01 de Setembro de 2024 às 19:02
MANU LECLERC
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BEIJO

SIM - GOSTEI

ORAL

SIM - SEM CAMISINHA

ORAL COMPLETO

NãO SEI

ANAL

NãO

TAXA ANAL

R$0.00

REPETECO

SIM


Manu, a revelação do ano (para Holmes)

Como confessei há uma semana atrás, seria inevitável esse repeteco. Mais facetas interessantes de Manu acabaram se revelando, assim como outras se reforçando. Dentre as novidades: seus gostos e preferências, seu especial senso de humor (bem particular) e sua teatralidade, entre outras. Os aspectos que já havia notado no primeiro encontro, já relatados, e que se reforçaram agora no segundo são: sua autenticidade, forte personalidade (mandona) e espontaneidade. Isso, sem falar de seus atributos estéticos e seu desempenho, os quais já elogiei bastante.

Desta feita, Manu estreava cílios novos (sem exageros) que havia colocado na véspera. Junta a isso um gloss labial, um vestido esporte discreto e de bom gosto, uma bela sandália, e é tudo. Uma transeunte normal, bem atraente.

Fomos juntos ao local do encontro. A caminho já conversamos bastante. Manu é cheia de projetos bem interessantes, e parece que rala bastante para concretizá-los. Ela gosta muuuuito de sexo, tanto na vida civil como na profissional. Condições: sexo saudável, carinhoso e bem feito. É assim que, ao chegarmos, sem qualquer constrangimento, vai logo se desfazendo do bonito vestido de menina que usava, ficando peladinha na minha frente antes mesmo que eu esboçasse qualquer ação. Ela não tem mi mim mi, vai direto ao assunto. Não é de ficar usando lingeries de sex shop e adereços similares. Seu corpo, 100% natural, me desperta muito tesão, e ela sabe bem disso. Bunda e peitos arrebitados e bicudinhos, toda perfeitinha e durinha.

Se esparrama sobre a cama de bruços e de cara vai logo pedindo um repeteco da massagem do primeiro encontro; aliás, pedindo, não .... Manu não pede, ela manda (mandona que só ela). Desta vez, ela quer que eu use o creme profissional (RAAVI). “Xácumigu”, digo eu, e começo a lambuzar ela todinha. Manu esboça um sorriso safado, e adora. Quando minhas mãos passam pelas suas, ela as segura e aperta com carinho, largando logo depois, para que continuem seu serviço. Logo logo, a montada sobre seu dorso é inevitável e a continuação da massagem de corpo sobre corpo esquenta as coisas.

Como no primeiro encontro, Manu, apressada, quer logo se virar, mas não deixo, pois passo a incluir nos trabalhos, também, a área compreendida entre o bumbum e a alta periquita, agora já com o uso do KY. A prioridade são os lábios (mas não exclusivamente). Durante as manobras, qualquer toque meu próximo ao anelzinho é imediatamente seguido por uma advertência aguda e bem sonora. Mesmo sabendo que é zona proibida, o safado do Holmes às vezes “se esquece” e escorrega por lá. No próximo encontro vou dar um apito para ela usar caso eu venha a ultrapassar a fronteira proibida. Como não quero ficar traumatizado, certamente acabarei sendo menos afoito.

Agora de barriguinha para cima, nem dou tempo para ela se tocar (com tem o hábito de fazer). Ocupo o “território” antes que ela o faça, ao mesmo tempo em que me dedico aos seus seios, bem sensíveis; enquanto isso, ela procura meu pau com as mãos, me punhetando. Manu aprecia bastante a estética fálica, a exemplo de diversas civilizações e culturas que nos antecederam. Acho que é um dos sintomas de sua pureza e autenticidade .... ela afirma essa preferência com todas as letras: segura com firmeza, olha de todos os ângulos, analisa, pergunta, comenta. Não preciso dizer que a essa altura, o pau lateja (sim amigos, por incrível que pareça, em circunstâncias especiais, isso ainda acontece comigo). Também constato que periquita encharca, anunciando que é chegada a hora do xup chup lamb lamb; hora do famoso oito carpado.

Posicionado confortavelmente, e sempre bem orientado por Manu, começo os serviços orais. Sua felicidade e prazer são evidentes. Suas mãos apertam, ora a fronha, ora minhas mãos, ora minha careca. Manu geme o tempo todo (baixinho), se retorce, ergue as pernas ao máximo que consegue deixando sua xexeca cada vez mais “oferecida”. A massagem no G point complementa a ação oral. Transcorrido algum tempo ela tem um gozo longo e profundo, sem escândalos.

Safado que sou, me aproveito da xoxota inchadinha; visto rapidamente o pau, e emendo um papai mamãe bem apertado, seguido de várias posições facilmente proporcionadas tanto pela flexibilidade como pela disposição de Manu em sempre ensaiar movimentos e posições que nos proporcionem maior prazer. Nesse quesito ela é inigualável. Percorridas as variações, eu freando o tempo todo para poder continuar a curtir a “metelança” (= meteção + molhança), até que precisamos de um intervalo por conta de um pequeno incomodo que Manu tem.

Vencido o probleminha começamos a conversar, eu com a mão na coisa, e ela com outra coisa na mão. O assunto predominante foi sexo, preferências, tudo sem o menor constrangimento, numa boa. Sexo no civil, sexo no trabalho, frequência, descobertas, casos engraçados ou escabrosos, preferências, etc. Ficamos assim nos conhecendo melhor, nos preparando para aproveitarmos cada vez mais os futuros encontros que certamente vão acontecer. Não é necessário dizer que a conversa resultou em nova sessão que me levou rapidamente ao clímax até então evitado.

Dois conselhos aos(às) visitantes (sim, ela também gosta de meninas) e colegas foristas que optem por convidar Manu: 1) sejam gentis e carinhosos(as) com ela .... a retribuição será à altura; e, 2) sejam obedientes, pois a Pestinha não é mole não; tem comportamento de filha única, mimada, fica braba quando é contrariada, e é muito ciumenta. Mas acreditem, é um doce de pessoa. Engraçada e divertida que só ela. Vinda do centro do Sertão Nordestino, diretamente para Copacabana, essa é a original flor de mandacaru. Que Deus a mantenha assim por muito tempo. Recomendadíssima!