02 de Setembro de 2024 às 11:26
ANA
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BEIJO

SIM - GOSTEI

ORAL

SIM - SEM CAMISINHA

ORAL COMPLETO

NãO SEI

ANAL

NãO

TAXA ANAL

R$0.00

REPETECO

SIM



Com certo atraso, pisei forte na direção da Horus para conhecer a morena Ana, mais uma princesa das tantas da história dessa casa que me fizeram feliz na busca do sexo furtivo. E Ana não deixou cair o nível de satisfação.

Primeiro, uma digressão: alguém já passou pelo susto de abrir a carteira já à porta da sala e se deparar com a falta do numerário suficiente para o atendimento? O frio sobe pela espinha, o corpo gela e é preciso solução rápida.

Sei bem que hoje temos o PIX, mas para quem precisa eliminar rastros pode não ser boa opção. O mesmo se refere a pagamento com o cartão de crédito. Ou seja: o jeito é desenrolar com simpatia e honestidade, na busca de soluções.

“Você tem crédito na casa…”, me disse a menina, com meiguice de apaixonar os insensíveis, após consultar o comando da casa. Me subtraíram dinheiro da carteira e por cinco reais eu tive de encarar a saia justa, abrindo a pecha de devedor no prontuário, débito a ser sanado na próxima visita.

Mesmo me sentindo um lixo, com as asas murchas e a autoestima baixa, não refuguei. Mas só obtive êxito pelo acolhimento da menina. Ana me massageou com aquela mãozinha de maciez indescritível e depois de um oral que me levou ao paraíso se ofereceu ao sexo.

- Como você quer que eu me posicione - ela indagou.
- Como você prefere - perguntei.
- Sentada na maca, de frente para você - ela disse.
- Então eu que você se debruce sobre a maca, com a bundinha empinada - decidi.

Contraria-la, na minha cabeça de morcego velho, tinha o propósito de não permitir que ela optasse pela forma de me finalizar no tempo dela. Mas não funcionou.

E ao perceber que explodiria em segundos, saí de dentro dela e a posicionei sobre a maca para voltar a sugar seu clítoris da forma que merecia - corrigindo ato falho produzido por minha ansiedade. Ana gostou. Gozou. E com os olhinhos cerrados, pediu mais. Gozou. E, desta vez, risonha, ordenou: “Vem me comer…”

Ana é maravilhosa! Penetrei-a, apertando seus quadris, já com saudades daqueles minutos. E gozei com fartura, prometendo deseja-la eternamente, enquanto houver vida safada neste corpo.

Os minutos finais foram de culto aqueles pezinhos lindos, beijos por suas virilhas, cheiros pelo pescoço e beijos lânguidos em sua boquinha bem desenhada.

Meninas e meninos, o sexo com poesia é muito mais gostoso…