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BEIJO
SIM - GOSTEI
ORAL
SIM - SEM CAMISINHA
ORAL COMPLETO
SIM
ANAL
SIM
TAXA ANAL
R$0.00
REPETECO
SIM
A Clara é aquela mulher gostosa, daquelas que afrontam o tempo e parecem jamais perder o viço. Deixava marmanjo com tesão aos 18 e vai continuar virando pescoços indefinidamente. É a personificação da Milf, mulher pra foder com gosto, que você olha de cima abaixo e sabe que pode ir com vontade porque a estrutura aguenta.
Os beijos levaram a boca da Clara pelo meu corpo. Com meu pau em seus lábios, me mostrou que se nada mais desse certo naquele dia, o boquete era um motivo justo para se estar vivo. Olhava pra mim o tempo todo, desaparecia com meu pau em sua garganta e ainda conseguia a proeza de usar a língua pra acariciar meu saco. Seus olhos eram de fera, por vezes parecia possuída. Se aquilo era um ritual de exorcismo, minha rola estava a ponto de explodir em água benta pra todo lado. Sugeri um 69 e ela concordou. Montou minha boca e voltou a me sugar enquanto eu explorava sua anatomia. Entre sussurros, tirou meu pau da boca, me olhou pelo espelho e me fez rir com seu comentário: tu sabe chupar uma boceta, né? Na sequência, percebi que, apesar to tesão, ela estava com dificuldade de se concentrar, algo comum para algumas mulheres durante o 69. Tirei-a de cima de mim, ordenei que deitasse e falei: deixa eu te chupar direito, vai.
Após o gozo, ela veio cavalgar. Ali, aqueles 3 ou 4 centímetros a mais de pau fizeram falta. O prato da Mama Clara é receita de fartura e eu me lambuzava naquela macarronada com mero um palito de dentes. Ela sentou, cavalgou, se esfregou, e sei lá mais quais verbos ou metáforas utilizar. Depois alternamos com ela de quatro na cama, de bruços e ppmm. Vendo o suor escorrer pelo meu rosto, me de uma folga: pediu que eu ficasse na beira da cama pois ira sentar de costas enquanto eu esbofeteava sua bunda. No meio das estocadas o telefone tocou. Ela sequer fez menção de atender, mas o som era insistente. Então me dei conta do tempo. É o nosso horário? É, respondeu, ainda comprimindo meu pau entre suas pernas. Depois se irritou e desligou o telefone. Puxa, lamentei, nem comi teu cuzinho. Se você não demorar muito, dá tempo, disse enquanto alcançava o gel na cabeceira. Se posicionou de quatro da beira da cama e me puxou pra dentro de si. Abusei da sua generosidade por mais uns cinco minutos e relaxei meu corpo acoplado ao dela durante as estocadas que culminaram em um gozo indescritível.
