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BEIJO
SIM - GOSTEI
ORAL
SIM - SEM CAMISINHA
ORAL COMPLETO
SIM
ANAL
SIM
TAXA ANAL
R$0.00
REPETECO
SIM
Inserindo mais um registro no meu log de missões.
Rayane Coimbra foi o meu primeiro relato aqui nesta confraria. Foi ela que me incentivou a começar a escrever relatos, por saber que tenho o hábito da escrita e por gostar de contar histórias. Sempre tivemos uma conexão muito boa, tanto para o combate quanto para a troca de ideia. Era uma pessoa que sempre tive a mais alta estima e que demorei demais para reencontrar.
Lendo alguns relatos, vendo algumas fotos, resolvi entrar em contato e a recepção não poderia ter sido melhor. Ela demonstrou bastante empolgação à partir do meu contato e logo fui intimado a vê-la. Aproveitei que tinha alguns compromissos perto do quadrante de coordenadas de código 0X-AA37 e marquei mais uma sessão de combate vigoroso com esta jovem e cativante humana.
Assim que recebo autorização para o pouso, atraco minha fragata em um espaçoporto próximo e avanço pelos corredores e níveis de sua fortaleza. Toco a campainha e a porta se abre.
Logo que adentro em seu covil, já sou impactado pelo seu sorriso largo e seu abraço apertado, seguido de um comentário: "Quanto tempo, seu safado!". Em seguida vem O BEIJO. Daqueles que fazem você esquecer dos problemas e te deixam aceso ao mesmo tempo. Esse tratamento inicial da Rayane é quase terapêutico: você realmente deixa os problemas do lado de fora e já muda o foco para a batalha.
Ela estava com um salto que a deixava mais alta do que eu. Brinquei com a situação e ela logo retirou os sapatos e nossas alturas se equivaleram. O abraço forte e os beijos não cessaram. É impossível não se entregar e aproveitar esses momentos com uma mulher como a Rayane.
Como já nos conhecemos faz um bom tempo, vamos caminhando juntos para a arena de combate, conde começo a me desvencilhar dos meus equipamentos. Ela sai do quarto e retorna com um recipiente contendo o já clássico elixir fermentado de cor amarelada e de teor alcoólico moderado. Deixa a lata em uma mesinha de cabeceira ao lado. Eu entrego algumas guloseimas que sei que são muito apreciadas pela Gentil Gigante e recebo mais um combo de “Abraço maravilhoso + Beijo terapêutico” que quase me fazem perder o foco nos procedimentos de descontaminação.
Voltando do seu banheiro, a encontro sentada na cama e seu olhar logo se fixa ao meu, com seu sorriso vindo na sequência. Ela se levanta e logo começamos a nos agarrar de forma mais intensa. Os beijos e carinhos são quentes, mas interrompemos mais uma vez, para desfrutar do elixir que ela trouxe. Nos servimos e fazemos um brinde. Nesse momento, começamos a conversar, falando de nossas vidas e de que aconteceu nos caminhos que percorremos desde o nosso último encontro. Vamos intercalando a conversa com goles no elixir e troca de olhares.
Logo, nos livramos dos copos e enfim, nos entregamos ao desejo, que era palpável nesse momento. LITERALMENTE. Deitados de lado na cama, começamos a nos agarrar freneticamente, enquanto nos beijávamos. Suas mãos puxavam meu corpo, para ficar ainda mais colado com o dela. As minhas, passeavam por todos os pontos possíveis, sempre acarinhando e quando a empolgação aumentava, apertando. Vou beijando sua boca, pescoço, seios e logo volto para o pescoço e boca. Minha adversária estava totalmente entregue, retribuindo cada carinho da melhor forma possível, causando ainda mais excitação neste humilde narrador.
Ela resolve tomar as rédeas da situação e parte para um fellatio vigoroso, onde ela busca estimular não somente o pênis, mas toda a região do entorno. Suga as bolas, lambe o períneo e retoma a chupada vigorosa. Busca meu olhar enquanto me devora de forma selvagem. Percebo um distúrbio na Força, como se vários gametas gritassem em uma só voz, querendo a liberdade. Nessa hora, peço a sua boca para um beijo e ela parte para a montada, se esfregando meu corpo e me beijando com voracidade. O combate ainda não estava acontecendo, mas Rayane se movimentava como tal, deixando meu corpo devidamente umedecido com seu mel.
