10 de Maio de 2024 às 15:30
KAREN AGUILAR
https://www.barravipsrio.com/acompanhantes-rio-de-janeiro-karen-aguilar
BEIJO

NãO

ORAL

NãO SEI

ORAL COMPLETO

DISSE QUE FAZ

ANAL

DISSE QUE FAZ

TAXA ANAL

R$0.00

REPETECO

NãO

Barra VIPS + Copacabana, binômio para uma provável derrota

Sempre reflito bastante antes de publicar um relato negativo. Afinal, isso quase sempre resulta numa diminuição da expectativa de receita para a menina em causa, o que é muita responsabilidade por parte do forista relator.

Por outro lado, foram-se R$500 para a bolsa de uma menina que concorre no mercado com outras que prestam serviços de qualidade incomparavelmente superior. Consequentemente, não penalizá-la implica em penalizar as demais, o que não parece justo.

Encontrei a Karen em https://www.barravipsrio.com/acompanhantes-rio-de-janeiro-karen-aguilar (creio que ela já não consta mais no site). Na consulta inicial me informou: “$700 1h. Incluso massagens, beijos na boca, finalização no oral e anal.”. Agradeci e declinei, afirmando que estava muito fora do meu padrão. Horas depois, após me perguntar sobre o meu “padrão”, ela retorna com a opção de 2h, completa, por R$500. Topei e marcamos para hoje, sexta, às 11:00.

Seu apartamento é em um prédio residencial (Nossa Senhora de Copacabana, na altura do Copacabana Palace). Ela vinha de uma caminhada; nos encontramos na porta do seu privê. Karen é muito pequenina (menos de 1,5m), corpo magro e bonitinho, peitinhos meio caidinhos, e um rosto bem aquém do que o da foto que publica. Diz que tem 19 anos.



Foi o prive mais bagunçado e sujo que jamais conheci. A cama não ficava por menos, roupa de cama imunda. Fiquei de pé atrás, bem preocupado com a higiene. Enquanto ela tomava sua ducha, eu catava guimbas de cigarros pelo chão e ia percebendo mais sinais ainda de desleixo.

Fui muito burro. Tal cenário seria mais do que suficiente para justificar um destrato do que havia sido combinado. Ao invés de desistir, burro, deixei sobre uma mesa o valor que havíamos combinado.

De volta ao quarto, peladinha e se comportando como um animalzinho triste que se encaminha para um inexorável abate, Karen inspira pena. Conta as cinco notas e, sempre cabisbaixa, se encaminha em minha direção.

Tento tornar o clima menos pesado, conversando, brincando, deixando-a bem à vontade, sem tocá-la, a menos de poucos suaves carinhos em sua face e braços.

Não funcionou. Ela continuava como uma boneca de pano, parada à minha frente, inerte, com os braços estendidos e cabisbaixa. Somente às vezes esboçava um mini sorriso, mas logo em seguida voltava a exprimir tristeza.

Resolvi acabar com a deplorável cena, deitando-a de bruços, e, com uma trilha sonora do fabuloso Daniel Namkhay como melodia de fundo, iniciando a infalível sensitive com óleo de amêndoas doces.

Passados uns 15’, pensei em estar indo bem e tento então leves bitocas laterais em sua boca. Esta, fechada estava, e fechada continuou. Abriu só para me perguntar:” vai querer beijo? Vai querer beijo de língua?”. Para mim, frase definitiva para desencadear uma broxada de horas.

Resumo: confessou que estava com inflamação na garganta, e que não queria transmiti-la para mim. Louvável atitude, mas não para ser tomada na hora do “vamos ver”, até porque “beijos” era um dos itens constantes explicitamente em sua comunicação comigo.

Nem discuti, nem ouvi propostas que ela tentou me fazer. Encerrei o atendimento, me vesti rapidamente, e tirei o time. Enquanto isso ela, ao telefone, já emendava outro atendimento. Provavelmente mais uma reincidência.

Foram quinhentas pratas jogadas no cesto de lições aprendidas por Holmes. Podiam estar na bolsa de uma das várias meninas que nos atendem de forma tão carinhosa. Uma pena.