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BEIJO
SIM - GOSTEI
ORAL
SIM - SEM CAMISINHA
ORAL COMPLETO
NãO SEI
ANAL
NãO
TAXA ANAL
R$0.00
REPETECO
SIM
Hoje a protagonista do meu humilde relato, é a charmosíssima e encantadora, LISBELA VARELA.
De antemão, já aviso aos confrades, que o motivo que me levou a conferenciar com essa cheirosa foi um tanto inusitado, e já os porei a par da situação. Algumas das minhas últimas investidas mais recentes no GPzismo, foram em princesas sobre as quais eu nutria altíssimas expectativas, e cujos resultados foram frustrantes. Uma delas lindíssima, e com a qual eu vinha conversando há meses, me ofereceu um atendimento bem aquém do que eu esperava. Usarei a palavra "precário", para ser diplomático. Outra investida, numa cheirosa com a qual já tive ótimo contato, mas que por motivos de força maior, cancelou nosso encontro em cima do horário estipulado me deixando com aquela sensação de impaciência luxuriosa que não foi devidamente suprida, e uma terceira que é belíssima e que conta com relatos favoráveis aqui no site, mas que só me responde no Zap em ano bissexto, o que demove qualquer vontade minha de continuar tentando marcar um encontro com ela. Então eu pensei, deve ser o Grande Arquiteto do Universo a me enviar sinais.
Refletindo sobre essa situação, cheguei ao seguinte silogismo: Se as cheirosas que provocavam em mim uma vontade imensurável de ter um contato mais íntimo com elas, estão me deixando literalmente na mão, talvez eu devesse tentar jogar minhas sementes em algum terreno que acho não ser nada fértil, e ali ter algum tipo de colheita bem proveitosa. E foi aí que cheguei ao nome da Lisbela.
Como quase todos os pobres pecadores existentes na face da Terra, eu eventualmente, tiro conclusões precipitadas sobre quem não conheço. E a imagem que a Lisbela projetava para mim, não era das melhores. Na verdade, eu achava ela uma megera. Como se eu fora o próprio Rei Salomão, pontifiquei para mim mesmo, que a Lisbela seria a mulher com quem eu iria colocar tal teoria a prova. Entrei em contato com a Lis na quinta (16/11) pela manhã bem cedo no Zap, dizendo querer ter uma sessão com ela. A Lis então me informa que só poderia me receber em seu último horário, o que já achei bem positivo, pois não tenho como chegar mais cedo no Centro durante os dias da semana. Ela me passou todos os pormenores necessários para um encontro com ela, e por fim, marcamos a sessão.
Antes de chegar ao local do atendimento, achei por bem comprar um singelo mimo para essa princesa, pois queria evitar qualquer possibilidade de ter mais um encontro frustrado, e claro, cheguei pontualmente no seu local. Para os que não sabem, a Lis realiza seus atendimentos no sobejamente conhecido AA 37. Como costumo fazer, gostaria de falar resumidamente sobre o ambiente de onde ocorre o atendimento, antes de discorrer sobre o encontro propriamente dito. Sua sala tem uma estruturação bem diversificada, pois ela não faz ali atendimentos apenas de natureza sexual, mas oferece também serviços de estética e massagens. Tudo é arrumadinho com muito bom gosto, num estilo esotérico, e que conta com um operoso ar-condicionado do tipo Split, um chuveiro quente e gostoso (que mencionarei novamente no final do relato) e um leito macio e confortável para o coito. Passemos agora ao encontro com a protagonista do relato.
Chego a porta de seu apartamento, toco a campainha, e sou recebido pela Lis em pessoa. Me apresento reverencialmente a ela, e já sou correspondido com beijos amorosos. A Lis é uma pós-balzaquiana bem branquinha e de cabelos cor de cobre avermelhado, baixinha e cheirosa, cuja maciez da sua pele já pude sentir nesse primeiro contato. Ela se mostra um pouco aturdida, pois tinha a meu respeito uma imagem um tanto mais severa. Fiquei sem ter o que lhe responder, pois não tenho intenção de me mostrar assim, ao contrário, tento ser o mais afável possível. A Lis estava vestindo um roupão de cor vermelho escarlate, e uma pequena lingerie da mesma cor. Ela pede que eu me acomode a vontade. Já chego lhe cobrando um café que ela havia me prometido num de nossos contatos. Enquanto ela prepara o café, vou pegando em minha mochila a lembrancinha que havia lhe comprado e o envelope com o seu cachê.
Para quebrar ainda mais o gelo, tão comum quando conhecemos essas cheirosas, eu já abraço a Lis por trás, de modo bem libertino mesmo, enquanto ela passava nosso café, o que já deixa ela enrubescida, um sinal irredarguível de que havia gostado do meu approach. Assim que o café fica pronto, entrego-lhe o mimo, e a Lis fica corada mais uma vez. Ganhei mais pontos com a princesa.
Nesse momento começamos uma conversa amistosa, enquanto tomávamos nossos cafés, o que me possibilitou perceber o quão atenciosa e sensível é a Lis. Os temas foram variados e edificantes, e foi de muita valia, pois saí menos tacanho dessa conversação, do que era quando havia ali chegado.
