BEIJO
SIM - GOSTEI
ORAL
SIM - SEM CAMISINHA
ORAL COMPLETO
SIM
ANAL
SIM
TAXA ANAL
R$0.00
REPETECO
SIM
Entrei em contato, ela disse que lembrou de mim (será?), só a voz dela na mensagem de áudio já me deixou com tesão.
Marcamos para um sábado, num motel.
Atrasou um pouco, mas quando vi aquele mulherão na porta do apartamento, quase duvidei da minha capacidade de dar conta.
Já na recepção começamos a nos beijar e eu fui apalpando aquela aBUNDAncia toda.
Abri o vinho que levei e brindamos para celebrar o encontro.
Ao sair do banho, a Gabriela vestia uma espécie de macacão transparente, que deixada descobertas as partes essenciais, a ppk e o cuzinho.
Fomos nos atracando, beijando e agarrando.
A partir deste ponto, as minhas lembranças são confusas.
Após beijar o corpo da mulata me concentrei na ppk, chupando esse grelo e dedilhando dentro daquela gruta molhada, com outro dedo no cuzinho dela. Eu queria extrair o squirt que não veio por enquanto.
A mulata colocou a sua boca gulosa a funcionar e atacou as minhas partes íntimas numa sequência de garganta profunda com beijo grego (esta menina deve ter PhD Honoris Causa em beijo grego, é uma coisa de louco).
Ela até pegou um copo com vinho, e foi despejando vagarosamente para bebe-lo no meu pau encharcado.
O pequeno instrumento já devidamente animado (e encapado) foi introduzido diretamente na porta dos fundos.
A menina virou para mim e falou: “você é um puto safado!! ” (como adoro esses elogios)
Fui degustando o anel da menina de todas as formas.
A própria me incentivava a ir com mais força e sem pena (como se este idoso fosse capaz disso tudo)
Mas dei o meu melhor.
Infelizmente o meu problema de coluna se fez presente e me obrigou a fazer uma pausa.
Continuei brincando com a minha boca e os meus dedos nos orifícios da menina que, aberta de quatro na beira da cama, me eram generosamente oferecidos.
Até que veio o merecido prêmio,
senti na minha cara e nas minhas mãos o molhado quente do squirt da mulata. Fez uma pequena poça na beirada da cama. Entreguei os meus dedos molhados da boca da safada para que ela sentisse o sabor dos seus sucos. Uma maravilha ! Ela olhou para mim e disse: falta você gozar.
Como eu disse anteriormente, a dor do meu problema de coluna me dificultava chegar ao clímax.
Mas com a Gabi não tem desculpa.
Me mandou deitar e, enquanto eu me masturbava, foi lambendo e beijando o meu corpo todo, com ênfase nos países baixos. A safada ficava de quatro, com o bundão bem empinado para que eu pudesse apreciar a visão pelo espelho.
Quando veio o mingau, ela foi recolhendo com a boca as gotinhas esparsas e retirando com a boca qualquer vestígio do pau.
Como não se apaixonar por uma mulher dessas.
Para repor as forças pedimos um churrasco com batata frita.
Outros capítulos virão.