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BEIJO
SIM - GOSTEI
ORAL
SIM - SEM CAMISINHA
ORAL COMPLETO
SIM
ANAL
NãO
TAXA ANAL
R$0.00
REPETECO
SIM
Maria Luiza novamente, mas como se fosse a primeira vez
Parece que maior parte as células do nosso corpo acaba sendo substituída por novas ao longo de uns sete anos. Isso não impede que, em períodos de tempo bem mais curtos novas sensações surjam na relação entre as pessoas.
Foi exatamente isto que ocorreu no nosso mais recente encontro. Não sei qual fagulha acendeu, que despertou algo que nos levou a comportamentos inusitados, ficando a percepção de que nos conhecíamos há muito, ao mesmo tempo em que somente naquela tarde estávamos nos enroscando pela primeira vez.
A Sereia chega pontualmente. Aliás, ela chega uns dez minutos adiantada, mas um pouco estressada com o trânsito e com as coisas a resolver e a fazer nesse final do ano. Se dependesse de nós dois, dezembro e janeiro seriam deletados do calendário. Em dezembro parece que todo mundo acha que tem de correr para fazer tudo que, em geral por negligência, não fez no transcorrer dos onze meses anteriores. Em janeiro um calor da porra, com IPVAs e IPTUs a pagar, crianças de férias clamando por atenção em casa, matrícula escolares, material e roupas da escola, enfim, outro inferno.
Um uisquezinho para começar a relaxar, e resolvemos fazer também uma sessão de fotos caseiras bem comportadas para publicação posterior. Estou entre os que preferem vídeos e fotos femininas sensuais, sem nada muito explicito, ou pior, arreganhado. Pau na foto então, nem pensar. Eka! Mas, cada um é cada um. Respeito100% quem pensa diferentemente.
O álcool e as poses funcionaram super bem como relaxantes. Nos divertimos e rimos muito. Acho que até por conta disso, o namoro em pé começou a acontecer bem rápida e naturalmente. Foi nessa circunstância, e até agora não consigo exatamente dizer porquê, que eu já começava a ter a sensação de que estava com uma menina nova, que não era a Malu de sempre; era melhor ainda (Sereia 2.0 ?). O namoro em pé foi longo; demorado e bastante intenso.
No meio do namoro, Malu pede prioridade (desta vez) na massagem, no que é prontamente atendida. Não me alongo na descrição da própria; apenas digo que foi super longa e completíssima, bem mais do que nas vezes anteriores, e que a Sereia se derreteu toda com os desdobramentos, demonstrando todos os tipos de evidências de prazer que uma mulher pode dar. Isso me descontrola, e a coisa vira um “moto contínuo”. O tempo voa e caímos esgotados lado a lado. Pausa técnica.
O segundo tempo começou com afagos de parte a parte. Subitamente, sem me dar tempo para reagir, Malu senta sobre o meu rosto, ajusta uns travesseiros sob minha cabeça, procura uma posição de equilíbrio, e não me dá qualquer tipo de opção a não ser chupá-la. Quem me dera que as opções a mim dadas na vida fossem sempre assim. Com o rosto encharcado, chupei, lambi, até não poder mais.
Percebendo que eu já estava meio esgotado a Sereia faz o chamado Gambito da Dama, me puxando para um 69 manual (e não oral). Ela sabe que meu maior tesão é vê-la gozar, e com esse intuito me provoca ao extremo. Uma vez mais chegamos a Valhala simultaneamente (e escandalosamente), nos enroscando de “ponta cabeça”, e assim permanecendo por um longo tempo. Cheguei a adormecer.
O dever de retribuição por tantas gentilezas da Sereia me faz despertar o lado Chef. Enquanto ela fazia sua higiene e se vestia minimamente, me dediquei a finalizar nossa refeição. Desta vez, a tarde foi dedicada ao salmão.
Como entrada, carpaccio de salmão defumado sobre torradas de baguetes integrais da confeitaria Farro. Prato principal, salmão gratinado com molho de mel, maracujá e mostarda, acompanhado de batatas ao murro regadas com azeite e perfumadas com alecrim.
Almoçamos sem dizer um a palavra ....... somente uhm .... uhm.
Fica a dica: se os Confrades quiserem um tratamento assim de rei, como tive, é fácil. Tratem a Sereia como a uma Rainha. Ela adora gentilezas.
