13 de Abril de 2024 às 06:26
DAY MINEIRINHA
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BEIJO

SIM - GOSTEI

ORAL

SIM - SEM CAMISINHA

ORAL COMPLETO

SIM

ANAL

NãO SEI

TAXA ANAL

R$0.00

REPETECO

SIM

Em casa trabalhando, sossegando, tentando não pensar em putaria. Chega uma mensagem do camarada DelanMax, que foi quem fez os contatos iniciais com a Day: mano, vai nessa mina, fala com ela, pede mais detalhes, pede foto, pede vídeo, pede logo em casamento. A mina é um sensacional, mas eu não vou conseguir marcar por causa de trabalho. Vai lá tu e me conta.

Missão dada, missão cumprida. Cerveja aberta, cerveja bebida. Calcinha arriada... bem, acho que vocês entenderam. Fiz os contatos iniciais e a Day foi muito o objetiva na marcação. Mineirinha, mandou na lata: gostou das fotos, vamos marcar uai. Ainda me provocou com vídeos e algumas selfies: te atendo cedo pra te dar prazer cedo.

Agendamos para o dia seguinte em seu local no centro, Álvaro Alvim 37. Como já andei muito por ali, fiquei surpreso por ser uma sala que eu não conhecia. Achei o esquema bem organizado, corredor com vários quartos lado a lado, chuveiro dentro do quarto, cama de bom tamanho e alta (a altura é fundamental, detesto colchão no chão ou cama baixa).

Fui recebido pela própria Day na porta, que me conduziu até o quarto. Estava de lingerie preta, os seios volumosos querendo saltar do decote e um tecido fininho que descia do top até a calcinha, fingindo que cobria alguma coisa. Estava de cabelos molhados e sem maquiagem. Pediu desculpas por não ter conseguido escovar os cabelos, pois tinha chegado direto da academia. Disse que na próxima ia caprichar mais (e eu ali paralisado diante da beleza desta mocinha).

Nos beijamos. Uma boca macia, os lábios bem desenhados e uma língua que ela usava para ocupar minha boca sem qualquer restrição. Estava cheirosa, o perfume instigando ainda mais a vontade de morder seu pescoço. Mordi. Ela pegou minhas mãos e levou por seu corpo. Se livrou do sutiã e me fez apertar os seios fartos. Apertei sua bunda olhando-a pelo espelho – ordem dela mesma. Minha cueca foi parar no chão. Day me masturbava enquanto nos beijávamos.

O que você quer fazer? ela perguntou durante o amasso, quer que eu te chupe? Ou prefere me chupar? Um pouco de cada, respondi. Vou me deitar e você me faz gozar então. Depois eu te chupo e quando estiver bem duro, vou me acabar de sentar. Gostei do script, falei, enquanto ela se posicionava. Vou dizer pra vocês: já tinha um tempinho que eu não provava uma buceta tão gostosa. A Day é forte concorrente ao prêmio Black Angus GPArena 2024. Criada solta no pasto e de procedência controlada, aquela boceta é o puro wagyu do buceteio, toda trabalhada na maciez e suculência, derrete na língua que é uma beleza. Faltou só uma boa Double IPA pra harmonizar durante a chupação, mas fica pra próxima. Enquanto recebia minhas linguadas e gemia, aproveitou pra mexer com meu ego: nossa, como você chupa gostoso, fez curso, foi? Você é muito bonito, e chupa pra caralho ainda. Vou gozar muito! E quando gozou, me deu um puta um empurrão na cabeça. Depois pediu desculpas. Me perdoa, é que ficou muito sensível.

O boquete da Day foi fenomenal. Acho até que ela deveria anunciar "boquete completo ✅️ – o original, não aceite imitações". Pau, bola, saco, garganta, nada ficou incólume, tava tudo no pacote. Gosta de beijo grego?, perguntou, já se empolgando. Não muito, prefiro sua boca na minha rola, respondi. Diante da minha recusa, se dedicou a engolir meu pau até lacrimejar. Quando julgou que o pobre coitado estava duro o suficiente, me intimou a continuar deitado que ela queria sentar. E foi exatamente o que fez: sentou e quicou alternando posição e velocidade. Quando cansou – ou ficou satisfeita – passou a se esfregar enquanto sequestrava minhas mãos pelo seu corpo. Aproveitei a empolgação para enforcá-la. Quando achei que era demais e poderia machucá-la, tirei a mão. Imediatamente ela pegou em meu braço e me pediu que continuasse. Tá gostoso, não para.

Quero que me coma de quatro, foi a ordem para trocarmos de posição. Cama alta, a posição ficou perfeita. Do lado de fora do colchão, eu a estocava e observava pelo espelho que ela estava curtindo tanto quanto eu – ou encenava muito bem, sem exageros, o que é mérito e não o contrário. Trocamos e, por cima de uma das coxas dela, penetrei-a com seu corpo de lado, o que favoreceu muito o contato. O tesão era tanto que a vontade era de colocar mais fundo do que eu alcançava. Fomos para o papai-mamãe, mas a Day queria mais: fez questão de colocar as pernas em meus ombros, eu estava quase entregando os pontos. Ela percebeu e me travou: não goza assim, quero leite na minha boca. Quase que o pedido tem o efeito contrário, tamanho tesão que aquela proposta me deu. Pedi que ela deitasse na cama, de bruços, bem devagar, mas bastante profundo. Meu corpo sobre o dela, eu acariciava sua nuca, apertava o pescoço e ainda dei um tapinhas no seu rosto. Do espelho, ela me olhava e sussurrava topo tipo de palavrão. A vontade veio de novo. Não goza assim, ela repetiu.

O ápice veio quando eu estava de pé, já sem camisinha, e a Day ajoelhada diante de mim, a boca aberta e a língua pra fora pedindo "leite na cara da sua puta". Antes, ela quis saber como eu queria, se eu ia me masturbar ou se ela faria isso por mim. Chupa meu pau que eu gozo, ordenei. Ela se dedicou e o gozo veio. Experiente, controlou meu pau com mestria, me fez gozar uma parte diretamente em sua boca, mas o restante ela quis nos lábios, no queixo e na bochecha. Depois abriu a boca, me mostrou o gozo na língua. Por fim, cuspiu tudo nos seios e ficou espalhando com as mãos. Anestesiado e sem forças para qualque reação, fiquei admirando aquele desleixo provocativo, uma sujeirada deliciosamente excitante.

Conversamos enquanto eu tomava banho. Depois me deitei na cama e emendamos mais um papo. Vou tomar banho também, posso? Tenho que tirar teu leite do corpo. Consenti, obviamente. Seguimos o papo, mineirinha boa de prosa. Quando me dei conta da hora, fui trocar de roupa para não atrapalhar. Tá bom, meu amor, mas não precisa ter pressa, disse me acariciando enquanto sorria.

O encontro com a Day foi devastador. Parte do meu coração ficou ali naquele cubículo. Cheguei em casa com mais tesão do que saí, quase cometendo a loucura de voltar naquele mesmo dia. Menina gente fina, sotaque sensual e um jeitinho carinhoso. Quem for de coração despreparado, sai apaixonado. Além de ter um corpo delicioso e uma cara de sapeca, ela gosta muito da brincadeira. Não foi passiva em nenhum momento, justo o contrário: propôs posições, ajudou com o roteiro, fez questão disso e daquilo. Esqueci completamente que estava com uma GP. Era simplesmente uma companhia que estava com uma disposição absurda para foder. Repeteco certo e fácil. Quase sociedade.