BEIJO
NãO SEI
ORAL
SIM - SEM CAMISINHA
ORAL COMPLETO
NãO SEI
ANAL
DISSE QUE FAZ
TAXA ANAL
R$0.00
REPETECO
NãO
Eu nem tinha pretensões de sair do largo da Carioca que é meu costumeiro lugar para saídas, mas deu uma vontade de rever meu primeiro lugar no Centro a antiga faixa do puteiro vertical mais amado da região, nada mudou, aquela eterna banca de jornal vendendo apostilas para concursos, um negócio alheio na portaria do prédio (conserto de relógios dessa vez), e logo no fundo aquela assombrada escada que tantas vezes percorri em minha juventude. Era época de panfletagem em 1999, eu aproveitada para visitar os andares com muita disposição e aquele lugar fervia. Mas hoje não sou mais aquele jovem outrora cheio de vida, agora com certa idade preciso de cuidados e me pareceu bem usar aquele elevador que parece ser mais velho que três gerações passadas, as portas são manuais e retráteis, apertei para o quinto andar e lá se foi, o suspiro de minha parte é que quando chega entre o quarto e o quinto o elevador treme a ponto de me fazer rezar todos os santos, talvez evite ele na próxima vez.
Infelizmente não há mais nada no quinto andar, mas era o mais quente devido ao seu telhado sem teto, talvez seja melhor ser desativado mesmo, desci para o quarto pela escada não antes de despachar o elevador de volta, e avisto apenas uma mulher robusta meio fora de forma e com cabelos maltratados parecendo uma boneca de rua encontrada no chão só de calcinha, rs, no caso ela sentada, desci as escadas e no corredor tinha ela quase na porta do terceiro andar Kelly, só de sutiã e calcinha vermelha, morena jambo de cabelos castanhos lisos até o pescoço e um linguajar vulgar, pergunto se ela curti um oral sem capa e a mina topa na hora, era só isso que eu precisava! Chegamos para marcar o programa no balcão e aquele som infernal de música ruim alta me incomoda, mas a silhueta formosa de minha Kelly ajuda a esquecer um pouco, ela me deixa na cabine, mas eu pedi para lavar o bilau lá no banheiro primeiro, depois de me higienizar ela estava me esperando já devidamente nua.
Toca o meu tema aí DJ: Ken Masters Stage SF2 classic
Round 1 fight
Eu imediatamente sento na maca e deito as minhas calças para aquela mamada no esquema do trash para não perder o costume. Tentei pensar em algo para ilustrar esse momento mas é só imaginar ela de pé em posição de L invertido mostrando sua rabeta e uma mão minha lá enquanto com outra mão eu prendo seus cabelos para sua mamada amplificar meu prazer. Nesse tempo ela pede para descansar e sobe na cama fica de quatro ainda me mamando enquanto estou ainda buscando concentração em meio ao parlatório das meninas misturado com música alta de baixo teor intelectual. Ativo meu sentido predatório e o pau volta a subir dando sinais de vida, peço para ela mamar até o fim, ela só não deixa gozar na cara e mas parecia disposta a deixar na boca, só que o tesão pela raba dela falou alto e decidi deixar ela de quatro, moleque encapado e bala na agulha, meti frenéticamente até minhas forças se esgotarem com o calor já estressante. Suado e cansado ela tira o capote e mama novamente só que eu estava de joelhos em cima da cama e pelado quando me dei conta que me despia comendo sua generosa.
Round 2 fight
Após um breve descanso rápido ela voltar a me mamar enquanto finalmente consigo deitar parcialmente naquele cafofo, mal ela dá uma montada em cima e nosso tempo já estava nos minutos finais. Me esforcei para meter no ppmm até esgotar nosso evento.
É isso que dá viver no trash, as vezes tem que concentrar muita força para gozar. Mas considero que mesmo faltando alguns elementos não posso positivar ou negativar, teve coisas boas ali para aproveitar, talvez eu aproveite mais na próxima visita.
Escrevi até da mesma forma que iniciei os meus relatos no finado Orkut, aquilo era uma jóia rs
Thats All Folks
