22 de Junho de 2016 às 03:10
FABI
http://www.onixterapias.com/terapeuta-info.php?p=FABI&s=22
BEIJO

SIM - GOSTEI

ORAL

SIM - SEM CAMISINHA

ORAL COMPLETO

SIM

ANAL

NãO

TAXA ANAL

R$0.00

REPETECO

TALVEZ

Saudações, confrades!

Depois de ficar mais de um mês sem ir ao Centro do Rio de Janeiro, finalmente tive uma oportunidade de reaparecer lá na boa e velha Avenida Rio Branco. Como não poderia deixar de ser, separei um tempo e fui à Onix, pois precisava dar uma relaxada. Atendimento agendado pelo WhatsApp da casa, rápido e sem estresse. Continuo com aquela meta de experimentar o maior número possível de terapeutas. Sem mais circunlóquios, vamos ao que interessa!

TD realizado no dia 13/05/2016, sexta-feira, pouco depois das 17:00.

A CASA
Onix Terapias (http://onixterapias.com/)
O espaço continua muito bom, limpo, organizado, confortável e com uma maravilhosa equipe de terapeutas. A casa oferece todo o necessário para um ótimo momento de prazer e relaxamento, minhas viagens ao Centro nunca foram tão boas.


A GAROTA

Depois de um bom tempo parada, eis que a bela retornou à casa. Fisicamente bem mais magra que a última vez que trabalhou como terapeuta, a Fabi continua linda. Rosto, cabelo, sorriso e corpo sem defeitos. Tem pouco mais de 1,60 metro de altura, seios pequenos, cinturinha fina, barriguinha chapada, dona de uma bundinha muito linda, pernas bonitas, tem uma xota bem apertadinha, muito cheirosa, a menina é uma delícia. E claro, como não poderia deixar de ser, simpática, educada, solícita e sem frescuras, seguindo o excelente padrão da casa.

O PROGRAMA
Chego em cima da hora, faltando poucos minutos para o início da minha sessão, o meu dia foi bem agitado. Recebido pela Carol, digo a ela que havia agendado com a Fabi para às 17:00. Sou conduzido à uma sala para esperar a chegada da bela magrinha. Depois de poucos minutos, ela chega, com um sorriso. Ela vestia a mesma roupa que utilizou no ensaio atual do site e na foto que coloquei neste TD. Detalhe curioso para o colar dela, escrito “FABI”, que ela utilizou até mesmo na hora do complemento. Cumprimentos, beijinhos no rosto, pergunto como ela está e faço o breve questionário de sempre. Respostas afirmativas, primeira impressão boa, acerto o pagamento com ela, sou conduzido a outra sala (ela quase entrou numa ocupada, ficamos rindo um da cara do outro), recebo minha toalha e vou para o banho. Ela sai para se aprontar e volta pouco tempo depois. Digo a ela que prefiro deixar a massagem para depois, pulando direto para o happy ending. Imediatamente atendido, começamos a nos beijar, sem pressa. O beijo dela é bom, mesmo não sentindo muita vontade da parte dela. Nus, deitamos e continuamos as preliminares. Passei um bocado de tempo desfrutando dela, ela tem um corpinho muito gostoso. Ela cai de boca em mim, fazendo um boquete bastante ágil, valendo-se da famosa técnica da bala refrescante. Tive que pedir a ela que diminuísse um pouco o ritmo, para não gozar antes da hora e teve uma hora que ela acertou uma leve mordida no meu pau, até me pediu desculpas. Ela diminui a velocidade, depois de mais algumas boas chupadas, decido que era hora de dar um pouco de prazer a ela também. Iniciamos um meia-nove muito delicioso, que xota gostosa a dela! Com poucos pelos, de quem se depilou há poucos dias, grelo pequeno, bem escondidinho, perfumada e apetitosa. Membro emborrachado, peço que ela venha por cima, para eu “conhecer melhor o território”, ela é bem magrinha, sua xavasca é bastante proporcional ao biotipo dela. A xota dela é bem quente e estreita, MUITO estreita. Não sou nenhum pé-de-mesa, mas minha minha glande foi até o talo sem muito esforço. Assim como foi com o sexo oral, tive que me esforçar um pouco mais que o normal para não queimar a largada com ela. Como gosto de fazer, variei um pouco as posições durante o sexo com ela, ela não teve frescura com nenhuma delas. Teve uma hora que eu a peguei no papai e mamãe com um pouco mais de força e ela sentiu um pouco de dor. Foi a minha vez de pedir desculpas. A trepada em si foi muito boa, ela se envolveu bem mais que na hora das preliminares, destaque para a bunda firme, proporcional e tesuda, que tem uma bela tatuagem um pouco mais acima, combinando bastante, pegá-la de quatro foi um dos melhores momentos da foda. Ela estava bastante cansada, coisa que eu havia notado desde a hora que cheguei. Era sexta-feira, perto do final de expediente, compreensível. Não arregou nenhuma vez, ignorou o desgaste físico dela e me proporcionou muito prazer, fez muito bem o trabalho dela. Disse ter gozado em um determinado momento do ato. Não aguentando mais, aviso a garota que vou gozar. Pergunto se posso finalizar na boquinha dela, e ela deixa, não foram todas que deixaram fazê-lo. Isso é um grande diferencial dela, adorei! Deitado no colchão, ela abocanha minha piroca com o mesmo ímpeto de antes e num piscar e olhos encho sua boca com muita porra, gozei um bocado nesse dia. Gentilmente, ela começa a se limpar e a me limpar também. Também a ajudei com a higiene, meu sêmen escorreu um pouco por seu pequeno busto, foi uma sujeira e tanto. Teve uma hora que ela já ia esfregando o meu períneo com o papel toalha. Em tom de brincadeira, digo para ela: “aí não, mocinha!”. Ela achou graça. Com cerca de oito minutos restantes, peço uma massagenzinha dela. Sem muita técnica, apenas uma esfregação de creme básica. Batemos um papo agradável, ela me contou um pouco sobre a vida dela. Descobri que ela curte música eletrônica. Ela tem mãos muito macias, valeu a pena. Tomamos um banho, primeiro ela, depois eu (box pequeno, queria ter tirado mais uma casquinha dela). Entrego uns chocolates para fazer um agrado, ela avisa no corredor que iríamos sair, caminho limpo, sem clientes, sou levado à saída, beijo, despedida e rua. Nota do Badguy: 09/10.

Este relato estava um tanto atrasado, mas finalmente saiu. Finalmente consegui um pouco de tempo livre para contar aos estimados amigos do fórum sobre minhs experiências putanheirísticas. Na época em que fui atendido pela Fabi, algumas terapeutas havia saído, quase que simultaneamente. Rayane, Cátia, Anne/Caroline, Paola/Jéssica e Brenda. Fiquei surpreso, é normal uma ou outra sair da casa e/ou voltar, mas cinco em uma semana é algo que nunca tinha visto. Felizmente, mesmo com esse baque, a casa estava em boas mãos, e ainda está. No momento em que escrevi isso, o estabelecimento contava um número considerável de terapeutas disponíveis, bem maior do que no dia que eu fui. Chegaram algumas novatas, voltaram outras. Se bem que mais que quantidade, a casa sempre deu prioridade à qualidade. Eu pude comprovar isso muito bem, por diversas vezes. A minha sexta-feira 13 passou longe de ser um dia assombrado.

Abayo!