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BEIJO
SIM - GOSTEI
ORAL
SIM - SEM CAMISINHA
ORAL COMPLETO
NãO SEI
ANAL
NãO SEI
TAXA ANAL
R$0.00
REPETECO
SIM
Pensem em um dia ruim. Daqueles em que nada ocorre como planejado. Você tenta, se esforça, mas em um dado momento você chega a se perguntar que “cazzo” te fez levantar da cama pela manhã. Lei de Murphy em estado puro.
Pois foi justamente em um dia assim, na última sexta-feira, depois de algumas tentativas frustradas pela dificuldade de encaixe das agendas, que eu havia conseguido marcar um enrosco com a estonteante Sophia. Para o final da tarde, ao crepúsculo.
Não cheguei a pensar em cancelar, pois só não cumpro com algum compromisso por motivo de muuuuita força maior. Mas admito que temi pelo que viria, uma vez que tudo neste dia (tudo mesmo) estava dando errado. E ainda houve um pequeno e cômico desencontro quando trocamos as localizações, momentos antes da hora acertada. Enfim, era óbvio que eu estava num estado deplorável de animação.
Mas acho que os deuses da putaria ficaram com pena do coroa feioso aqui e o jogo começa a virar 5 minutos após a minha chegada ao motel, quando a recepcionista avisa que Sophia havia chegado. Me esforço para esboçar uma expressão tranquila ao abrir a porta, mas o que consigo foi simplesmente sorrir de nervoso. Porém, uma sensação de alívio começa a surgir quando La Louise adentrou o recinto. Algo ali me dizia que nada poderia dar errado com tanto charme e tanta formosura flutuando pela alcova.
Dito e feito. A partir daí, parecia que tudo havia se reorganizado à minha volta. Sigo para uma ducha, buscando esquecer as agruras do dia. Enquanto isso, Sophia ajusta a iluminação, liga o ar e põe para rolar uma playlist de responsa. Quando saio do banheiro, ela me recebe com um sorriso safado e um olhar sedutor que antecipam a maravilha que viria a seguir. Não havia nenhum gelo a ser quebrado e os corpos se unem como dois ímãs permanentes, energizando todo o ambiente. Começo a levantar seu vestido e as curvas que se revelam quase me deixam tonto, ainda mais destacadas por uma lingerie preta altamente sexy. Minhas mãos encaixam perfeitamente no shape preciso daquela belíssima bunda. Porra, e que bunda!!! Fiquei hipnotizado.👁️👁️
Encosto delicadamente a minha boca no declive suave do seu ombro direito e deslizo a língua pelo pescoço até encontrar aqueles lábios molhados e carnudos. O beijo!!! O que dizer do beijo de Sophia? Como descrevê-lo? Quente; doce; macio; leve e intenso ao mesmo tempo. Inebriante. Acho que me tornei um adicto do “Soph Kiss”.
Mas os meus dedos me chamam a atenção para algo um pouco mais abaixo. Dois mamilos belamente intumescidos, como duas cerejas a realçar duas idênticas iguarias, finamente preparadas para o prazer. Sento-me na beira da cama, com ela ainda de pé, e degusto com sofreguidão os seus seios, com medo talvez de que pudessem fugir, pois parecem ter vida própria de tão imponentes que são.
Me animo ainda mais com os seus leves sussurros e a coloco deitada na cama já completamente nua. Tenho assim a visão completa da sua geografia, que volto a percorrer com a boca, partindo desta vez do extremo sul. Chego às montanhas que são as suas coxas firmes, permaneço por ali por um tempo apreciando sua pele aveludada e continuo a escalada até chegar ao Jardim das Delícias. E aqui, caríssimas e caríssimos, uma pausa solene em respeito ao escultor daquela maravilha da natureza. Nem Phidias ou mesmo Michelangelo seriam capazes de tamanha perfeição. E mais do que a beleza, os sabores que ela proporciona são dignos dos mais exigentes apreciadores de bucetus mellis. Me perdi, me encontrei, voltei a me perder e me lambuzei ao máximo naquele jardim. Sem roteiro nenhum, apenas guiado pelo instinto, perambulo pela região até o momento em que ela ergue um pouco o quadril e solta um breve suspiro quase inaudível. Entendo a princípio como uma expressão de enfado, mas ao mirar o seu rosto, seus olhos de Capitu me deixam em dúvida.
