19 de Novembro de 2023 às 20:00
SUZANA RAED
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BEIJO

SIM - GOSTEI

ORAL

SIM - SEM CAMISINHA

ORAL COMPLETO

NãO

ANAL

NãO

TAXA ANAL

R$0.00

REPETECO

SIM

A vida sorri

Uma semana tensa, muitas reuniões, trabalho sugando as energias, chope com amigos cancelados por ter ficado até tarde no escritório e um calor absurdo no RJ. Uma semana tão corrida que foi complicado até para conseguir um tempo para as namoradas.

Mas às vezes a vida sorri e te espera na esquina com um presente. Recebo uma mensagem da Helana no meio de uma reunião e o teor da mensagem me faz dispersar: minha prima quer começar a fazer atendimentos, mas está um pouco receosa, você me ajuda?, pois seria bom se você fosse o primeiro. Junto da mensagem, algumas fotos da Suzana. Branquinha, cabelos pretos descendo pelo corpo até quase a cintura, seios espetaculares, grandes, firmes, o trabalho impecável de um bom cirurgião, uma bunda que tem vida própria, CPF e ainda paga IPTU. Coxas grossas, uma panturrilha absurda e um sorriso devastador. Parei imediatamente que estava fazendo. Foda-se o trabalho, os compromissos, os prazos e o casamento. A ideia seria ter o encontro naquele mesmo dia, mas estava complicado. As reuniões se estenderam até tarde da noite e não consegui uma brecha para escapar. Por sorte, depois de muito duelar com horários e alvarás, conseguimos fechar um espaço para o dia seguinte.

Marcamos no shopping. Uma oportunidade de nos conhecermos, trocar uma ideia e quebrar o gelo. A Helena veio junto, fez questão de acompanhar a prima. Me recebeu com um beijo na boca, mas a Suzana me deu um beijo no rosto. Ué, não vão beijar na boca não? Eu e  Suzana nos entreolhamos. Ah é, ela entendeu, estamos no meio do shopping, né? Rimos juntos e fomos ao Starbucks pegar algo para o café. Não é uma dupla, Helena fez questão de afirmar. Estou indo apenas para acompanhar e vou ficar na ante-sala bebendo cerveja, ok? Sacanagem fazer ela começar logo com dupla. Não debati, não questionei. Eram as condições. Enquanto eu caminhava com as duas pelo shopping, me sentia bastante sortudo.

Chegamos no hotel. Suzana foi tomar banho enquanto fiquei com Helena tirando algumas fotos e guardando as cervejas e o espumante no frigobar. Vendo ela de lingerie rosa, não resisti. Fui pra cima e ficamos aos beijos. Ao ouvir que a Suzana estava saindo do banheiro, Helena ordenou: vai lá ficar com ela, agarra e dá logo um beijão, hoje o foco não sou eu. Ok, Helena, já falei que sou muito obediente, né? Obedeci e fui.

Encontrei Suzana em uma lingerie de peça única, toda de renda, que moldava cada aspecto do seu corpo. Ainda estávamos um pouco tímidos, mas fui ao seu encontro para provar aquele beijo. Ela tem uma boca muito macia, beija delicamente, mas não economiza na língua e procura a boca do parceiro com vontade. Se soltou mais após algum tempo. Os beijos ganharam braços, mãos, carinhos e apertões. Me arrepiei todo quando ela passou a mão pela minha nuca e deslizou os dedos pelo meu cabelo. Vou tomar um banho, calor d+!, Helena anunciou do outro cômodo. Suzana se deteve por um tempo, mas logo voltamos ao beijos. Estendi minhas mãos e a puxei para sairmos da cama. Aproveitei um desnível no quarto e a abracei de pé. Ficamos quase na mesma altura, o que favoreceu novos beijos. Tirei minha camisa e fiquei apenas de cueca. Ela aproveitou para me acariciar e viu que eu já estava muito excitado. Preciso de um banho, falei. Tá muito calor. Ela apertou seu corpo contra o meu, me deu um novo beijo e desceu minha cueca.

Gostei de Suzana por inteiro. Não há uma única parte do seu corpo que não seja admirável. É um conjunto completo, que mistura a beleza de um corpo malhado com a delicadeza de um rosto muito admirável. Suas curvas são todas trabalhadas, muito exuberantes, mas sem os exageros típicos da academia que tira a feminilidade da mulher. Tudo esculpido, moldado e muito, muito convidativo. Além disso, ela me ofereceu uma boca voraz. Engolia meu pau, lambia a cabeça, a base e os testículos. Olhava para cima e me mostrava que estava gostando. Tempouco se limitava à boca. Suas mãos entraram na equação. Descia e subia pelo meu pau com seus dedos, cuspia para ajudar na lubrificação e quase me derrubou ali. Daquele ângulo pude ver como seus olhos são bonitos e expressivos. Lacrimejavam sempre que acabava de me engolir.

