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BEIJO
SIM - GOSTEI
ORAL
SIM - SEM CAMISINHA
ORAL COMPLETO
NãO SEI
ANAL
NãO
TAXA ANAL
R$0.00
REPETECO
SIM
Hoje, acabando de sair do forno, trago ao conhecimento dos amigos mais um dos encontros que entabulei, no prazeroso universo do GPzismo. A cheirosa em questão, é a aprazível e vertiginosa LUNNA GEEK.
Os que leem meus relatos, caso existam, já devem estar acostumados como o método que utilizo para escrever os TDs, que é sempre pelos momentos que antecederam as tratativas do encontro, de modo a contextualizá-lo para os ilustres confrades.
A figura da Lunna foi detectada pelo meu radar, num dia desses aí em que ela deu o ar de sua graça no chat do ARENA. Seu jeito simpático e despojado chamou minha atenção, o que fez com que eu fosse ao Feed buscar um pouco mais de sua pessoa. Quando vi suas fotos no feed, uma enorme emoção tocou o meu coração (e também outro órgão mormente celebrado, se é que vocês me entendem), o que me impulsionou a entrar em contado com essa cheirosa pelo Zap. Apesar de toda sua atenciosidade e simpatia, não foi possível marcarmos um encontro, pois ela atendia naquele momento basicamente pela região da zona oeste, lugar que não frequento em meu cotidiano, e sem local. Temporariamente, tive de por de lado esse deleitoso desejo, e contentar-me com sua linda imagem a voejar graciosamente em minha mente.
Dias atrás, contudo, Lunna nos brindou com a boa notícia de que havia conseguido um local para atendimento no Centro. Entrei em contato com ela outra vez, para que pudéssemos acertar nossos ponteiros, e marcar o encontro que iria me tirar de situação tão aflitiva. Contato feito, e o encontro foi marcado para ontem (29/09). Chegou o momento de eu cumprir meu desiderato.
No Centro da cidade (já que a Lunna ainda continua também fazendo atendimentos pela Zona Oeste) ás sessões estão sendo feitas numa sala de massagens localizada num prédio da Av. Nilo Peçanha, praticamente, ao lado do 156 da RB. A sala é um gosto, bem decorada, equipada com ar-condicionado, maca, iluminação de várias intensidades (da mais branda a mais intensa) e um colchão bem macio que fica no centro do ambiente. Falta apenas um pequeno detalhe a ser resolvido, detalhe que citarei mais adiante. Senhores, agora vamos ao encontro.
Chego ao prédio da musa mais ou menos no horário estabelecido (atrasei-me 10 minutos), e ao chegar deparo-me com pândega cena. Quando saio do elevador, dou de cara com a Lunna na porta, saindo da sala com "um individuo". O reflexo fez-me acelerar os passos na vã esperança de que eles não me vissem. Só que já a frente, escuto a voz do elemento, e reconheço ser a voz do confrade Gargamel. Ainda corro em direção ao elevador para cumprimentá-lo, mas ele foi mais rápido do que eu, e já estava descendo rumo ao saguão. Pois é confrade Gargamel, não venha sonegar o encontro que teve com essa lindeza não, hein! Estamos de olho!
Enquanto isso, Lunna está na na porta, me esperando. Me apresento a essa bela princesa, então ela convida-me a entrar. Ela pergunta se quero tomar banho, para minha sorte (logo vão entender), digo que não preciso pois havia acabado de tomar um. Vamos para o ambiente das massagens, e nos acomodamos no citado colchão, já deitados um do lado outro. Ela é morena, com cabelo liso (levemente ondulado), rostinho de ninfeta (que é realçado pelos óculos redondos que usa), cintura delgada, coxas firmes, e uma bundinha empinada.
Após uma breve e amistosa conversa, lhe seguro pela nuca, e digo que estava deliciado em poder estar com ela. A partir daí, a bela me beija com muita disposição. Com ela já usando uma minúscula lingerie, eu apertava sua bunda gostosa e sentia o mel da sua bucetinha escorrer pelos meus dedos. Ela, com a mão dentro de minha calça, punhetava meu membro viril. Ficamos alguns minutos nesse enrosco, até que a cheirosa sentenciou: "Grisalho, deixa eu mamar você". Ávido por realizar o desejo da nobre dama, levanto em frente a ela, tiro rapidamente minha calça e minha sunga, e aponto minha pica na direção da moça. Ela começa a engolir e mamar minha vara com grande veemência e dedicação.
