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BEIJO
SIM - GOSTEI
ORAL
SIM - SEM CAMISINHA
ORAL COMPLETO
NãO SEI
ANAL
DISSE QUE FAZ
TAXA ANAL
R$0.00
REPETECO
SIM
Mais um relato saindo quentinho do forno para os confrades amigos. A protagonista dessa narrativa, é a vertiginosa e sapequinha YVY.
Esse nosso reencontro deu-se na noite do dia 10/11, uma sexta-feira. Nesse dia eu não tinha nenhuma expectativa de cunho sexual, e estava no Bar do Zezé confraternizando com os estimados LUNNA GEEK, Novaes (que me apresentou o grande brother Josué), e a simpática e fogosa Pantera Carioca, a quem tive oportunidade de conhecer naquela ocasião. Depois chegaram, e se juntaram a nós, às adoráveis Gabi Torres e Crystal Pimenta.
Passando os olhos pelas atualizações dos stories no Zap, me deparo com umas postagens que me chamaram a atenção: Era a Yvy, digamos, fazendo umas peraltices. Faço um comentário, que ela responde de chofre. Começamos a trocar mensagens. No meio de nossa conversação, ela dizia que havia tido um dia um tanto cansativo, que estava entediada, e com insônia. Despretensiosamente lhe pergunto, se eu poderia levar um pouco de animação até ela. A cheirosa responde com um sorrisinho faceiro, e um lacônico e taxativo "VEM!".
Me despeço dos queridaços, e parto rumo ao Largo do Machado, mais especificamente, para o conhecido 184 da BL. Ao chegar em seu apartamento, Yvy já me recebe com calorosos beijos e abraços, e me leva para sua aconchegante alcova. Feitas as devidas acomodações, os beijos e abraços ficam um tanto mais intensos. Ela apalpa minha sunga, e diz: "Grisalho, você já está de pau duro!", com aquele sotaquezinho mineiro dela. Eu só pego ela pela cabeça, e digo, "não fala mais nada, e mama!". A princesa se ajoelha, e engole a piroca com muita volúpia.
Como aquela mamada estava deliciosa, eu me deito, e mando ela mamar mais. A Yvy deve ter mamado a minha pica por mais de 20 minutos. Eu fiquei com aquela sensação contraditória de, vontade de dormir tamanho prazer que aquela mamada estava me dando, com o receio de dar uma gozada involuntária na boquinha daquela gostosa. Depoi de muito ser mamado, me levanto, pego e suspendo ela em meus braços. Ali, eu abro bem sua bundinha, e sinto o mel da sua bucetinha escorrer entre meus dedos, enquanto ora eu mamava seus seios, ora trocávamos beijos. Depois eu a coloco contra a parede da janela, levanto uma de suas pernas (onde pude constatar que ela tem boa flexibilidade), e fico a lamber sua xota meladaça, e o seu cuzinho apertado.
Em seguida, ocorre um fato que julgo ter sido um sinal vindo dos céus: Solicito que ela pegue uma camisinha, pois queria fodê-la. Ela encapa meu membro viril, e fica de quatro. Depois de lamber sua xota e seu botãozinho mais um pouco, uma forte corrente de ar invade o quarto, como se aquele cômodo estivesse sendo tomado por um tornado. Interpreto esse fenômeno, como se a força da natureza estivesse abençoando aquele ato sexual.
Pica encapada, começo a macetar a princesa. Comecei devagar, e conforme o tempo foi passando, aumentei a força das estocadas. Depois de muito brocar aquela gostosa, a vontade do gozo começou a brotar de um modo insuportável. Eu então montei nas costas dela, como um cavaleiro faz para domar uma égua arredia, e passo a dar arremetidas com a pica de cima pra baixo. A safada dizia, "Mete mais, seu coroa puto, mete mais, porra!", e eu lhe disse "Caralho, só se eu enfiar o saco na sua buceta!". A Yvy se entregou de um jeito que penetrei até em sua alma.
Eu já estava suado como um porco, então lhe disse: "Vou gozar na punheta!". Me levanto, retiro o preservativo, enquanto a Yvy se ajoelha na minha frente, e oferece seu colo para que eu despeje a minha seiva ali. Uns dois minutos depois, o gozo vem, e a sessão é encerrada.
Como já não sou mais um menino, eu fico um tanto trôpego. A Yvy então me agradece por eu ter hidratado sua pele com a minha porra, e me convida para que tomemos um banho juntos. Companheiros, tomar um banho quentinho junto de uma princesa no pós coito, é quase tão prazeroso quanto o próprio coito.
Ao fim, ficamos eu e ela de toalhas na janela do seu apartamento, vislumbrando uma manada de balzaquianas nas ruas que estavam vestindo uma indumentária dos tais RBD (havia tido um show desse grupo musical naquele dia). Conversamos um pouco mais, paguei seu cachê, nos despedimos e rua!
Confrades, a surra de buceta que levei foi tão intensa, que ao entrar no Uber Blackão que havia solicitado, eu apenas dei algumas orientações ao motorista quanto ao percurso que ele deveria fazer, e apaguei. Acordei a uns 500 metros de onde moro, e o motorista que era um senhorzinho de uns 70 e poucos anos, disse que eu havia roncado bastante.
Falar da Yvy é chover no molhado. Só posso dizer aos confrades, que se querem uma acompanhante intensa e que não regula nada sexualmente falando, a Yvy sempre será uma grande pedida.
Fim de relato, meus queridos. Abraços fraternos e cordiais para todos!