BEIJO
SIM - GOSTEI
ORAL
SIM - SEM CAMISINHA
ORAL COMPLETO
DISSE QUE FAZ
ANAL
DISSE QUE FAZ
TAXA ANAL
R$0.00
REPETECO
SIM
Fazia tempo que eu queria conhecer a Dark Room, que sempre me chamou atenção com um elenco belíssimo. Já tinha até um alvo na casa, mas ao pedir o catálogo para a simpática atendente, qual não foi a minha surpresa ao ver a Yasmim Surfistinha no time. Fiquei na dúvida, mas como não sabia se a menina atuaria de forma fixa na casa ou se ela seria uma andarilha, lembrei dos seus relatos interessantes aqui no fórum e optei pelo atendimento da morena. Fiz a marcação com uns 3 dias de antecedência, confirmei pela manhã e parti pro privê após um dia de expediente estressante.
A PRAIA:
A Dark Room fica na Uruguaiana, no topo do Edifício Patrimônio, na Praça Olavo Bilac, n° 28. É necessário um cadastro para acessar as catracas, pega-se o elevador até o último andar e de lá há um acesso por um pequeno lance de escadas até o que eles chamam de cobertura, e é em uma dessas coberturas que fica a casa. Fui saudado pela recepcionista, que me encaminhou até o quarto. Não contei quantas saletas de atendimento tinham, acredito que sejam umas 5, separadas por gesso até o teto, o quarto não é grande, mas tem ar split dividido entre as baias, cama numa altura boa e lençóis branquinhos, cabideiro, puff para deixar os pertences. Fiz o pagamento, que é adiantado, e logo chegou a Yasmim (meio tímida no início), ela falou comigo e perguntou se eu queria me banhar, com a resposta positiva, foi-me oferecida uma toalha ensacada personalizada do estabelecimento. Em seguida, a gatinha me levou até o banheiro, que é simples, estava seco, com sabonete líquido, chuveiro desses mais comuns mesmo com diferentes tipos de temperatura. Fiz a higienização e a Yasmim estava no corredor me esperando. O pessoal da casa teve cuidado na hora do banho para que eu não pudesse esbarrar com outro cliente ou outra garota (não que para mim fosse problema esbarrar com as pervas...). Como o local não é muito grande, foi possível escutar algumas movimentações e alguns rápidos diálogos vindos do corredor enquanto estive lá. Nada que desabonasse ou estragasse a experiência e que seja muito diferente do que acontece em todos os privês.
Nota: se você for um fresco, um mala, um menino luxento e que transa de meia, sugiro que procure outro lugar.
A SURFISTINHA:
Finalmente, voltei ao quarto e a Yasmim foi avisar para a secretária do início do programa. Apesar da Surfistinha ter logo tirado a roupa, deu pra perceber que ela estava com um biquini preto, e ela me confessou que gosta de ficar assim pra fazer os atendimentos. Será que é por causa do nome de guerra que ela usa essa moda praiana? A menina é bonita de rosto, acho que quanto a isso não há muito o que se alongar, o conjunto: olhos, nariz e boca muito bem desenhados. Aparenta ter 20 e poucos anos, mais ou menos 1,60 de altura, é falsa magra, tem peitos pequenos e o quadril é generoso pro seu biotipo. A marquinha de biquini estava em dia junto ao seu corpo bronzeado. A garota é morena, mas está com algumas mexas loiras no cabelo, que a meu ver, caíram muito bem para sua imagem.
NAS ONDAS DA YASMIM:
Apesar do nome sugestivo do lugar, escolhi a luz clara para o enrosco, com a justificativa para a menina de que ela era bonita demais pra ficar “escondida”, ela soltou um lindo sorriso e me agradeceu. Como dito anteriormente e já relatado por alguns confrades, de início a Yasmim fica mais na dela. Apesar de já se encontrar desnuda, a gente bateu um papo rápido pra descontrair. Interessante que eu perguntei pra dama o que ela curtia e fui desafiado a descobrir. Foi nessa hora que nós rimos de alguma bobeira dita por mim, ela disse que eu era engraçado. Então, decidi avançar o sinal e fui em direção a sua boca e seu pescocinho. A boca dela além de bonita, tem lábios carnudinhos e acho que isso influencia na forma da garota beijar. As línguas começaram a se engalfinhar suavemente e do nada a Yasmim apertou meus lábios e deu umas mordidinhas. Pensei se poderia fazer o mesmo. Fiz e deu onda, não paramos mais de usar isso nos beijos. Fico excitado só de lembrar.
Mas a Yasmim não queria ficar só nisso e já foi alisando meu pau ainda coberto pela minha cueca. Chamei-a de safada, ela disse que safado era eu, por estar naquelas condições. Decidi que iria surfar mais na beira de sua praia. E assim iniciei meus desdobramentos linguísticos em seu sexo. A menina é cheirosa, odor zero, toda lisinha. Beijei também todo o seu corpo, fiquei um tempo chupando seu cuzinho, que só é liberado mediante taxa, a qual nem perguntei o valor, daí voltei pra sua bucetinha, a menina gemia gostoso, até que a mesma deu um sobressalto, apontou o dedo pra mim e disse que seria a vez dela me fazer oral.
