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BEIJO
SIM - GOSTEI
ORAL
SIM - SEM CAMISINHA
ORAL COMPLETO
NãO SEI
ANAL
NãO SEI
TAXA ANAL
R$0.00
REPETECO
SIM
A Bordon é uma mulher com um biotipo muito atraente: alta, com 1.70 de estatura, belíssimos olhos verdes, branca e com sardas distribuídas pelo corpo. Seus cabelos são mesclados entre o castanho e o aloirado. Os seios são naturalmente volumosos e assim como sua bunda, tem ótimas proporções. Chegou falante, como quem chega atrasada para um compromisso, num vestido com estampa de onça, um milf high-society, exuberante e dona de si. Pediu desculpas por estar sem maquiagem e me pediu um tempo. Preciso, pelo menos, de um rímel. Ela foi ao banheiro e eu fiquei na cama fantasiando sobre o que fazer com aquela mulher.
Nos beijamos de pé quando retornou. Tirou rapidamente a roupa enquanto nos agarrávamos. Pude sentir seu perfume e o volume dos seus seios contra meu corpo. Passei minhas mãos pela suas costas e desci até suas nádegas. A pelo da Helena é um deleite de experimentar. Não resisti muito tempo e provei seus seios: grandes, macios, naturais, de encher mãos e boca, rosados, perfeitos, com o peso e o formato que nenhum bisturi ainda foi capaz. Ela me puxou para a cama, arrancou minha roupa e, de propósito, como quem quer se exibir, ficou de quatro e me abocanhou. Um boquete impecável, completo e caprichoso que fazia meu pau desaparecer em sua boca.
Pedi para Helena deitar na cama e fui provar seus sabores. A pele muito cheirosa me instigava. Os seios se acomodaram e praticamente imploravam por beijos. Chupei a bocetinha dela sobre sussurros e incentivos que sua voz rouca despejava pelo quarto. Apertava minha cabeça e passava as unhas pelo couro cabeludo, me deixando completamente despenteado. Gozou forte, minha barba molhada e me disse que estava precisando de uma gozada daquela depois de um dia tumultuado. Coloquei a camisinha e a peguei de quatro, de frente para o espelho enquanto mirava seus olhos de esmeralda. Trocamos de posição e ela veio por cima em uma sentada espetacular que quase me fez gozar. Depois fomos para o PPMM e, apesar do meu empenho, não consegui gozar de tão cansado. Frustrado, deitei ao seu lado e ficamos nos acariciando. Atenciosa, ela perguntou se estava tudo bem. Expliquei que tinha dormido pouco e que isso, às vezes, me prejudicava.
O que Helena não sabia era que, na verdade, eu estava sofrendo uma zica reversa que uma namorada me aplicou. Dias antes, ao tentar um horário com esta outra menina e não conseguirmos combinar as agendas, lancei uma praga: tu não vai marcar comigo, esquenta não. Esse maluco aí que pegou meu horário não vai nem ficar de pau duro, não vai te fazer gozar nenhuma vez e quando estiver frustrada, vai lembrar de mim. Duvido, ela respondeu, vira essa boca pra lá, tu é que vai brochar.
Peguei a cerveja que tinha levado e sugeri a Helena que bebêssemos. Ela concordou e, enquanto eu abri a garrafa, expliquei que era uma cerveja trapista, fabricada em um monastério na Holanda. Curiosa, ela quis saber saber o que era o selo trapista. Expliquei que as vendas não poderia gerar lucro, que o dinheiro era apenas para sobrevivência do monastério e que haviam poucas cervejarias com esta denominação no mundo, cerva de 15 ao todo. Bebemos, nos conhecemos melhor e eu fui tomar um banho. Voltamos a conversar e logo sugeri que voltássemos à pegação.
Helana mastigou meu pau com sua boca gostosa, delineada e de lábios rosados. Chupei novamente sua boceta e ela gozou mais uma vez. Depois trocamos novamente e, com o pau já latejando, peguei a camisinha e fomos novamente de quatro. Estava muito gostoso, mas eu ficava lembrando da namorada e da sua praga reversa, torcendo para meu pau não amolecer. Antes de dar chance para que isso acontecesse, pedi que Helena se deitasse e fomos para o PPMM. Estava um absurdo de bom, mas o gozo não vinha. Resolvi ajudar o destino e zerar a zica: coloquei suas pernas apoiadas em meu ombro, o que comprimiu meu pau dentro dela e fui estocando com todas as minhas forças. Minhas pernas começaram a fraquejar, o suor pingava do meu rosto e ia buscar abrigo no corpo de Helena. Em um último pico de energia, gozei fartamente. Caí desfalecido na cama. Helena ficou me acariciando e disse: agora sim, meu amor, agora sim, que gostoso. Não tive forças nem pra responder. Lembrei da namorada e exclamei mentalmente: chupa essa, fdp!
Terminamos o tempo conversando. Meu pau não ia subir mais e eu estava pregado, sem qualquer chance de reação. Helena foi gentil, educada e atenciosa durante todo o encontro, além de ter um biotipo que chama atenção e olhos vibrantes. Ela pediu eu Uber e eu fui embora na sequência. Ao chegar em casa, mandei uma mensagem para a namorada: e aí, como foi o encontro? Uma merda!, ela respondeu, tô puta com você! Não consegui gozar nenhuma vez. Só ficava me lembrando do que você tinha falado. Ri emojis, kkkkkkkkks, rsrsrsrsrs e mais uns tantos stickers que eu tinha biblioteca. Brinquei muito com a situação, mas não comentei com ela o que havia acontecido comigo. Melhor não brincar assim novamente. Bom, pelo menos eu consegui gozar uma vez.
Não posso deixar de mencionar aqui o camarada Delanmax, que me passou a dica dessa delícia. Valeu pela indicação camarada. Temos um gosto parecido. Foi certeiro.