Com medo de gozar antes da hora, peço para que ela se deite, de pernas abertas, para que retribuísse sem empenho, chupando a sua bucetinha. Amigos, que bucetinha apetitosa a Lunna tem. A xotinha dela estava tão melada, que lambuzou meu rosto da ponta do queixo até o final da minha testa. Depois de muito lamber sua xota, e sugar seu grelinho, Lunna goza em minha boca.
Aproveitando que ela ainda dava espasmos, condição que denunciava o seu êxtase, ponho-me bem ao lado dela, coloco a pica na sua boquinha, e começo a foder sua boca macia, enquanto massageava carinhosamente seu botãozinho com o dedo... Depois de muito mamar, Lunna sugere que havia chegado a hora de penetrá-la. Ela pega a camisinha, encapa meu pau, e pergunta como quero comê-la. Digo que ela fique de quatro.
Que linda visão é ver a Lunna com a raba para o alto. Sem muito perder tempo, dou umas linguadas em sua xota, cuspo no meu pau, e penetro essa linda gatinha com vontade. Enquanto eu perfurava a sua bucetinha, Lunna gemia de modo sussurrante, pois assim o fazia pois mordia a fronha que cobria o colchão em que trepávamos. Confesso que depois de alguns minutos comecei a sentir dificuldades na meteção, pois eu suava como um porco, e meus joelhos suados escorregavam pela superfície do colchão. Mas resisto em meu intento bravamente!
Depois de bons minutos pirocando a Lunna, ela desliza pelo colchão, ficando de bruços, o que me levou a ficar numa posição em que só faltou enterrar meu saco dentro daquela buceta encharcada. Enquanto eu metia, sussurrava no ouvido dela "que ela era uma cadelinha muito gostosinha, que havia ido ao Centro apenas para fodê-la, e que estava curioso em saber se ela estava apreciando as madeiradas na sua bucetinha melada". Ela então empina sua bunda, e começa a rebolar, de modo que a minha pica ficou totalmente apertada na sua bucetinha. A xota dela se contraiu de tal maneira, que parecia ter vida própria. Após tal manobra, (que se houvesse justiça no mundo, deveria fazer parte do Kama-sutra), a safadinha me diz: "Isso responde a sua pergunta, seu puto safado?".
Depois de vários minutos macetando a xotinha dela, Lunna solicita que a coma de frente num ppmm. Assim procedo, só que não consigo sustentar muito tempo essa posição, primeiro por estar suando em bicas sobre o rosto da Lunna o que poderia estar gerando desconforto a ela, e também a minha lombar começou a pegar fogo. Sinto que a Lunna estava mais uma vez, próxima de outro orgasmo. Tiro a pica da sua xotinha, e começo a massagear seu grelinho, e lamber a sua bucetinha. Não demora muito, a Lunna goza uma vez mais.
Com ambos exaustos, sucumbimos os dois sobre o colchão. Lunna muito gentilmente, fica sobre meu peito, a acariciar os pelos do meu torso, e a beijar meu pescoço. Apesar do placar de gozadas desfavorável a mim (0 X 2), me sinto pleno, totalmente realizado. Foi uma bela foda!
Agora chegamos ao detalhe negativo que citei quase no início dessa narrativa: Lunna pergunta nesse instante se eu gostaria de banhar-me. Respondo positivamente, pois estava encharcado de suor. Ela me aponta onde é o banheiro, e me oferece uma toalha. Quando entro no box, e abro inocentemente o chuveiro com todas as forças, jorra sobre mim uma torrente de água gelada, que quase fez minha alma sair do corpo. Passo shampoo e sabonete, e tiro rapidamente, enquanto pulava e gritava dentro do box. Digo a Lunna que não consegui fazer com que água do chuveiro ficasse quente, ela disse que não era o caso, mas que o chuveiro estava mesmo sem água quente, porém, que o locatário estava ciente do problema e que iria resolver aquilo alguns dias depois. Disse que seria de bom tom que enquanto isso não fosse resolvido, que ela avisasse sobre esse pequeno detalhe, pois algum cliente incauto poderia morrer de Hipotermia.
Enquanto me visto, conversamos mais. Lunna é uma lindinha, uma cheirosa, uma mulher realmente atraente e encantadora. Vou ainda mais longe, e afirmo categoricamente, que a Lunna é apaixonante. Valeu a pena todos os dias que sofri esperando o momento de nosso encontro. Haverão repetecos com toda a certeza.
Sugiro aos confrades que aproveitem a estadia dessa princesa no Centro do Rio. Nunca se sabe quanto tempo ela vai atender por lá.
Findo aqui essa narrativa. Caríssimos, abraços cordiais para todos os confrades!