https://erosvipclub.com/acompanhante/rio-de-janeiro/meier/lu-sampaio/1653
BEIJO
SIM - GOSTEI
ORAL
SIM - SEM CAMISINHA
ORAL COMPLETO
NãO SEI
ANAL
NãO SEI
TAXA ANAL
R$0.00
REPETECO
SIM
Depois de um encontro muito ruim na semana anterior ( https://gparena.net/tdfull.php?td=35019) resolvo arriscar novamente pelo Méier. Para reduzir o risco de decepção, fecho um período menor. Com o tesão que eu estava, meia hora seria suficiente pra conhecer a menina e sair satisfeito. Se desse errado, o risco controlado reduziria o desapontamento.
O local fica na galeria da Arquias Cordeiro 324, de frente para a estação do trem, com estacionamento ao lado e, dependendo do horário, com lugar para estacionar nas ruas próximas. Fui de carro, parei no privado (tem que deixar a chave), 10 reais a primeira hora. Prédio sem identificação, é só chegar, chamar o elevador e subir.
Toco a campainha, a porta se abre e a menina fica escondida atrás dela. Permaneço alguns segundos parados no corredor para ver se ela vai aparecer e finalmente entro. A porta se fecha e a Lu vem me beijar, mas, além de eu ter vindo de um sol que cegava, o ambiente estava tão escuro que o beijo saiu meio torto, um pouco na boca e parte no nariz. Pedi desculpas, disse que não estava enxergando nada. A Lu riu, comentou que estava escuro mesmo, me pegou pela mão e levou para outro cômodo. Naquele momento tive dúvidas: por que estava tão escuro? O que ela tinha a esconder?
No quarto, sob melhor iluminação, minha desconfiança foi desfeita: a Lu é linda, uma morena de sorriso fácil, aparelho nos dentes e uma boca que chama pro crime. Seus cabelos são escuros, na altura dos ombros, e uma delicada pele morena. Diante daquela beleza surpreendente, colei em seu corpo e nos beijamos. Se no encontro anterior, listei uma série de equívocos, neste só posso menciar os acertos: um beijo muito bom no primeiro momento, de reconhecimento, mas que logo nos aqueceu e levou ao próximo nível. Você quer um banho?, me perguntou, ainda com a boca colada em mim. Não precisa, respondi, vim de casa, de carro, parei aqui do lado, tô limpinho. Voltamos a nos beijar. Entrelacei meus dedos em seus cabelos, puxei sua cabeça para trás e a deixei vulnerável a uma mordida de vampiro. Ela deu um gemidinho pela força do movimento. Beijei seu queixo, depois a lateral do pescoço. Senti o braço dela arrepiar. Desci minha língua pela sua pele, afastei a lingerie e provei um dos seus mamilos. Lambi o seio por completo: aréola, a base, as laterais e a parte de baixo, gosto de sentir o peso ao fazer uma leve pressão para cima com a língua. Os seios da Lu são espetaculares, médios, naturais, irresistíveis. Do lado direito, a surpresa de um piercing. Beijei, mordi. Apertei com força seu corpo contra o meu enquanto ela beijava meu ombro e pescoço. Tirei minha cueca, ajudei ela com a lingerie e voltamos à pegação. Ela agarrou meu pau, me deixando um pouco de lado para punhetar e eu afastei um pouco suas pernas para masturbá-la. Virei-a de costas e fiquei mosdiscando sua nuca enquanto apertava seus seios. Ela pegou meu pau, encaixou no meio das pernas e ficamos um tempo naquela fricção perigosa. O vai-e-vem me deixou lambuzado, latejando de tesão. Virei-a novamente de frente e voltei a masturbá-la enquanto ela retribuía, aos sussurros. Nossa química foi intensa, tudo combinou. Muito excitado, puxei-a pelos braços e a coloquei sentada numa cadeira que havia no quarto. Fui afoito para colocar meu pau em sua boca, mas ela me freou. Agarrou meu pênis com firmeza e começou a beijá-lo sem pressa. Centímetro por centímetro minha rola foi beijada, chupada, lambida. A Lu faz um boquete magistral. Sem pressa alguma, parece estar ali realmente por prazer, degustando lentamente uma iguaria. Não se limita, contudo, ao carinho: aos poucos estava tudo em sua boca. Pude sentir suas bochechas, sua língua, sua garganta. Segurei a base do pau e quis bater com a rola em seu rosto de tanto tesão. Ela entendeu o recado e pôs a língua pra fora enquanto eu desferia leves golpes. Depois fechou a boca e ofereceu os lábios para que eu me esfregasse. Tive vontade de gozar ali, confesso.
