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BEIJO
SIM - GOSTEI
ORAL
SIM - SEM CAMISINHA
ORAL COMPLETO
SIM
ANAL
NãO
TAXA ANAL
R$0.00
REPETECO
SIM
Maria Luiza & Holmes ... once more
Ferrou! Caí na malha fina da Sereia. Ultimamente nossos encontros tem sido semanais. Talvez a eventualidade dela se mudar para outras plagas me tenha feito aumentar a frequência com a qual a procuro. Só posso afirmar uma coisa: independentemente do que ocorra, todos nossos encontros tem sido da maior qualidade, em geral, superando minhas expectativas.
A particularidade dominante desta vez foi a de não termos tido a paciência de incluir a fase inicial de esquentar os tamborins com massagem e o usual oral em Malu. Dei uma de adolescente (demos), indo com sede ao pote. Se eu fosse um ejaculador precoce, com certeza não teria durado mais de três minutos desde o instante em que havíamos começado o primeiro beijo do dia. É claro que a idade me ajudou a continuar por mais tempo na partida (pelo menos uma vantagem em ser coroa, né?). Em compensação dedicamos mais tempo e intensidade às demais brincadeiras.
Namoramos pouquíssimo em pé. Malu se lança precocemente sobre a cama, de bruços, e enfia o rosto entre travesseiros (como se fosse tímida). Sem pensar duas vezes me lanço sobre aquele monumento, desenterro seu rosto delicadamente com a palma de uma de minhas mãos, e assim recomeçamos a beijação, em combinação com gemidinhos e um sarro lombar que me deixam doidinho.
Os beijos dela correspondem ao que considero o que há de melhor (naturalmente dentro dos meus padrões particulares de preferência). São doces, molhados na medida certa, na velocidade e intensidade perfeitas, sem exageros, vacilam entre o carinho e a lascívia, fluindo entre esses dois padrões em harmonia com as demais coisas que se passam entre nós em cada momento.
Uma de minhas mãos começa então a vasculhar seu sexo. Facilitando, Maria Luiza se vira me oferecendo o acesso completo ao que eu desejava. Ao mesmo tempo em que a dedilhava com todo carinho, ela se apossava do meu pau e me punhetava com pressão e velocidade perfeitas. Aqui precisei de muito esforço e concentração para não entregar precocemente os pontos. Malu encharca, se retorce e geme. Fui até meu limite, pois estava há quatro dias de jejum.
Percebendo o perigo Malu me encapa e monta, iniciando então o que considero uma de suas maiores especialidades, não necessariamente pelo lado acrobático, mas sim pelo lado erótico, pois vê-la gozando assim é um presente único, inesquecível; eleva todos os meus circuitos de tesão ao nível máximo.
Restabelecidos, tentamos em seguida de quatro, com ela se masturbando, mas Watson (meu inseparável companheiro, cansado de guerra) joga a toalha, só indo se recuperar após uma dedicação impar de Malu. Se tocando muito, e com a maior cara de tesão, como se não bastasse, ela ainda me fez gozar muiiiiiiito.
Após tanto tempo nos frequentando, fica evidente que a união sexual estável compartilhada entre nós dois já está concretizada. Queiramos ou não, seja qual for o futuro, cada um de nós já faz parte da história de vida do outro.
É formidável realizar que o Arena, além de seu propósito imediato, proporciona também histórias desse tipo. Certamente deverão existir muitas outras, a maior parte, seja por discrição ou recato, não relatada.
