08 de Dezembro de 2024 às 14:21
MANU LECLERC
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BEIJO

SIM - GOSTEI

ORAL

SIM - SEM CAMISINHA

ORAL COMPLETO

DISSE QUE FAZ

ANAL

NãO

TAXA ANAL

R$0.00

REPETECO

SIM


Manu Leclerc

Um episódio a mais confirmando que Holmes conhece a si próprio. Lá se vão quatro meses que Holmes conheceu Manu – a Pestinha do Agreste. Na época, ele termina seu primeiro relato com ela ressaltando:

“Para mim, Manu é a revelação do ano. Vejo nela todas as qualidades, dentre as quais destaco a espontaneidade e o prazer de fazer sexo divertido, de qualidade e com carinho na medida certa, tudo no seu devido tempo, sem atropelos e com boa dose de preliminares das mais diversas categorias. Já aderi ao seu programa de fidelidade.

Como Holmes ainda não faliu (mas, sem qualquer sombra de dúvida, é só uma mera questão de tempo), mais um encontro foi marcado no âmbito do Programa de Fidelidade Manu Leclerc; o sétimo. Novamente, este se deu no endereço do famoso detetive (na Baker Street, London). Ao apanhá-la em seu prédio, Holmes, de longe, já antecipava o prazer de acariciar aquelas pernocas durinhas, cujo par constitui (me desculpem os decorosos) um verdadeiro “alicate de pau”.

A roupa que Manu trajava facilitou demais Holmes concretizar a maldosa intenção: um longo comportado, como sempre ressaltando aquela bundinha arrebitada que muitos torcicolos já devem ter ocasionado em Copacabana e adjacências. Durante todo o percurso para Baker Street, Holmes - O Devasso, alternava a posição de sua mão direita entre as pernas de Manu e a alavanca de câmbio. Não sei qual o enquadramento disso no novo Código Nacional de Trânsito. Seria falta mais grave do que falar ao celular?

Manu é bem objetiva. Chegando na toca de Holmes ela se encaminha diretamente para o quarto e se deita na cama, por incrível que pareça, ainda vestida. Pelo horário, Holmes havia se antecipado e preparado uns pãezinhos de queijo para dar uma acalmada na provável fome de Manu. Os pãezinhos lhe caíram muito bem. Mal esperou terminá-los se despiu todinha, e, no mais puro estilo de filha única, pede para Holmes começar logo a massagem.

Aqui uma observação. A Pestinha do Agreste adora ser massageada. Mas, segundo ela, ninguém a massageia, à exceção de Holmes. E isso a frustra muito. Fica então aqui consignada a presente sugestão a todos e todas que porventura venham a agendar um enrosco com a Manu: comecem com uma massagem caprichada no dorso dela. Garanto que a retribuição será em dobro, a começar pela reboladinha daquela bundinha linda, acompanhada por discretíssimos gemidos de tesão. Vale à pena.

Holmes despeja uma grande quantidade de óleo; inicia a massagem, e o roteiro acima descrito começa. Manu se excita rapidamente, bem rapidamente mesmo. Holmes ainda resiste um tempão focando somente o corpo dela, sempre se desviando das áreas próximas à zona do agrião e bumbum.

Entretanto, a partir do instante em que monta no dorso dela, Holmes tem dificuldade em manter Watson – seu eterno companheiro, desalinhado, e o encaixa entre as rebolativas nádegas de Manu. A visão desse encaixe (literalmente) é de fuder. O sarro intensifica os movimentos dela e seus gemidinhos. Antes de ir adiante e cometer qualquer besteira, para desespero de Watson, Holmes desmonta, se sentando na cama ao lado da parceira, começando então a dar preferência manual à área compreendida entre da bundinha e a alta ppka, distribuindo sua preferência entre os grande e pequenos lábios.

A essa altura Manu se descontrola, e (me desculpem os pudicos) pede rola. O casal começa de ladinho, e em seguida procura um encaixe melhor com ela de semi bruços. Impressionante como Manu gosta de sexo. Watson se realiza.

Uma pequena pausa e Holmes sugere um oral. Aqui vai uma segunda recomendação a quem se proponha a encontrar Manu: prepare-se para chupá-la muito. Ela também adora. Caso você costume cansar a língua, não esqueça de levar um pequeno sugador para ajudar na missão. A massagem concomitante do ponto G também consta entre suas preferências. Manu é naturalmente carinhosa (teatro zero) e a retribuição à altura é certa.

Em relatos anteriores já foi sublinhado que a característica básica de Manu é a autenticidade. Holmes tem a impressão de que no dicionário dela não existe a palavra “fingimento”. É justamente esse aspecto de sua personalidade que a torna tão cativante e especial.

Depois que Manu chegou ainda queria, fez questão de retribuir. Ela é uma admiradora nata da estética de um pau, e isso torna sua tarefa fácil. Sem qualquer constrangimento ela segura Watson com firmeza e o observa com atenção sob vários ângulos. De vez em quando lambe, chupa, ensaia uma lingam, punheta, chupa de novo ..... não tem quem aguente, muito menos Holmes. Nocaute!

Manu se dedica bastante a estudar para concursos. Holmes, por distorção profissional, torce para que ela passe para a polícia. Acontecendo, com certeza, muitos fetiches seriam atendidos.

Mesmo assim Holmes continua colhendo assinaturas em prol do movimento popular
“FICA MANU! “