ficou brincando sobre a situação. Maya me fez uma massagem gostosa na perna enquanto conversávamos e Marcela brinca dizendo que estava com um cheiro de sexo no quarto. Já tinha gozado forte uma vez com Marcela e duas com a Maya, o que fez Leal se surpreender, dizendo que naquela tarde/noite eu estava inspirado. Maya aponta pro colchão e confirma.

Nós três nos divertimos muito naquela tarde/noite, trocamos muita ideia e risadas naquela noite de sexta-feira. Cheguei na Cinelândia no início da tarde e fui embora a noite. Já tivemos outros encontros e tentarei colaborar mais com o site, colocando esses TDs aqui.