10 de Dezembro de 2024 às 16:46
MARIA LUIZA
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BEIJO

SIM - GOSTEI

ORAL

SIM - SEM CAMISINHA

ORAL COMPLETO

SIM

ANAL

NãO

TAXA ANAL

R$0.00

REPETECO

SIM



Sexo com arroz à piamontese

“Quem não tem cão, caça com gato”. Quem não tem arroz arbóreo, enche o arroz normal com creme de leite e queijo*, cozinha até ele ficar meio molenga, e o batiza com um nome bem chique, como por exemplo, “arroz à piemontese”, fazendo crer ao comensal tupiniquim se tratar de algo refinado, importado. Assim os chefs locais dos anos 70 inventaram algo da culinária que nunca foi conhecido no Piemonte, ao norte da Itália. E colou. Até hoje, em nossas terras, o arroz à piemontese tem inúmeros fãs, até em restaurantes refinados. Coisas de Brasil. Uma, dentre tantas jabuticabas.

Depois de alguns fiascos culinários, fiquei devendo à Sereia algo especial para atraí-la de volta a minha modesta vivenda, pois depois que se instalou no Largo do Machado, ela tem dado preferência àquele local. E eu, amante de longos encontros, prefiro hotéis ou minha própria residência.

Sabedor de sua preferência por crustáceos, resolvi apelar para a simplicidade e propor-lhe espeto de camarões VM fresquíssimos gratinados, com cubos de abacaxi, acompanhados de que?? ...... Do famoso arroz a piamontese. A harmonização desses três elementos mais do que simples, é perfeita. Não tem erro, e o preparo é bem rápido.

Quando enviei a mensagem propondo o prato, quase que Malu saia correndo de sua toca e vinha para minha casa. A isca funcionou! Uma vez mais peguei a Sereia pela boca!

No dia efetivamente agendado, Maria Luiza se atrasou um pouco por conta do trânsito infernal. A caminho já me informava estar com fome. Quando chegou, a surpreendi com uma entrada inesperada: dois mini sanduíches de pão de queijo (Canastra) com carpacio de salmão defumado e gotas de limão.

Matei a pau. Foi o golpe de misericórdia. Derreti o coração de Malu, conquistando seu paladar logo na chegada.

Provavelmente por conta disso, nossa conversa inicial foi bem mais rápida do que o usual, assim como o repertório de carinhos mais denso e duradouro. Me dei conta então, de o quanto estava com saudades dela, de sua pele, cheiro, de seus beijos doces, suas encaradas firmes (olho no olho), de seus suspiros, seu arfar, gemidos, etc.

Coração disparado, copos quase vazios ...... fomos para o "vâmu vê". A sessão de carinhos e sarros continuou, mas agora se deslocando do eixo vertical para o horizontal, quando então, deitado, pedi que Malu literalmente sentasse sobre meu rosto se apoiando com as mãos na parede.

Caraaaalho! Que visão! Que tesão! Posição dos Deuses. Nem me atrevo a comentar. Deixo por conta da imaginação dos(as) leitores(as). Só me recordo que ficamos assim por um tempão, e Malu indo e voltando a Bagdá em movimentos de balanço variando do Créu 1 ao Créu 5.

Quando cansamos, a Sereia começou a se reacomodar para poder retribuir e me proporcionar The Oral ..... com tudo que tem direito. Paudurescência garantida, ela coloca a toca no meliante e me monta de frente, iniciando aquela série já famosa, em que suas feições do rosto literalmente se transfiguram à procura do clímax.

Nós dois adoramos essa posição, e por conta disso nela ficamos por umas duas séries que começaram devagarzinho e mais superficial, aos poucos se acelerando e aprofundando. Seguindo a variação do ritmo, as expressões faciais da Sereia iam se transfigurando. Tesão de bode!

Quando eu, apesar da maldita toca, estava quase no clímax, algo inusitado aconteceu no ambiente em que estávamos. Resultado: coitos interruptus. Sem clima para continuar. O pobrezinho aqui se vê sem escada, com o pincel na mão. Por discrição, não entro em detalhes, mas acho que dá para perceber a frustração que tomou conta do pobre Confrade aqui.

Mas Malu é uma mulher generosa. Ultrapassado o evento causador da interrupção, ela, aos poucos, começou a se masturbar, ao mesmo tempo em que se dedicava a acariciar meu pau. Aí a coisa foi evoluindo bem rápido. Acabamos gozando simultaneamente, com direito a um final próximo ao escandaloso. Desmaiamos.

Roncos de barriga nos despertaram. Enquanto Malu fazia sua higiene, iniciei os trabalhos na cozinha, os quais eu havia previamente adiantado na medida do possível. Nossa refeição estaria empratada em vinte minutos.

Dois espetos com camarões VM gratinados e um espeto de cubos de abacaxi, acompanhados de uma boa porção do arroz à piamontese. Almoçamos em silêncio. Ajoelhamos e agradecemos, pois estava bom pra caralho. Me redimi dos fiascos anteriores.

(*) A receita original inclui champignon de Paris em conserva, o que ao meu ver nada acrescenta em sabor ou textura. Imagino que a inclusão sirva para agregar “sofisticação”, esta, por sua vez, justificando o preço insólito normalmente cobrado pelos restaurantes.