O boquete da Surfistinha é bom, não fica focado somente na cabeça, ela baba a rola toda e punheta de leve, por incrível que pareça não me veio aquela sensibilidade ruim que sinto, fui deixando ela trabalhar ali. E notei pelo espelho lateral que a safadinha estava olhando também para o espelho e fazia caras e bocas bem sexys ao executar o oral. Nesse momento ela revelou que gostava de transar e ficar se olhando. A safada é bonita e sabe disso. E aquilo me deu mais tesão, foi me aquecendo em seu calor. Acabei interrompendo o ato e a comuniquei que precisava penetrar em seu corpo.
Pedi licença e introduzi o pequeno Dig em sua vagina apertada. A fdp manja um pouco de pompoarismo também e percebendo que no início do ppmm, eu estava meio que enrolando pra me adaptar e não acabar logo com a bateria, ela ficou praticando essa arte e mordendo meus lábios (que covarde kkk). Comi ela na posição de quatro apoios, nessa posição ela fica muito safada rebolando e a cada parada do seu parceiro, a Yasmim começa a jogar o quadril pra frente e pra trás, praticamente ela engole nosso pau e depois cospe, engole e cospe, a gente nem precisa se esforçar... Yasmim quis cavalgar de frente, quando eu aproveitei pra chupar mais um pouco seus peitos, porém nessa posição eu não estava tão confortável. Invertemos e a meu pedido, a Yasmim jogou as pernocas por cima dos meus ombros, pois eu queria ver minha pequena ferramenta entrando por completo na magrinha. Ainda usei uma almofada pra apoiar e levantar os quadris da Surfistinha e o encaixe foi instantâneo.
Fui só navegando pelo mar, flutuando o seu ar, mergulhando sob a luz, e deslizando aquele céu. Aumentei a velocidade das estocadas, por vezes eu perguntava se estava de boa aquela posição, se as pernas dela não doíam ou cansavam. Eu forçava meu peso no dela, até que ela disse pra continuar daquela forma, que aquilo a deixava excitada e arrepiada, que era pra não parar, começou a gemer mais forte e falar putarias. Em time que tá ganhando não se mexe, né? Eu disse que daquele jeito eu iria gozar, a safada ainda me puxou pra baixo e começou a beijar com mordidas, e aí foi que o barraco desabou e nessa que o meu barco se perdeu. Ejaculei forte, parecia uma torneira dentro dela. Até pensei em gozar em sua boca, tive o sinal verde dela (que só disse que não engolia), mas decidi que queria mesmo esporrar naquela bucetinha quente como as noites quentes de verão. A safada ainda prendeu meu corpo um pouco, meio que pra tentar extrair mais seiva de mim, antes que eu conseguisse me livrar de suas garras e tirar o pequeno de sua cavidade.
Suamos bem, até diminuímos a temperatura do ar condicionado, me limpei, a gata foi se banhar também. Conversamos antes do segundo round. Yasmim perguntou se eu conseguiria meter e gozar de novo, e eu respondi que talvez só rolasse a primeira opção. Nos beijamos, a pica já deu sinal de vida novamente, chupei aquela bucetinha com mais afinco, dessa vez recebi elogios da gata, que quase chegou lá (ficando bem molhadinha), ou se chegou não me falou: ela só disse que eu era sinistro chupando uma buceta. Mentiras sinceras sempre nos interessam kkk.
Num piscar de olhos, eu já estava encapado e deslizando dentro dela outra vez. Como tinha gostado da experiência de comer ela de quatro, praticamente ficamos a maior parte do segundo coito nessa posição. E mesmo com as reboladas, eu dando o meu máximo de modo que o barulho do sexo e do bater das coxas com certeza ecoavam pelo ambiente, as minhas pernas já não aguentavam, e nem a visão (pelo espelho) das feições sexys da Surfistinha pedindo rola, foram suficientes para que eu chegasse a outra ejaculação. Cansei e me deitei ao lado dela, me dei por vencido e disse a ela que ainda bem que não tinha garantido nada mesmo... E ficamos de papo e alisamentos até o toque do alarme, que indicava o fim do meu passeio litorâneo.
Curti o atendimento, a menina me pareceu ter uma pegada mais safada do que namoradinha, interagiu bem e não negou fogo. Apesar de um pouquinho retraída no início, ela virou rapidamente a chave e mostrou seu lado devassa de ser. É bela, cheirosa, divertida e sem frescura. Vale o confere, além do bom custo benefício.
Corri depressa pra me arrumar, eu sabia que a menina tinha outro atendimento (pelo visto ela anda bem requisitada). Achei por bem liberar ela, que me deu um beijo de despedida e foi se aprontar pra encontrar um outro felizardo. Na saída, a recepcionista me levou até a porta e por coincidência outras 3 princesas da casa (um delas o meu alvo citado no início do relato) também estavam indo embora, pois era fim de expediente pra elas. E acabamos pegando o elevador juntos e bati um papo rápido com uma delas. Com certeza esse não vai ser o meu último TD na casa.
Até a próxima DigAventura!