Mais uma vez ela toma a inciativa e resolve pegar o EPI, para começarmos o embate. Ela me equipa e se encaixa. Sinto seu calor através do meu membro, que desliza de forma prazerosa para dentro de sua vagina. Os movimentos são intensos, porém variados. Em certos momentos ela rebola, estando totalmente acoplada e, em outros, ela busca o famigerado bate-estaca, que é uma técnica muito perigosa se aplicada em períodos mais extensos. Ela olha pra mim enquanto se movimenta e diz: “Eu não quero gozar agora...”. Digo que quero que ela goze e ela começa a rebolar de forma ainda mais vigorosa, ficando mais ofegante. Vai intensificando os movimentos até que, em um dado momento, geme mais alto e se deita sobre meu corpo. Seu corpo suado e sua respiração rápida demonstram a intensidade da finalização. Eu a cubro de beijos e logo ela se deita ao meu lado, ainda ofegante.
Retomamos os beijos e logo ela pede pra vir por cima. Me levanto e rapidamente me encaixo nela novamente, que estava sorridente e receptiva. Vou iniciando com estocadas mais cadenciadas e mais profundas, enquanto ela me abraça com suas pernas, me puxando ainda mais pra perto. Começo a me movimentar mais rápido e sinto que o clímax da batalha estava próximo. Mantenho o ritmo e deixo o orgasmo vir com toda a sua intensidade. Devo ter despejado duas gerações de Mon Calamaris no invólucro de látex. Completamente exausto, desabo do lado de minha adversária, com um sorriso no rosto. Foi um round longo, intenso e muito prazeroso.
Me encaminho para mais um procedimento de descontaminação e retorno rapidamente para o quarto. Não queria perder um segundo sequer longe da minha Gigante Guerreira.
Voltamos a conversar e logo nos atracamos em um novo round. O roteiro foi bem similar ao anterior: fellatio feroz, EPI e nova cavalgada de minha amazona da pele acastanhada. Mais uma vez, Rayane entra no frenesi da batalha e de entrega as orgasmos enquanto está montada em mim. Logo após isso, ela se vira de lado e começo a penetrá-la por trás. Ela joga faz movimentos com seu quadril, para intensificar a ação e eu acaricio seis seios.
Em um dado momento, proponho uma invasão por trás e ela aceita sem pensar duas vezes, deitando de barriga pra cima e pedindo que eu a possua dessa forma. Ficamos algum tempo dessa forma e logo ela fica D4 para mim. Continuo introduzindo neste novo território, cada vez mais forte. O frenesi da batalha guiava os dois em movimentos cada vez mais fortes.
Peço pra ela se levantar e ela logo vai para a parede. Posiciono meu pênis na entrada de sua vagina e ela interrompe de forma enérgica: "Eu quero no cu!!!".
Não tinha como não obedecer esse comando. Assim que a penetro, ela joga seu corpo para trás e vou tendo o vislumbre do seu corpo maravilhoso se chocando contra o meu. Mais uma vez, ficamos um certo tempo nesta posição, até que voltamos pra cama.
Ela monta em mim mais uma vez, com sua vagina totalmente ensopada e começa a me cavalgar com vigor, disposta a .e finalizar. Seguimos dessa forma até eu atingir um orgasmo intergaláctico. Minha combatente de deira sobre mim, com seu corpo quente e suado e eu a abraço, ainda sentindo as contrações do meu membro, ainda acoplado em seu corpo.
Após esse round devastador, eu reuno minhas forças, faço nova higienização e retorno à sua câmara de prazer, para me equipar e seguir meu rumo.
Seguimos conversando amenidades enquanto faço a transferência de créditos.
Me despeço dela, que pede que não demore no retorno. Ela sabe que a vida me leva para sistemas estelares distantes, mas sempre que posso, eu retorno.
Agradeço a Rayane pelos momentos maravilhosos, degusto mais um beijo avassalador e sigo meu rumo.
Recostado na cadeira, enquanto as luzes bruxuleantes do hiperespaço preenchem a cabine de comando, vou relaxando satisfeito por mais um combate maravilhoso.
Mais uma vez, me despeço.
Saudações cordiais!
SAVE THE REBELLION!!! SAVE THE DREAM!!!