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BEIJO
SIM - GOSTEI
ORAL
SIM - SEM CAMISINHA
ORAL COMPLETO
NãO SEI
ANAL
NãO
TAXA ANAL
R$0.00
REPETECO
SIM
Estou com uns TDs atrasados, e hoje vou começar a colocá-los em dia para os amigos. A princesa que protagoniza esse relato, é a ardente e portentosa, DANI ALVES.
Os últimos encontros que tive (e que ainda trarei a luz) foram todos repetecos. Um pouco receoso por conta de algumas tentativas malfadadas que tive, optei por não arriscar dessa vez (afinal, como já havia nos prevenido o memorável sábio Sêneca, "Quando se navega sem destino, nenhum vento é favorável"), e por isso, procurei essa bela princesa com quem já tive o privilégio de ter contato mais íntimo, e que já havia me proporcionado momentos de muita felicidade.
Tal encontro deu-se num sábado, dia 18/11. A Dani atende lá no 117 da SD, e como se o destino já quisesse se mostrar favorável para mim, não passei por qualquer tipo de inconveniente nesse estabelecimento. Cheguei no saguão, me identifiquei, e me desloquei ao apartamento da cheirosa sem enfrentar nenhum tipo de óbice.
Esse era um dos dias em que os fluídos quentes estavam a percorrer meu corpo, e eu necessitava de uma cheirosa para aplacar tal inquietude. Com isso, busquei os préstimos da linda Dani, cujo primeiro encontro embora tivesse ocorrido há uns bons meses, nunca havia saído de minha mente. Contato feito, ponteiros acertados, fui lá ter um encontro com a gostosa.
Seu apartamento, muito bem arrumadinho por sinal, não irei descrever, pois já o fiz no primeiro relato. A lindeza usava uma roupa preta, cuja saia parecia ser de couro. Ela recebeu-me de maneira muito amistosa, o que nos levou a ter uma breve conversa. Em seguida, ela ofereceu-me um banho. Costumo já ir de banho tomado, mas como nesse dia fazia um calor vulcânico, aceitei a oferta. Depois de ter tomado um banho refrescante, dirijo-me até a alcova do amor, onde a bela princesa já estava me esperando, de costas para mim. Como eu estava ardendo em brasas, não quis perder mais tempo, e abracei-a por trás, o que levou meu membro já em riste, a cumprimentar reverencialmente suas belas nádegas.
Já fui tirando sua roupa, abaixando sua saia e deixando-a nuazinha, enquanto beijava seu pescoço e suas costas... Em seguida a virei, e beijei sua boca com muita intensidade, no que fui devidamente correspondido. Eu então disse-lhe que estava morrendo de saudades de voltar a sentir o sabor dela, no que ela me redarguiu dizendo, "já que as saudades eram tantas, porque eu havia demorado tanto para procurá-la novamente?". Disse-lhe, "porque sou tolo como um asno, que merecia até morrer sob tortura por ter cometido tamanha falta, mas que contava com a generosidade da tua boa alma". Comovida com meu sofrimento, a belíssima Dani já se inclina para envolver a minha pica dura e latejante com sua boca, e então ela começa a mamar com muita dedicação. Enquanto a safada me mamava, eu ficava a admirar sua bunda majestosa e aerodinâmica, que estava estrategicamente empinada frente a um espelho que fica pouco acima da cama.
Agradecido com tamanha dedicação, coloco ela delicadamente deitada, abro bem suas pernas, e caio de boca na sua bucetinha cheirosa, que nesse momento estava meladaça. Depois de muito lamber aquela xota, é a minha vez de subir na cama, e ficar sobre ela como numa espécie de "69 invertido", onde eu continuava a lamber sua bucetinha, e ela, a engolir minha rola. Depois de assim ficarmos por um bom tempo, ela faz menção de pegar a camisinha. Com a pica devidamente encapada, ela pergunta como quero fodê-la. Eu, obviamente, digo "fique de quatro!". Introduzo delicadamente o pau naquela xotinha, e começo a macetar com muita diligência. A bucetinha da danada estava tão meladinha, e ela geme tão gostosinho, que me sinto compelido a colocar uma perna por entre as pernas dela (eu estava de pé, e ela na cama), para que as minhas estocadas viessem de cima para baixo. Depois de macetá-la bastante nessa posição, começo a sentir minha perna direita doer um pouco. Com isso, resolvo tirá-la do quarto, e levá-la para o sofá que fica na sala do seu apartamento.
Posiciono a Dani de quatro no sofá, dou umas boas linguadas na bucetinha e no botãozinho dela, cuspo no meu pau, e volto a penetrar sua bucetinha uma vez mais. Não tenho noção do tempo em que assim fiquei, mas deduzo que fiquei macetando por muito minutos, pois estávamos ambos suando em bicas. Como eu era o último cliente do dia, e a Dani em nossa conversa inicial havia me dito que seu sábado havia sido muito proveitoso, percebo que ela começa a dar sinais de cansaço, tanto que ela comenta enquanto estou dando minhas estocadas, "por favor, se você quiser gozar, pode gozar", isso num tom já meio arfante. Com isso, aviso que vou tirar o preservativo, e que vou gozar na punheta. Daí eu sento no sofá, e ela fica de joelhos para voltar a mamar meu membro. Ficamos num revezar gostoso, ora eu me punhetando, ora ela mamando a minha pica suada. Quando faço menção de que irei gozar, ela engole a minha rola, e suga a minha seiva. Sessão encerrada!
Enquanto a Dani vai no banheiro despejar minha porra e tomar uma ducha, eu fico sentado no sofá, um tanto desfalecido, esperando recuperar parte de minhas forças. Em seguida vou eu tomar outro banho, e quando vamos por nossas roupas, faço o pagamento devido. Me despeço da princesa, e rua!
O que posso dizer sobre a Dani? Ela é adorável, gostosa e te faz se sentir o melhor dos homens, além de possuir uma das rabas mais gostosas que vi em minha vida. Só posso dizer aos confrades para irem lá, e terem uma das melhores experiências sexuais que poderão ter em suas vidas.
Dani, minha flor, estou aqui contando os dias em que terei você de novo.
Relato encerrado. Abraços cordiais para todos!