Puxei a Lu para a cama que fica no chão. Parecia improvisada, mas estava mais macia que muito colchão que já experimentei por aí. Coloquei-a deitada de frente para mim e desci por seu corpo até chegar ao meu local preferido. Já estava muito molhada, o que aumentou minha excitação. Resoluto e também preocupado com o tempo, não fiz cerimônia: enterrei minha boca e minha língua entre suas pernas. Ela gozou facil, em pouco tempo, lambuzando minha barba com seu prazer. Afastou meu rosto quando ficou satisfeita. Fui para cima dela e a beijei. Ela passou a mão em sua vagina, molhada, e levou à boca, me puxando para mais beijos na sequência. Outro aspecto que me excitou demais: a Lu trepa sorrindo, como quem faz do sexo um jogo de onde extrai o máximo de prazer e, em contrapartida, entrega, a mesma medida ao parceiro. Por diversas vezes olhei para ela durante o sexo e a via sorrindo. Estava se divertindo e eu ia junto. Poucas meninas tem esse dom. Lembrei da linda Sheron nesse momento. É outra que trepa como se tudo não passasse de brincadeira. Ali comigo, a Lu foi um parque de diversões excepcional.
Depois de gozar, trocamos de posição e ela veio para cima de mim. Primeiro brincou um pouco mais com meu pau em sua boca, mas logo estava sentada sobre mim. Ficou se esfregando enquanto eu apertava sua bunda, seus seios, seu pescoço. No limite do tesão, pedi a camisinha. Ela começou sentando devagar, mas logo acelerou. Ergueu o corpo e disse que ia gozar se continuasse daquele jeito. Goza, deixa eu te ver, respondi. Esticou o tronco e começou a roçar na minha virilha, fazendo uma pressão absurda no pau. Se movimentava com furor, mas acho que não conseguiu chegar ao ápice e me pediu para vir por cima dela. Penetrei-a com intensidade por alguns minutos até que anunciou o gozo e começou a gemer com mais vivacidade. Aproveitei o embalo e gozei junto. Depois ficamos deitados lado a lado. Olhei para ela e estava com um sorriso no rosto. Limpou o suor na testa e me fez algum elogio que não consigo lembrar. Me puxou para si e me abraçou. Ficamos alguns minutos naquele enlace sem igual.
Ainda sobrou um pouco de tempo para conversamos. Pude observar seu rosto com mais detalhes, o sorriso sempre a postos quando eu dizia qualquer gracinha. Uma menina mulher, simpática, bonita e apaixonante. Lamentei ter marcado apenas meia hora. Comentei sobre a frustração do dia anterior e ela entendeu. Prometi voltar com mais tempo, o quanto antes, sabia que daria vontade de tê-la em meus braços novamente, o que aconteceu mais rápido do que eu poderia imaginar e já marcamos o retorno.
Uma mistura de furacão com gatinha meiga, é o que diz a descrição de um dos seus anúncios. Não sei se foi ela quem redigiu a peça publicitária, mas não consigo pensar em algo mais apropriado. Gostei de tudo na Lu, o que tem de econômia nestas duas letras de seu nome, sobra no restante: seu corpo, seus beijos, seu cheiro misturado ao perfume que usava, seu gosto, seu sexo. Tudo bateu, tudo funcionou. Enquanto conversámos, me confessou que atendia a todos daquele mesmo jeito, com simpatia, bom humor e muito carinho. Assim tu faz eu me sentir qualquer um, pensei, mas não disse nada. Entendo o profissionalismo, mas gosto um tantinho da ilusão. Como se lesse meus pensamentos, remediou: mas quando bate gostoso assim, é muito melhor, né? Adoro esse teu perfume, completou. Bobo, acreditei. Fui pra casa, voltei a trabalhar e quis voltar para vê-la na hora seguinte, mas sosseguei. Melhor esperar um pouco. Como dizia o poeta do coração selvagem: meu coração, cuidado, é frágil, meu coração é como um vidro, como um beijo de novela".
O Méier vive, o Méier respira. O Méier da Lu transpira sedução, carinho e excitação.
