https://gparena.net/social-feed-user.php?id=15023
BEIJO
SIM - GOSTEI
ORAL
SIM - SEM CAMISINHA
ORAL COMPLETO
SIM
ANAL
SIM
TAXA ANAL
R$0.00
REPETECO
SIM
Loren ..... de gatinha ..... a onça
Com seus olhos orientais, a exótica beleza brasileira de Loren lhe cai como uma luva quando se torna uma gatinha dengosa. Somente seu eventual (gravíssimo) riso à la Marlene Dietrich a trai, evidenciando que por trás da gatinha existe uma onça. Foi assim nesse nosso enésimo repeteco: começou com uma Loren dengosíssima, e, com o desenrolar do encontro, se transformando em uma onça, insaciável.
Não nos víamos há quase duas semanas. Sempre que a reencontro, de início, fico como um bobalhão admirando Loren da cabeça aos pés. Desta vez ela foi direto para o chuveiro, e quando surgiu na minha frente já estava como Deus a pôs no mundo, peladinha, o que me facilitou enormemente admirá-la uma vez mais, em toda a sua beleza.
Ela estava visivelmente em sua “versão gatinha”. Ficou assim por um tempão. Depois da cascata de carinhos e amassos iniciais, parti para um longo oral que a fez gozar em tempo recorde; em seguida, após curto intervalo, por conta da minha sede de xoxota, ela quase chega a um segundo clímax. Depois disso, ainda na versão gatinha, Loren me faz escorregar sobre seu corpo, toda dengosa, pedindo pau.
Não precisou falar duas vezes. Skin aplicada, nos ajeitamos em “franguinho” e lentamente eu ia colocando só a “cabecinha”, como se ela fosse virgem. A posição favorecia duas coisas que mais adoro: admirar o seu rosto e as suas expressões faciais, e beijá-la carinhosamente em toda a extensão alcançável.
Loren continuou em seu modo gatinha e, por conta de suas fortes contrações, me dava a impressão de que chegara a gozar. Essa impressão me estimulou a ponto de eu ter alcançado dois gozos secos com essa prática. Mais tarde eu iria me arrepender de ter feito este esforço de segurar a ejaculação.
Cumprido um curto intervalo, proponho, e ela imediatamente aceita, uma massagem para aliviar suas dores musculares (Loren anda exagerando na academia). Usei todo óleo de coco que dispunha, e seu dorso inteiro ficou reluzente. Uma estátua. Indescritível aquele corpo perfeito, sem quaisquer exageros, tudo em seu devido lugar e na medida certa.
Monto em seu dorso para facilitar o ataque à nuca e aos ombros, mas não resisto por muito tempo. Estendo meu corpo sobre o de Loren, prendendo ao alto suas mãos sob as minhas, e cobrindo-a de beijos na nuca, orelhas, bochechas, tudo ao alcance. Encaixo o pau em seu bumbum, aplico uma generosa dose de KY preto, e ela começa a rebolar, ainda em modo gatinha. As feições de seu rosto também começam a se transfigurar.
Recado dado, recado recebido. Aos pouquinhos o pau vai encontrando seu espaço, e acaba se agasalhando até o talo. As expressões de Loren são de grande prazer; as contrações no vai-e-vem também. Vamos acelerando. Na tentativa de ajustar nossas posições, perdemos o controle, e começamos a rir; no meu caso, rir e ...... brochar : (
Trauma vencido com humor, higiene feita e pequeno intervalo. A essa altura, após me atacar com um oral de responsa (que me restabelece a paudurescência), Loren abandona seu modo gatinha e entra em modo onça. E quem pode resistir a isso? Ela monta em mim, com suas feições a essa altura já transfiguradas, e começa a me comer. Me desculpem os(as) leitores(as), mas não tenho palavra mais apropriada para descrever a cena. “Loren onça” come sua presa (ou devia chamá-la de Loren Louva Deus?).
Com meu pau milagrosamente ainda em posição de sentido graças ao eficaz trabalho de ressuscitamento, sou “comido” por Loren em várias sessões, que começavam devagarinho e terminavam em ritmo alucinante. Em uma dessas “sessões”, me lembro claramente, mantivemos o tempo todo a posição boca-a boca; bom demais. Em cada sessão que se sucedia eu tinha a impressão que ela havia gozado. Como sempre, não pergunto (não sou besta de perguntar essas coisas).
Loren, que já me conhece de cabeça para baixo, já bem suada e visivelmente satisfeita, inicia então suas manobras que inevitavelmente sempre me levam ao orgasmo de despedida: 1) canguru perneta; 2) kama sutra tupiniquim; 3) rosca dupla invertida; 4) vade retro sêmen retentus; entre outros. Para desespero dela, nenhuma das mágicas operou o milagre pretendido. E realmente seria um milagre, por conta das duas seguradas que o idiota aqui deu no início do encontro.
Como sempre acontece, saí literalmente moído. Na noite que se seguiu, em casa, dormi que nem um chumbo por quase dez horas ininterruptas.
Aqui já estou eu, readquirindo folego para reencontrar o mais cedo possível esse meu amorzinho.
