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BEIJO
SIM - GOSTEI
ORAL
SIM - SEM CAMISINHA
ORAL COMPLETO
NãO SEI
ANAL
NãO SEI
TAXA ANAL
R$0.00
REPETECO
SIM
Venho trazer mais um relato. Não um relato qualquer, mais um relato especial, pois que a protagonista, é uma das mulheres mais lindas e charmosas que tive em meus braços cansados, em toda minha vida: ANNA TRINITY.
Tenho como hábito em minhas narrativas sexuais começar com os momentos que antecederam o encontro com as musas, porém nesse caso específico, não se trata de uma opção, mas de um ato imperativo. Vamos ao Fiat lux!
Estava eu num desses dias frios e penosos, já me preparando para ir dormir, quando que tomado por um impulso, sinto-me compelido a ir ver algumas cheirosas desse prestigiado site, para adicionar alguma que me despertasse interesse, mas para um contato futuro. Não estava muito animado, pensando até em não adicionar ninguém, quando passam pelos meus olhos essa mulher encantadora, a beleza em forma de mulher.
Anoto seu número, e adiciono em minha lista do Zap, desligo computador e me encaminho em direção a minha cama, pois raramente as moças respondem o add de imediato. Quando encosto minhas costas doloridas na cama, escuto aquele conhecido barulho de mensagem do Zap. Fico indeciso, pois o cansaço me induzia ao sono, porém a curiosidade, ao celular. Venceu a curiosidade.
Era justamente a linda Anna, que respondeu de chofre ao meu adicionamento. Isso nunca havia ocorrido, uma acompanhante responder-me fora de seu horário comercial. Para aqueles que não possuem as sutilezas da alma, vão dizer que se trata de algo banal que poderia acontecer com qualquer um. Já eu que sou homem espiritualizado quando o assunto versa sobre sexo, interpretei esse chamado fora de hora como um sinal da Divina Providência, querendo unir duas pessoas.
Já começo pedindo desculpas pela impertinência do horário, ela me responde delicadamente, dizendo não ter tido problema algum. Faço aquelas perguntas básicas que todo GPzista inveterado faz (valor sessão hora/horário de expediente/espaço na agenda), e a Anna responde a tudo de maneira objetiva e cordial. Marcamos o encontro para o dia seguinte, a noite.
Seu atendimento é num dos celebrados endereços do “Triangulo das Bermudas do suado dinheirinho dos GPzistas”, especificamente no 13/05-47. Chego pontualmente no horário combinado, e a dama abre a porta já me recebendo de lingerie preta, que fazia uma belo contraste com a alvura da sua pele. Ela beija meu rosto, me toma por uma das suas mãos, e faz um comentário curioso: “Nossa, você é exatamente igual, ao avatar que você em seu Zap.”. E eu repondo, “que o objetivo era esse mesmo.”.
Peço licença aos amigos para fazer uma rápida digressão, a respeito do local em que o atendimento é feito. A Anna não atende num prive com os quais estamos habituados. Ela atende num estabelecimento para mensagens. Os leitores mais atentos perceberão que usei a preposição “para” e não “de” massagens. Pois o local não é daquele tipo de ambiente em que tem apenas paredes brancas e macas duras, onde acompanhantes usam a desculpa de serem massoterapeutas só para fazerem programas. Trata-se de um ambiente realmente organizado, limpo, equipado e muito bem decorado para esse fim, e complementado com finalização íntima, para aqueles que buscam esse objetivo. O lado negativo é que o ambiente é compartilhado com outras moças, daí decorre que ouvimos vozes conversando quando estamos no momento da cópula. Trata-se de um pequeno incômodo, mas nada intransponível. Voltemos ao encontro.
Chegando ao quarto, essa bela princesa fica parada bem de frente para mim. Ela tem um biotipo e um corte de cabelo que lembram muito a famosa jornalista global, Sandra Annenberg, só que trinta anos mais jovem. Suas sobrancelhas e cabelos negros realçavam a beleza singela de seu rosto, a alvura do seu pescoço e a justeza das suas formas. Acho que ela percebe a alegria que havia tomado conta de mim, e pergunta se ela havia superado minhas expectativas. Eu respondi que ela era muito mais do que um pobre diabo, desprovido de beleza como eu, poderia querer na vida. Ela sorri, e pergunta se eu gostaria de tomar um banho. Disse que não achava ser necessário, mas que ela me inspecionasse e se entendesse ser necessário, que eu tomaria sem problema algum. Ela vai tirando minha roupa e me deixa apenas de sunga, e então constata que não só não havia necessidade de banho, como elogia meu cheiro. Ela então se aproxima mais, e me beija. Chegamos ao momento que antecede ao coito.
