BEIJO
SIM - GOSTEI
ORAL
SIM - SEM CAMISINHA
ORAL COMPLETO
SIM
ANAL
SIM
TAXA ANAL
R$0.00
REPETECO
SIM

Lorena acampou esta semana em uma nova sala na bucólica Tijuca, aproveitei a proximidade para emendar com mais uma visita. Ela está em um ritmo de cigana devassa, vem se mudando de sala em busca do melhor local para se estabelecer. Espero que na próxima semana ela não informe que está atendendo no Havaí, pois se eu tiver que comprar passagem de avião fica puxado.
Sou pontualíssimo, um britânico exilado na obtusidade dos trópicos, cheguei antes da hora e precisei aguardar alguns minutinhos para a musa liberar a entrada. Subo os lances de escada do sobrado da Rua São Francisco Xavier, na Tijuca, e a loira panicat me recebe com um sorriso acolhedor. O novo endereço é perto do metrô, em um ponto de fácil acesso.
O quarto é amplo, ar-condicionado gelando, cama de casal em estrado de madeira, espelho na parede, um certo estilo de garçonnière antiga que tem o seu charme próprio. A entrada do sobrado exala uma atmosfera de clandestinidade que confere novas emoções a quem se aventura. Eu já conhecia as instalações, pois foi ali que trabalhou uma das mulatas mais monumentais que conheci antes do meu futuro falecimento, a Iza Fernandes .
Vou me prolongar? Não. Muitos viram Lorena na festa do Arena, até o forista sem fé foi obrigado a aceitar de que se trata de uma mulher madura e gostosíssima, com corpo mais em dia do que muitas novinhas da praça. O atendimento é de excelência, com entrega, com beijos em ritmo de endoscopia, sarradas, boquete extraordinário. Um mulherão de cama, mesa e banho.
Batemos um papo, avancei para os beijos e, quando vi, Lorena já estava por cima de mim em uma cavalgada epopeica. Gosta de meter e sabe meter. Desfaço a posição, mamo seus peitos perfeitos, beijo mais a sua boca, chupo sua boceta úmida e quente... Lorena pega o meu aparelhinho de eletrochoque, introduz em seu clitóris e estremece em um orgasmo sísmico que provavelmente foi percebido em Bangu. Acredite, forista sem fé, essa mulher é um fodão homérico.
Ela diz que quer me chupar, eu me deito e sou possuído por uma boca que parece que se transforma em sete quando engole o pau. Lorena usa uma diversidade de técnicas que quase nos levam a um AVC Peniano. Dificílimo resistir. Tentei, mas acabei me entregando e jorrei uma quantidade de espermas similar àquela chuva que fez Noé fugir na Arca.
Mais um pouco de conversa, despedida e ganho as ruas românticas e arborizadas da bucólica Tijuca, o meu universo. Ao colocar a mão no bolso, descubro que perdi meu aparelhinho de eletrochoque, talvez na nova sala de Lorena. Fazer o quê? Comprar outro. Segue a saga...