02 de Março de 2024 às 15:59
GEOVANA LUZ
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BEIJO

SIM - GOSTEI

ORAL

SIM - SEM CAMISINHA

ORAL COMPLETO

DISSE QUE FAZ

ANAL

NãO

TAXA ANAL

R$0.00

REPETECO

SIM







BUSCA FRENÉTICA

Uma nuvem que parecia recheada de chumbo, dessas com expressão de forista maluco, pairava sobre a paisagem bucólica da romântica Tijuca. Dentro do escritório, eu pesquisava em diversos sites por alguma possível candidata a saciar o meu inesperado surto da libido. Sim, o libertino precisava se alimentar da textura feminina, necessitava sorver a ambrosia vaginal.

Aqui, faço uma breve interrupção para tentar compreender o porquê de tantas mulheres — quando perguntamos se beijam e se fazem sexo oral sem preservativo — respondem: “depende da sua higiene”. Além de brochante, é uma resposta cretina, pois não é possível que a garota que argumenta isso espere que o possível cliente confesse que é porco e que então deixará o encontro para a próxima, quando estiver mais limpinho. Pior, se o cliente for porco, é mais patético ainda a moça supor que com o alerta ele irá tomar banho de cloro para atender a exigência. Por falar em exigências, há mulheres que colocam tantas restrições no anúncio que me causa a impressão de que não irei fazer sexo, mas prestar um depoimento na Polícia Federal.

Após muitos contatos e muitas respostas que causariam impotência sexual definitiva até ao Kid Bengala, encontrei a eleita. Geovana é uma paranaense de 24 anos, doce, carinhosa, beijoqueira, possui corpo mignon, dotado de seios médios, bundinha arrebitada e total entrega ao parceiro. Informou-me atender em sua residência, em uma rua de Vila Isabel que me é familiar. Fiz a entrevista básica, respondeu tudo com rapidez e foi aprovada com louvor. Decidi conhecê-la pessoalmente.

ENCONTRANDO FORRESTER

Quando estacionei o Sucatão na rua do destino, em Vila Isabel, pude perceber e me lembrar que ficava às margens do Morro dos Macacos, mas tudo estava tranquilo, em uma calmaria de dar sono. Era início da noite. Entrei no condomínio, informei o apartamento que pretendia ir, o porteiro perguntou meu nome, avisou à moradora pelo interfone e segui sem qualquer outra interpelação. Tudo fluiu bem.

Subi umas escadas e quando alcanço o bloco de Geovana, ela me esperava gentilmente na portaria. Gostei do que vi. Conduziu-me ao seu apartamento. Quando entrei, me vi de rodeado de estantes cheias de livros e quatro gatos que me olharam com desconfiança. A menina é leitora assídua, uma virtude que sempre me surpreende e agrada. De fato, Geovana é inteligente, alegre e espontânea — fatores que iluminam um QI acima da média.

Geovana se despe e fica somente de calcinha e sutiã, exibindo a perfeição curvilínea das ninfetas. Sentou-se comigo no sofá da sala e me atacou com amassos potentes, ávidos e com beijos de sugar a alma. Pikachu — o breve — respondeu com uma ereção indômita e imediata, atendendo às chamas erógenas que emanavam da minha fogosa companhia e aos apelos do Viagra que ingeri em jejum uma hora antes do encontro.

A ROSCA E O PARAFUSO

Geovana me puxa para o quarto, atravesso a trincheira de gatos desconfiados, ela fecha a porta da alcova e desnuda-se. Como eu disse antes, um delicioso filé mignon mostrando que seria toda minha, com vontade e entusiasmo. Ela se deita, nossos corpos entram em atrito, o ar-condicionado ligado não impedia que transpirássemos. Temperatura máxima. Beijos, chupadas, fricção sem fim, movimentos ousados, perigosos. Geovana goza, pede uma pausa. Voltamos a nos beijar, roçar... quase jurei amor eterno.

A garota inverte a posição e abocanha o meu combalido pênis. Chupa com ânsia de devorá-lo. Desce para o meu saco, lambe sem trégua. Desce um pouco mais, para um quase beijo grego. Enquanto sua língua lambuza a minha genitália, Geovana me masturba com habilidade feroz. Escutei Gonzaguinha cantando no meu ouvido: “Não dá mais para segurar, explode coração”.

Meus espermas saltaram como se estivessem na comissão de frente de alguma escola de samba. Meu pau de mestre-sala e a boca de Geovana de porta-bandeira. A cuíca apitou num orgasmo ensandecido. Morri por alguns segundos...

Conversamos mais, Geovana me deixou muito despreocupado, em nenhum momento olhou relógio, celular ou fez qualquer menção de período encerrado, mas eu percebi que já havia ultrapassado o tempo regulamentar. Beijos, despedidas e promessa de retorno.

Quando voltei aos ares da rua, chovia fino e o Sucatão me aguardava ancorado em uma sarjeta nebulosa. Acionei o motor, o carro roncou como se despertasse irado do sono profundo. Soltei a embreagem, acelerei. Ligo o rádio e uma música antiga emerge das caixas de som...

BORN TO BE WILD Dancinha

As nuvens de chumbo tornavam a noite densa. Não importa, eu e o velho Sucatão rasgamos o asfalto, pois é a noite que a vida pulsa, é a noite que o libertino vive. A partir de agora, qualquer aventura é possível. Easy Rider... Yes