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BEIJO
SIM - GOSTEI
ORAL
SIM - SEM CAMISINHA
ORAL COMPLETO
SIM
ANAL
NãO
TAXA ANAL
R$0.00
REPETECO
SIM
Inclusive tem relato da gente fazendo as pazes.
Me mandou uma mensagem "despretensiosa", perguntando como eu estava e dali o papo se desenrolou pra uma marcação rápida.
Me encaminhei pro seu local, aviso da minha chegada no Reino de Far Far Away e ela me autoriza a subir.
Subo e ela não está de lingerie, como em outras ocasiões. Aliás, eu acho que curto mais quando realmente está mais a vontade, o natural me agrada mais do que o lúdico. Quando entro em seu apartamento, foi um "apertamento" só. Falamos da saudade que estamos sentindo um do outro, dos nossos cheiros e dos nossos beijos. Começamos a contar as novidades e logo menos trocamos uma série de longos beijos, sarradas, abraços e muito cheiro no pescoço. Estávamos em pé, se estivéssemos ajoelhados, com tatame e kimono pareceria um treino de Jiu-Jitsu. Mas o que fizemos eu nunca fiz em treino nenhum A pegação dá uma pausa, ela me puxa pela mão, me leva até a cama e me deixa sentado lá, senta do meu lado e conversamos um pouco mais. Mas o que queríamos estava nossa cara. A conversa pausou e nossas bocas ficaram ocupadas, foram muitos beijos sentados na cama. Maya sobe, senta no meu colo, puxa minha nuca e fala no meu ouvido que está tarada. Aperto sua bunda e beijo com ainda mais intensidade. Tira minha camisa e pede para que eu tire o resto da roupa. Levanto com ela ainda no colo, a coloco na cama e vou tirando as outras peças. Mas quando chego na cueca e vejo ela me olhando eu mergulho na cama e começamos a nos beijar. Fala sacanagem no meu ouvido, eu no dela e ela me mostra a perna arrepiada. Até que me solta a seguinte frase:
- Tava com muita de saudade do seu beijo, mas to morrendo de saudade da sua chupada.
Pra bom entendedor um pingo é letra! Nesses beijos foram várias as vezes que passei a mão em sua buceta, que estava ficando cada vez mais lubrificada. E levei um certo tempo para chegar até lá com minha boca. Passei pelo pescoço, nuca, ombro, peitos, costela, barriga, virilha, pernas, pés... E Me acabei de chupar aquele grelinho maravilhoso. Eu não dispenso a oportunidade de beijar o gramado e gosto muito de fazer isso. A cada movimento da minha língua ela ia ficando mais sensível, se movimentando como uma gata manhosa. Foram tantos encontros que eu já sei como ela gosta, com atenção aos sinais que vai me dando, mudo ou permaneço fazendo o que está dando prazer pra ela. Nessa, Maya chega ao ápice extremamente ofegante e me pede um beijo de língua. Vou pro seu lado, ela limpa a minha barba e me dá um beijo intenso, molhado e quente, mete a mão na minha cueca, me deixando pelado. Fico ajoelhado na cama, com ela deitada. Leva meu pau até sua boca, chupa, bate punheta, cospe, bate com ele na cara, aperta forte minha coxa, peito e até a minha bunda leva algumas apalpadas. Me chupa por alguns minutos e quando passo a mão em sua buceta, vejo que ainda está bem molhada. Volto a chupá-la e ela começa a se tremer. Me chama pelo meu nome verdadeiro, pede pra parar e fala:
- Me come!
Segura nas minhas mãos, entrelaça os dedos, me puxa pra cima, levando meus braços pra sua nuca, aponta a buceta na direção da cabeça do meu pau e vou empurrando devagar. A cada botada funda, sinto que ela vai se entregando mais e mais. Ficamos alguns minutos assim, fudendo devagar, com carinho, se xingando e até conversando baixinho, nos encarando. Me pede mais beijo, com nossos corpos soados começo a botar mais ritmo e força. Maya se abre ainda mais, coloca as duas mãos em meu quadril e vai me apertando. Olha pra mim sorrindo e diz que tava com saudade. Soco mais forte, com a mão direita seguro sua perna esquerda e com a mão esquerda enforco seu pesçoço. Essa cena foi do caralho e eu estava quase gozando. Então voltamos pro papai e mamãe, com muitos beijos e "fazendo amorzinho". Depois de mais algum tempinho assim ela me pede de quatro. Vamos pra beira da cama, se abre toda e pede piru. Comecei devagar, depois comi com força, como um verdadeiro ogro (encarnei o personagem), dando umas duas voltas e meia no cabelo dela, alguns tapas na bunda, muitos apertões nas costas (que ela estava com dor e no dia seguinte me mandou mensagem dizendo que melhorou) e no quadril. É claro que eu não iria aguentar mais tempo assim. Então tiro meu cacete e gozo em sua bunda. Quando vejo as costas dela, parecia que tinha lutado com um lobo, toda marcada. 🫣
Deito estirado, soado e ofegante na cama. Maya permanece de bunda pra cima, faz carinho em minha barba, no meu peito, braços, me dá alguns selinhos e me abraça. A gente se limpa e conversa por um tempo, com mais alguns longos beijos e volta pra parte da sacanagem. Teve mais boquete, sentada e tudo isso que relatei anteriormente.
Depois de muito sexo, muito beijo e muita conversa, visto minha roupa pra ir embora pro meu pântano. Fiona me chama pra sua janela e a gente troca ideia vendo as luzes da cidade à noite, debruçados nela. Nesse momento rolou mais uma sequencia de beijos intermináveis.
Mais um encontro foda (literalmente), mas que não foi o suficiente pra matarmos a saudade, já tivemos outros depois desse, mas ainda sigo com saudade da "Shreka" dela.