Decido então beijar novamente a sua boca e colocar o meu querido amigo no jogo, pois ele já estava puto por não estar participando da brincadeira. Sophia beija meu pescoço (goxtcho muitcho), desce um pouco e lambe meus mamilos (mais ainda!), desce mais e começa a sessão de tortura. Ela me provoca passando a língua e os lábios por todo o terreno ao redor do pequerrucho de maneira bem sacana. Peço arrego e o oral stricto sensu começa, bem babado e com uma gula de Pantagruel. Lentamente Sophia move seu corpo, sem tirar meu pau da boca, e a coisa descamba para um 69 (e eu pensando que ela havia enjoado da degustação de seus acepipes 🙂). Sinto a temperatura aumentar quando ela pressiona ainda mais os lábios sobre o afogado e ao mesmo tempo começa um movimento de vai e vem, fazendo da minha língua um pequeno pistão em moto continuo com o seu delicioso cilindro. Confesso que nunca havia visto coisa igual.
Roguei aos céus para que o mundo acabasse naquela hora e que aquele momento fosse perpetuado, mas meu parceiro tinha outros planos. A muito custo me desvencilhei daquela “sevícia”, encapei o soldado e me aproveitei da posição em que Sophia se havia posto, dando início a cópula na forma mais ancestral. Me agarrei na sua cintura e desta vez o vai e vem ficou por minha conta. A visão que eu tinha naquele momento, em conjunto com a melodia dos seus gemidos, me fizeram delirar. Perdi o controle sobre o que faziam as minhas mãos, que ora apertavam as suas coxas, ora percorriam o seu dorso e ora se encaixavam em seus seios. Mas justo neste momento de alucinação, fui traído pela minha arrogância, ao pensar que seria capaz de prolongar o coito e segurar o gozo que subitamente começou a emitir os seus sinais. Nesta vã tentativa, o que consegui foi fazer com que o orgasmo viesse em uma onda muito suave, sem a explosão costumeira. Mesmo assim, o momento estava tão gostoso e o encaixe tão perfeito, que ainda mantive o intercurso por um certo tempo, na mesma posição, mesmo com o falo a meia bomba.
Durante o interlúdio, descobri um outro lado da Sophia. Uma mulher muito inteligente, espirituosa, boa de prosear e sempre atenta ao que possa te agradar. Mas também muito da safadeeeenha 😂. 🎵 “E prum garoto (licença poética, por favor) introvertido como eu, é a pura perdição” 🎵. Após o banho, achei que a coisa se encaminharia para um adagio suave. Depois daquele dia de cão, eu já estava extremamente feliz com o que acontecera naquela suíte e me preparava para mais um pouco de papo, um brinde ao nosso encontro, talvez mais uns carinhos inocentes, e fim de expediente. Mas Sophia não quis assim. Ela me lança aquele olhar oblíquo e abre as pernas me convidando para mais um passeio pelo Paraiso: “Me chupa de novo”.
Não havia como recusar um convite deste quilate. Mais uma vez início uma jornada sem destino certo, seguindo meus próprios impulsos, me divertindo naquela funfair onírica. Ao mesmo tempo vejo Sophia de olhos fechados, apertando os seios com as mãos e mexendo levemente a cabeça para trás. O cidadão de baixo volta a dar sinais de vida e coloco nele o gorro até o pescoço. Partimos para um ppmm de engate perfeito, rostos colados, deslizando bem fundo e novamente satisfazendo o meu vício recém adquirido de beijar Sophia até não poder mais. Mas antes que eu começasse a pingar de suor, peço para ela vir por cima, de costas para mim. Pedido feito, pedido prontamente atendido. Ela monta com maestria e cavalga como uma Lady Godiva dos trópicos.
E só então consigo compreender o pleno sentido da expressão “O Poder das Ancas de uma Mulher”, chegando ao Gran Finale urrando de prazer e despejando as últimas gotas em homenagem àquela bunda majestosa.
Relembrando agora estes momentos de puro deleite, me sinto quase tão sem forças para escrever como estava naquela hora para levantar da cama, tomar banho e deixar Sophia partir. Confesso que não lembro o que ocorreu a partir daí. Devo sim ter levantado, tomado banho, beijado La Louise uma derradeira vez e me despedido dela com aquele olhar 43, louco para ter novos encontros que transformem meus dias ruins em sublimes epifanias...
A lembrança só retorna quando nesta mesma noite me vejo a caminho do Centro, em direção à resenha no Zezé, para brindar com os confrades de fé.
Flutuando e ouvindo na mente a divina canção de Irving Berlin (peco perdão pelo pecado, mas não pude deixar de fazer uma alteração sutil na letra):
🎶🎶🎶🎶🎶
Heaven, I'm in heaven
And my heart beats so that I can hardly speak
And I seem to find the happiness I seek
When we're out together fucking cheek to cheek
Heaven, I'm in heaven
And the cares that hung around me through the week
Seem to vanish like a gambler's lucky streak
When we're out together fucking cheek to cheek