Puxei Suzana para a cama novamente e fui explorar seu corpo. Com a boca, experimentei cada parte. A lingerie se foi e expôs os seios grandes, macios e perfeitos. Em um deles, um detalhe que não vou descrever. Gostei da surpresa, falei. Ela sorriu. Chupei seus mamilos protuberantes e ela correspondeu com sussurros e gemidos. Perguntei como gostava e ela me disse que era pra continuar exatamente daquele jeito. Por ousadia, fui um pouco mais forte e ela gostou. São seios tão macios e gostosos que eu poderia ficar ali mais tempo, mas minha consciência já projetava seu gosto na minha boca. Provei sua barriga, coxas (que coxas avassaladoras) e fui para sua virilha. Impecavelmente depilada, passei minha linha ao redor da sua bucetinha, mas não resisti e fui logo para onde eu pretendia me acabar. Outra surpresa: um clitóris avantajado, delicioso e exibido, que parecia esperar pelos avanços da minha língua. Chupei com a vontade de quem estava há dias sem se alimentar. Suzana correspondeu com gemidos, mexia a pélvis e abusava da minha boca. Ela estava próxima do ápice quando a porta do banheiro se abriu. Distraída com o prazer, acredito que Suzana não tenha percebido a presença da Helena no quarto, que discretamente nos observava. Consegui vê-la por um dos espelhos, os olhos vidrados e muito surpresa com o aumento dos gemidos que culminaram na explosão de um orgasmo sonoro.

Quando se recompôs, Suzana me pediu para deitar na cama e me castigou com um oral inacreditável. Pedi que parasse e colocássemos a camisinha, senão eu ia gozar ali mesmo. Não seria ruim, mas ela tinha muito mais a me oferecer. Pedi que começassem de 4. Logo de 4, ela se surpreendeu. Vou devagar, falei, e ela concordou. O vislumbre da Suzana de 4 é sensacional. Comecei devagar, mas logo que ela se sentiu confortável, acelerei e continuamos num ritmo frenético até que eu gozei abundantemente.

Fui finalmente para o banho e Suzana ficou no quarto. Ouvi que conversa com a Helena, mas não consegui captar o teor. Na minha fantasia, diziam que eu era lindo, gostosa, trepava pra caralho e que estavam apaixonadas. Viriam morar comigo e a vida ia ser uma putaria interminável. Despertei deste sonho com a água batendo na minha nuca. Vi um pau murcho, molenga e o box quase enchendo porque a Helena perdeu seu piercing durante o banho e o ralo estava parcialmente entupido.

Voltei para o quarto, me juntei as duas e ficamos de resenha. Abrimos o espumante, conversamos, falamos algumas sacanagens. Depois vieram as cervejas, algumas confidências e piadas. Após algum tempo, ao acariciar Suzana enquanto conversámos, ela anunciou que iria tomar outro banho. Fique conversando com a Helena, bebemos mais um pouco e Suzana voltou de toalha. Novos papo e Helena anuncia: vou voltar pra minha sala, vocês tem que se pegar novamente. Bora que dá tempo. Ela saiu e eu retirei gentilmente a toalha da Suzana. Aproveitei um pouco mais seus beijos, seus seios maravilhosos e comecei a tocá-la enquanto ela me apertava. Molhei um dos dedos com a língua e passei a estimular seu clitóris. Ficamos algum tempo nos masturbando até que ela anuncia: não para não, continua assim que vou gozar. Mantive os movimentos ritmados e ela soltou mais um orgasmo incrível. Deitou na cama para respirar, olhou para mim disse: dedos mágicos?

Ela voltou a me chupar e mais uma vez tive receio de gozar antes da hora. Neste momento minha cabeça já fazia planos: da próxima vez – e haverá próxima vez – eu preciso gozar desta maneira para experimentar. Peguei novamente uma camisinha, fomos novamente de 4 e depois alternamos para o PPMM. Nesta posição pude ver seus olhos cheios de prazer enquanto trepávamos. Foi tão frenético e intenso que cansei antes de gozar. Perguntei se ela queria mais uma chupada, ela disse que sim e terminamos em mais um orgasmo delicioso.

Helena apareceu novamente enquanto nos recuperávamos. Nos viu caídos na cama, em silêncio, e brincou: o negócio foi bom heim. Foi, confirmei. Foi mesmo, Suzana confirmou, mas ele não gozou. Helena fez então, o não premeditado: deitou entre nós e começou a me beijar. Vi que Suzana a acariciava nas costas e nos seios. Viramos um entrelaçado de corpos. O que aconteceu depois, vou deixar para a imaginação e para minhas lembranças.

No final, tiramos fotos juntos e ficamos conversando mais um pouco, além de secarmos algumas garrafas. Deu a hora da Suzana, ela pediu um uber e seguiu seu caminho. Helena virou pra mim e disse que, se não tivesse nada para fazer, que ficaria comigo. Acertamos nossas condições para estender o horário, mas essa narrativa fica para um próximo relato.

Suzana foi uma descoberta espetacular. Amei o frio na barriga inerente ao primeiro encontro, seu bom humor e sua disposição para o sexo. Ela é uma combinação incrível: bonita, gostosa, espontânea, um equilibrio muito raro entre sensualidade e putaria, sem avançar para a vulgaridade. Além disso, gozou muito fácil, o que só aumentou minha satisfação. Já combinei uma nova data explorarmos ainda mais nossos corpos. Repeteco é vida.

Quanto à Helena, o que dizer desta menina encantadora que não falei anteriormente? Só tenho a agradecê-la pelo presente e pela surpresa. Posso até assiscar que ela encontrou uma nova vocação: coach de putaria. 😁😁😁