Porém, eu tinha em minha mente, o quanto a Lis sempre deixou claro o quanto ela é espartana com relação ao tempo que é combinado em suas sessões. Com receio de tomar-lhe tempo para além do que foi combinado, já começo a me despir na sua frente do nada mesmo. Ela percebe minha ansiedade, e me pergunta se eu estava preocupado com o tempo da sessão. Eu então lhe disse uma outra verdade: "É que o cheiro do seu perfume, e o seu jeitinho delicado, me abrasa, princesa... Vem aqui conter esse fogo que arde dentro de mim, vem!'. Eu então pego a Lis pela cintura, puxo ela com força para perto de mim, e dou-lhe um beijo com grande voracidade, no que sou intensamente correspondido.
Daí já tiro seu roupão, sua lingerie, e a levo para o leito das delícias já nua, como ela veio ao mundo. Ao deitarmos, eu por baixo e ela por cima, continuamos a trocar beijos intensos. Beijo sua boca, mordisco seu alvo pescoço e sugo seus seios rijos e nacarados. Em seguida, ela começa a percorrer meu corpo com a língua, até chegar na altura do meu pau, que já estava duraço. Amigos, nesse momento a Lis começa a executar em mim uma espécie de mamada tântrica. Ela mamou a minha pica com uma dedicação que poucas vez eu fui mamado na vida. Ela passou bons minutos mamando, babando no meu pau, e gemendo como se estivesse recitando um mantra. Senhores, eu me senti no melhor dos mundos.
Com receio de queimar a largada antes de começar a cópula em si, eu puxo a danada para sobre o meu peito hirsuto (ela é leve como uma pluma), e a coloco deitada sob mim em seguida. Volto a beijá-la, e começo a percorrer seu corpo com a língua, até chegar na bucetinha, que é branquinha, macia, cheirosa, e nesse momento, encharcada. Caio de boca na xotinha suculenta da Lis, e não desperdiço uma gota sequer do néctar da sua bucetinha. Arreganho bem as pernas da gostosa, e fico a percorrer a sua bucetinha e o seu botãozinho com a língua, enquanto a Lis fica a me excitar ainda mais com seus gemidinhos gostosos. Depois de muito dar linguada naquela bucetinha maravilhosa, a Lis começa a gemer mais alto, a se contorcer, e finalmente, chegando ao gozo. Para aproveitar ainda mais o ápice do prazer que ela sentia, fiz ela engolir minha piroca mais uma vez, enquanto eu massageava gentilmente a sua bucetinha, que estava deveras sensível. Com isso a Lis me puxa para perto dela, me abraça, e fica bem molinha. Ficamos ali nos beijando abraçadinhos, como se fôssemos dois namoradinhos.
Nesse momento do enrosco, a Lis aproveita e fica me punhetando de forma muito gostosa, e sentindo que meu pau estava de prontidão, ela se oferece para ser fodida. Ela pega um preservativo, e encapa minha rola com a boca, mostrando nisso muita destreza e arte, e então pergunta para mim como é que eu gostaria de fodê-la. Eu respondo, "fique de quatro". Ela empina aquela bundinha branca e gostosa dela para mim, eu cuspo no meu pau, e coloco a pica nela com jeito. Começo a macetar a Lis com intensidade moderada, mas o gemidinho gostoso da safada começou a provocar em mim sentimentos contraditórios: O de querer aumentar a intensidade das minhas estocadas, mas com o receio de gozar rápido demais.
Fico ali macetando a Lis por alguns minutos, mas segurar o gozo começa a se tornar uma tarefa insuportável. Resolvo me inclinar por cima dela, de modo que as estocadas fossem dadas de cima para baixo. Aí senhores, quando percebo que já não vou aguentar mais, tiro a pica daquela xotinha suculenta, fico de pé, retiro o preservativo da pica, e passo a me punhetar, de modo que dou uma leitada sobre o cóccix da Lisbela, que geme bem gostosinho ao sentir a seiva quente caindo sobre si. A gozada que dei foi tão prazerosa para mim, que eu senti como se Deus tivesse me perdoado de todos os meus pecados. Sessão encerrada!
Eu ainda caio completamente exausto e suado ao lado da Lis, que fica sobre mim, massageando o meu peito hirsuto e me cobrindo de carinhos. Daí nos levantamos, e vamos tomar um banho juntos, onde pude atestar o quanto é quentinho e gostoso o chuveiro do apartamento dela. Ao sair do banho, enquanto coloco minhas vestes, a Lisbela pega mais um pouco de café para nós. Enquanto bebemos seu delicioso café, conversamos mais um pouco. Acabando o café, nos beijamos mais, nos despedimos, e rua!
Graças ao bom Cristo, meus pressentimentos se mostraram certos. Ou seja, que a felicidade que eu buscava naquele momento, se encontrava exatamente onde eu menos esperava. A Lisbela se revelou para mim ser uma mulher maravilhosa, uma companhia adorável e que oferece uma experiência sexual fascinante. Repetecarei com ela, com certeza absoluta.
Relato encerrado, queridaços! Abraços fraternos e cordiais para todos!