https://onixterapias.com/terapeuta-info.php?p=ESTER&s=380
BEIJO
SIM - GOSTEI
ORAL
NãO SEI
ORAL COMPLETO
NãO SEI
ANAL
NãO SEI
TAXA ANAL
R$0.00
REPETECO
SIM
Salve salve!
CONTEXTO
Ano novo! Vamo começar bem! Tentando reduzir meus repeteco de conforto, tinha um tempin que eu não ia na Onix. Já tava de olho na Ester, que seria (e acabou sendo) um TD inédito.
CONTATO
Marcação tranquila pela Zap.
LOCAL
A Onix fica no prédio da Matrix, e o acesso é via um papelzin com QR Code que o povo da recepção te entrega. Ao invés de colocar a cara, basta mirar o papelzin pra passar na catraca.
Ao chegar, já tinha pedido uma suíte. Acabou sendo a do astronauta.
Ilustração by Dionizio
ESTER
Que morena bonita, gente! Mais bonita do que nas fotos. Coxão, bunda grande e peitão turbinado. E que bocão lindo é aquele??? Olhar penetrante com aquelas bilha cor de mel. Não segurei o sorriso.
FIGHT
Ela vestia um macaquin preto “tomara que caia” bem coladin. Ali já dava pra ver todas as curvas. Bela vista!
Ela estava de joelhos na cama mexendo em sua necessaire.
Comecei a acariciar a dona por trás. Dava cafungada no pescoço por trás. Beijar o ombro. Dar mordiscadinhas. Os peitão de repente pularam pra fora do TQC. Daí pra frente foi só brincar com os biquin. Beijos na boca. E que boca!
Deitei-a oralzin focado no grelin. Sem pressa. Bem molhadin. Com direito a uma playlist tocano ao fundo. Me distraí degustando a pepeca. Quando me dei conta ela tava se desmanchano, depois de ter avisado que ia gozar ... PÁÁÁÁÁÁÁ que beleza ver ela dar aquela tremidinha. Fiquei doidin.
Meu trem não queria mais esperar. Levantei para vestir a camisinha. Ela aproveitou para apagar a luz e deixar acesa só a lâmpada azul. “Eita que agora o circo vai pegar fogo”, pensei. Cuidadosamente apontei a cabecinha. Então ela me vem e põe tudo pra dentro duma vez só. Quando chega no fim suspira! Tava melada já, a danada.
Começamo num frontal compenetrado. Ela me puxava, apertava, dava chave de perna. E teve muito beijo naquela boca. E eu catucano.
Depois foi com ela de quatro. Ela sussurrava:
"Vai, mete..."
Deu uma hora que ela se alongada que nem uma gata. Avisou que ia gozar... parece que gozou. Senti uma pompoada na hora.
Depois de certo tempo, sem tirar de dentro, ela ficou de bruços e deitei sobre ela. Daí pra frente, pra mim teve jeito não. É camin sem vorta. A trepada toda tinha sido de suspiros até aquele momento. A partir dali, aumentou o volume dos gemidos. Então foi catucar e catucar até meu mundo acabar... PÁÁÁÁÁÁÁ bão dimaiss da conta!
FINZIN
Depois de gozar ainda fiquei atolado den’da gostosa. Gostoso e quentin, uai. Ainda teve massagem mútua, um cadin mais de sem-vergonhice e prosa agarradin.
Não me apressou, não foi mecânica nem fria. O tempo todo foi espontâneo e fluiu muito bem. Repeteco certo.
“Baseado em fatos reais”.
