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BEIJO
SIM - GOSTEI
ORAL
SIM - SEM CAMISINHA
ORAL COMPLETO
SIM
ANAL
NãO
TAXA ANAL
R$0.00
REPETECO
SIM
Relato atrasado, mas não sonegado
Uma gringa em Copa
Uma vez mais, por conta do componente gastronômico, nos reencontramos no meu endereço. Maria Luiza, não para de me surpreender. Ao surgir por trás da porta do elevador, ela traja um belo vestido florido e um chapéu Panamá (original). Do alto de seus 1,75m certamente se passa por uma gringa em Copa. Uma gringa altiva e bonita, que causa torcicolos por onde quer que passe.
Esgotados os elogios (que foram muitos), nos instalamos para a conversa de atualização, regada a uísque, gelo de coco e Redbull. Como o copo estava furado, precisei servi-la novamente, e, em troca, pedi que Malu me massageasse as costas.
Ela monta no meu dorso, espalha o óleo, e começa. Sinto o calor da sua pélvis no meu lombo, e o pau reage. Para aliviar a pressão me reviro em 90° e Malu fica toda encaixada no meu quadril (que é bem ossudo). O encaixe nos excita a ambos. Malu começa a se esfregar mais em mim, ao mesmo tempo em que sua respiração se acelera.
A essa altura o pau já começa a doer, o que me faz girar 90° mais, ficando de barriga para cima e Malu sentada de frente sobre mim, sem penetração, só esfregação. Com o tempo, ambos se mexendo cada vez mais, a coisa pega fogo, chegando a parecer que Malu goza.
Em homenagem, batizei a posição de “esfregozo”. Há milênios, em Brasília, eu havia passado pela primeira vez por experiência similar. Havia brochado por conta da ansiedade de comer Jesus (sim, o nome dela era Jesus, como o famoso guaraná maranhense). Inconsolável, Jesus (civil, louraça de 1,75m, lindíssima, então amante de um Coronel da reserva) não teve dúvida: tomou a iniciativa de montar em mim, e se esfregou até gozar horrores e deixar tudo encharcado. Bons tempos.
Voltando aos dias de hoje.
Malu, a essa altura já com semblante de tarada, pega meu pau, veste a Skin, e senta nele, evoluindo para uma montada frontal que acabou se repetindo umas três vezes. Cada vez iniciávamos lentamente, evoluindo depois para movimentos mais rápidos e profundos. A camisinha impediu meu gozo, mas, aparentemente, não o dela.
Àquela altura eu achava que a brincadeira havia acabado, mas, de uma hora para outra, sem dizer uma palavra, Malu se reposiciona de quatro, me pede para meter novamente, e começa a se tocar com intensidade. Ela geme, se retorce, e assim continuamos até seu clímax. Ela desmaia por alguns minutos.
Com Malu desmaiada, e eu ainda a perigo, monto em seu dorso; minha vez de ficar sarrando aquela raba monumental, enquanto ela (tadinha) tentava dar uma relaxada. Ela sabe que gosto de vê-la gozar e, generosamente, apesar do desmaio, ensaia mais uma siririca enquanto pincelo sua bunda. Rapidinho o pau se recompõe, e logo em seguida nossos gozos parecem estar chegando simultaneamente, o que aguça ao extremo meu tesão (e satisfação). Me junto a ela no pequeno cochilo que se seguiu.
Desta vez havia prometido um risoto de camarão para o pós-transa. Em vinte minutos estava pronto. Errei no caldo ... forte demais, sombreando a delicadeza do camarão fresquinho (nota 5/10). Uma pena. Vivendo e aprendendo. Na próxima me recupero.
