27 de Dezembro de 2024 às 19:12
MARIA LUIZA
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BEIJO

SIM - GOSTEI

ORAL

SIM - SEM CAMISINHA

ORAL COMPLETO

SIM

ANAL

NãO

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REPETECO

SIM

Maria Luiza, fechando 2024 com chave de Ouro

Antes que 2024 viesse a terminar, nos encontramos uma vez mais. Desta vez pesquei a sereia prometendo um tagliatelinne a la carbonara. Foi de bate-pronto: topou na hora.

Malu chegou linda, poderosa, bem à paisana, com aquele sorriso largo que lhe é bem peculiar. A passos largos (jeitão que também lhe é peculiar) se aproxima. Abraço, cheiro, beijo. Vários “flash back” prazerosos me passam pela cabeça como um raio, não sei precisar por quanto tempo; só sei que estar com ela me agrada bastante.

Copos cheios, belisquete novo para testar (gravlax nórdico). A Sereia prova e pontua 9/10. O salmão defumado, além de mais barato do que o gravlax, tem mais sabor. Ambos concordamos com a avaliação.

Começamos a resenha de nossas respectivas semanas. A conversa, como sempre flui. Nem vemos o tempo passar. Não me canso de admirar o bom senso, o bom humor, a curiosidade e a inteligência de Malu. Aliás essas duas últimas características sempre andam de mão dada. Enquanto conversamos não paro de acariciá-la; uma forma que tenho de demonstrar minha admiração por esses dons dela, e o prazer pelo papo.

Havíamos combinado complementar as fotos que havíamos feito na semana passada. Malu me mostra as roupas que trouxe para isso, e, usando o iphone dela, começamos a clicar. Fazemos umas trinta fotos, dentre as quais ela seleciona umas cinco (no máximo) e as deveria passar para mim. Como esqueceu, este relato vai sem foto mesmo .

Nesse quesito (fotos e vídeos) quase sempre discordamos. Em geral, somente com algumas exceções, gosto menos das fotos que ela prefere publicar, e vice versa. É claro que sempre prevalece sua avaliação, pois afinal (como diz o ditado popular) ela é a dona do próprio nariz.

Essas curtas sessões de foto me excitam bastante, afinal, não sou profissional. Aproveito as circunstancias para dar um sarrinho aqui, outro sarrinho lá, uma chupadinha nos peitos, sob pretexto de torná-los mais fotogênicos ainda, etc e tal. Já sei que ela vai me mandar uma mensagem ao ler esse parágrafo ("seu safado, antiético , aproveitador"...... no mínimo). Não ligo; sou safado mesmo.

Ao final da sessão já não aguento mais, abraço Malu com força e começamos o enrosco, primeiro de pé, em seguida já deitados. Nossas mãos percorrem todas as regiões, o enrosco vai esquentando, esquentando, até que me ofereço para chupar sua ppka e tudo mais por perto.

Ela assume o protagonismo, ajeita dois travesseiros sob minha cabeça, ajusta cuidadosamente sua posição de forma bem precisa, et voilá! Lá estou eu com aquela visão magnífica, tendo como primeiro plano um close da ppka, no plano médio aqueles seios bicudos (tesudos), e mais distante, o rosto da Sereia com expressão mista de sofrimento e prazer.

Acho que não preciso entrar em maiores detalhes. Malu geme, se mexe, e parece curtir muito. Após algum tempo, já super excitado, peço para ela aplicar o EPI e me montar de frente. Assim ficamos até ela cair ofegante e desmaiada ao meu lado (com o olhar vago para o teto).

Pausa técnica para recuperar o fôlego, y otras cositas más. Assim que ela volta, nossas mãos já ficam procurando distrações, até que uma criança ressuscita, e outra vai voltando a ficar bem molhadinha. Começamos então um franguinho, e nele continuamos até a exaustão. Me consumiu de tal forma que voltei a pensar em comprar um desfibrilador. Foi a minha vez de cair ofegante ao lado dela. Às vezes esqueço a minha idade.

A visão lombar de Maria Luiza é mortal ... pelo menos para mim. São curvas de uma sensualidade única; chegam a ser agressivas. Não resisto, e fugindo ao roteiro mais comum, proponho não encerrarmos sem antes uma ligeira massagem. Malu aceita de bom grado, e eu monto em suas costas para cumprir a missão.

Só o contato lombar já faz Lázaro ressuscitar, animado que só ele. Mal deu tempo de a massagem evoluir, a Sereia percebe o retorno do morto, e aproveita para propor uma finalização de um jeito que é só nosso (patente #96), o qual me permito não divulgar. Nos ajeitamos com a ajuda de quatro travesseiros e partimos para o abraço. Acho que não se passaram dois minutos, e já estávamos, simultaneamente, a caminho de Valhalla. É impressionante como o conhecimento mútuo, bem conduzido, catalisa o prazer.

Confesso que foi duro sair da cama e ir para a cozinha finalizar o almoço tardio. Mas a fome acabou vencendo a preguiça, e lá fui eu. Malu se juntou a mim após ter tomado seu banho, e passou então a exercer o papel de ajudante de Chef, demonstrando grande competência.

Talvez no próximo encontro invertamos os papéis; tenho elementos de convicção de sobra para acreditar que ela cozinha muito bem.

Enquanto não surge o Príncipe Encantado sortudo que conquistará o coração dessa mulher magnífica (e dela nos privará), sempre que puder, irei usufruindo da sua companhia.