Anna me beija tão delicadamente, que esse momento bem que poderia ser ornamentado com aquelas músicas sensuais que chamamos de músicas de motéis - “Love Is Love” (Culture Club); “Let's Get It On” (Marvin Gaye); “One Year of Love” (Queen), “Your Latest Trick” (Dire Straits) -. Eu então a tomo em meus braços, e começo a percorrer todo seu lindo corpo branco, que lhe dá um lindo aspecto de bonequinha de porcelana, com as minhas mãos ásperas e hirsutas. Começo pelas costas, passo pela cintura, até chegar em sua rija bundinha branca, que eu aperto com imenso prazer.
Daí começo beijar seu pescoço, seu colo, seu abdômen, até chegar em sua linda bucetinha. Chego a sentir o perfume afrodisíaco da sua xotinha. Peço para ela virar de costas, para tirar seu sutiã. Seus seios são lindos, tais como Goya pintou. Depois de mais beijos, é ela quem passa a percorrer meu corpo, até chegar na minha pica (que já estava latejando), quando ela baixa a minha sunga e começar a sugá-la com afinco. Depois de uns dois minutos de mamada, ela pede para que eu deite no colchão, pois queria mamar minha rôla com mais conforto e de modo mais pormenorizado. Entendam “pormenorizado” com lamber a pica, o saco e até e a região prostática. Senhores, eu me contorci como uma cobra, e suei muito de prazer. Depois de uns 10 minutos assim, ela pergunta se quero chupá-la. E por um acaso alguém de sã consciência recusaria essa sugestão? Caio de boca...
Senhores, mas que bucetinha a Anna tem. Lisinha, perfumada e melada. Sua bucetinha é um verdadeiro elixir sexual. Lambi aquela xotinha até minha língua ficar dormente. O gosto e o aroma do melado da bucetinha da Anna, me deixaram inebriado. Em seguida, viro-a abruptamente, e coloco-a de quatro. Minhas mãos chegam a tremer enquanto escrevo esse relato, ao lembrar-me daquela imagem esplendorosa e resplandecente. É como se eu estivesse ficado diante da própria Lua cheia, mas em formato de coração. Abro vagarosamente as duas bandas da sua raba, e penetro seu cuzinho apertado com a língua. Mas seu botãozinho é tão apertadinho que cheguei a sentir certa pressão em minha língua. Enquanto trabalho seu cuzinho com linguadas, ela se contrai, morde a fronha que cobria o colchão, e proferia palavras de baixo calão como, “filho da puta gostoso, arromba o cuzinho dessa puta com essa língua quente que eu gosto, anda seu puto safado”. Quando cheguei num momento em que eu já não estava mais sentindo a minha língua, peço para ela pegar a camisinha, pois queria comê-la.
Nesse momento senhores, é que damos conta de que estamos tratando como uma profissional diferenciada: Ela põe a camisinha em meu membro com a boca, mas com uma facilidade, que poucas vezes vi na vida. É realmente gratificante vermos uma profissional exercer seu ofício com tanta eficácia!
Peço que fique de quatro. Ela obedece, e aponta a raba para mim. Eu coloco a pica bem devagar, e com as mãos em sua cinturinha, passo a possuí-la. Vou brocando a gostosa, e ela gemendo gostoso, até que ela me surpreende num movimento inesperado. Ela fecha as próprias pernas e inclina ainda mais a bunda, de modo que eu fique encaixado como um cavaleiro fica em cima de uma égua, me obrigando a estocá-la de cima para baixo. Ela diz que gozará mais rápido assim. Começo então a trabalhar aquela bucetinha, e a Anna se contorcendo, ora colocando a cabeça debaixo do travesseiro, ora me chamando de nomes poucos lisonjeiros (“filho da puta”, “safado”, “puto”, etc.). Ela então goza, e fica deitada como que para tomar certo fôlego. Eu então tiro a camisinha e coloco a pica em sua boca, aproveitando esse momento de ápice na sua excitação. Enquanto ela mama, vou apertando sua bunda gostosa, e massageando seu cuzinho com o dedo.
Ela agora preocupa-se em me fazer gozar. Ela pega outro preservativo, encapa minha pica, e começa a cavalgar de costas para mim. Ela tenta resistir, mas está cansada e sai da pica. Eu então retiro a camisinha, e digo que vou gozar na punheta. Que ela apenas me auxiliasse nesse intento com a sua boquinha. Enquanto toco punheta, Anna percorre minha pica, meu saco e minha próstata, com tanto empenho, que ela babava fartamente a minha rôla. Calculo que 5 minutos depois, eu não aguento, e gozo. Ela deita ao meu lado, e passa a fazer carinho em meu torso hirsuto e suado.
Assim que recobro um pouco das minhas forças, e começo a me vestir, conversamos um pouco. A Anna é uma mulher muito delicada, adorável e doce. Ela é muito encantadora, do tipo que arrebata com facilidade o coração de GPzistas mais incautos. Assim que me visto, ela vem se despedir de mim com um cálido beijo. Agradeço pelos momentos prazerosos que ela havia me ensejado, e vou embora.
Findo aqui esse relato, com coração apertado, ansiando avidamente um novo encontro com essa essa linda dama.
É isso aí amigos. Um abraço cordial para todos!