17 de Outubro de 2024 às 13:20
MANU LECLERC
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BEIJO

SIM - GOSTEI

ORAL

SIM - SEM CAMISINHA

ORAL COMPLETO

NãO SEI

ANAL

NãO

TAXA ANAL

R$0.00

REPETECO

SIM


Manu Leclerc, um novo encontro com essa pimentinha

Manu me aguardava pontualmente no nosso ponto de encontro. Trajava um longo com um caimento perfeito que lhe acentuava seu lindo e arrebitado bumbum. Assim que me viu entrou no carro, foi fazendo a maior festa, pois não nos víamos haviam duas-três semanas. Fomos direto para o Barão do Flamengo, para um encontro de três horas. A caminho nos atualizamos sobre os acontecimentos, falamos de tudo um pouco, de namoros e projetos, e mesmo da Coreia do Norte e do seu rechonchudo ditador. Ainda no carro, ela até me ajudou em dois telefonemas que precisei dar para organizar coisas de minha casa, e que havia esquecido.

Assim que nos instalamos Manu ataca o sandubão natural que eu havia preparado (multigrão da Nema, mozzarella, presunto, ovo caipira estrelado, tomate cereja, orégano e acelga), acompanhado de um Redbull. Matou somente uma metade, guardando a outra para o pós embate. Manu não bebe álcool, malha e preza muito sua saúde.

Como todas as demais vestimentas dela que conheço, basta um ligeiro gesto para que estas, como num passe de mágica, saiam de seu corpo e se espalhem pelo chão. Foi assim que o longo caiu por terra, revelando uma vez mais aquele corpo irretocável, super tesudo. Só restaram seus óculos (de grau, bem considerável) e uma calcinha preta, a qual, logo logo seguiu o mesmo destino do longo.

Manu se deita de dorso, cabeça no travesseiro, clamando por uma massagem, e é prontamente atendida. Óleo no corpo todo, começo pelos pés (sua preferência) subindo aos poucos pelo resto do corpo. Não demora muito, Manu começa a reagir com gemidinhos, que aumentam quando, montado em seu dorso, passo a me dedicar mais às suas mãos, nuca e orelhas.

Quando os demais sintomas de prazer dela surgem (as empinadinhas e reboladas), já começo a perder o controle, e o juízo me leva a encamisar o pau antes que viesse a cometer qualquer besteira. Dito e feito. A essa altura, a lambança e o tesão estavam tal grau que, não demorou muito, lá estávamos a copular (como diria Sheldon Cooper). Não sei como não gozei, pois aquela ppka apertadinha, de dorso, e bundinha empinada durinha, foi uma das posições mais gostosas que já experimentei. Entretanto Manu não aguentou o peso por muito tempo.

Para aliviá-la, alternamos para “de ladinho” e logo depois para um franguinho, mas com penetração bem lenta e superficial; somente a cabecinha, acompanhada por uma chuva de beijos e muitos carinhos. Estava gostoso pra caralho. No entanto as pernas de Manu começam a sofrer um pouquinho com a posição. Nós dois, novamente, quase gozamos, mas ainda não seria desta vez (êta suspense!).

Capítulo seguinte: de quatro, com siririca. Aí a coisa pegou fogo. Resultado: Manu, cai desmaiada para um lado, extenuada e muito satisfeita, eu para o outro. Ficamos assim por algum tempo, até que chega a minha vez.

Manu pega pesado .... me atende em todos os desejos com maestria e grande dedicação (ela adora proporcionar prazer). Rapidamente vou à Lua e volto, gozando como um adolescente e me contorcendo por um tempão; Manu admira sua obra e comenta meus exageros.

Logo em seguida já estávamos cochilando de conchinha, tão profundamente que (soube depois) cheguei a roncar. Quando comecei a me mexer na cama, sabendo que nosso tempo já havia se esgotado, Manu pede mais um tempinho adicional de enrosco, e assim ficamos até o inevitável momento de voltar para nossas respectivas casas.

Ao terminar de escrever este relato, me dei conta de que este foi meu primeiro encontro sem que eu fizesse sexo oral na parceira, exatamente uma das maiores preferências de Manu. E ela não reclamou, pelo contrário, foi super carinhosa o tempo todo.

Vou precisar de outro repeteco para compensar essa falha técnica.

Manu é recomendadíssima aos Confrades namoradores e gentis.