BEIJO
SIM - GOSTEI
ORAL
SIM - SEM CAMISINHA
ORAL COMPLETO
SIM
ANAL
SIM
TAXA ANAL
R$0.00
REPETECO
SIM
O impacto do primeiro encontro foi tão profundo que evitei retornar logo em seguida, tive receio de sucumbir àquela teia altamente sedutora que orbita em torno de Lorena, tive receio de me envolver mais do que devia com ela, de entregar o meu castigado coração. Decidi dar um tempo para revê-la. Carinhosa, ela me procurou nesse hiato, me desejou até feliz aniversário, foi quando quebrou a minha resistência e decidi retornar aos seus braços.
Cheguei a sua sala com a minha pontualidade de britânico dos trópicos. Lorena atende em um espaço agradável e aconchegante, ela me recebe em trajes que só confirmam o seu corpo colossal de Panicat. Mal atravessei a porta, nos beijamos. Acredite, forista sem fé, o beijo de Lorena é real, beijo de língua, com entrega de quem gosta de beijar, com tesão.
Conversamos por um tempo e percebi que Lorena não estava preocupada em controlar o relógio, batemos um longo papo, sobre vários assuntos, o que serviu para aumentar a nossa conexão. Peço que ela se deite, passo a explorar aquele corpão com a boca, chupo seus seios exuberantes e firmes, deslizo a língua pela sua barriguinha sarada, engulo o seu clitóris úmido e quente, desço pelas suas pernas, beijo seus pés. Lorena fecha os olhos, geme, esfrega a mão na sua boceta cheirosa e molhada de prazer.
Ela diz que quer me chupar, insiste que deseja me chupar. Resistir é inútil, Lorena abocanha o meu pau com a fome de uma Bacante. Afeiçoado forista, creia em mim, Lorena ama chupar um pau, ela engata na garganta profunda, cospe, bate uma punheta, volta a enfiar tudo na boca, ela quer seiva, quer gozo, quer nocautear. Enquanto ela me chupava de quatro e com a bunda magnífica empinada, dedilhei seu cuzinho saboroso. Eu resisto como um herói solitário sendo bombardeado por todos os lados em um campo de batalha cercado de deleites.
Ela vem por cima de mim, me beija mais, prepara o caminho e monta no meu combalido pênis, uma linda Amazona disposta a cavalgar até o apocalipse. E cavalgou. Lorena não cansa. Rebolava, quicava, se esfregava. Em determinado momento da cavalgada, gozou aos gritos. Não parou. Continuou a cavalgada, decidida a me fazer conhecer a pequena morte que é o orgasmo. Montada de frente para mim, eu apertava os seus seios, tentava não sucumbir àquele terremoto de mulher. Impossível. Gozei aos berros de desespero e alívio. Se Lorena não for uma Deusa, ela é, no mínimo, uma sacerdotisa erótica.
Encerrado o embate, após recuperar o meu fôlego, conversamos mais. Percebi que já havia ultrapassado o período, avisei a Lorena, pois ela nos deixa tão à vontade que não se liga nos ponteiros das horas. Mais beijos. E que beijos. Promessa de retorno. Despedida. Ganho as ruas do Centro.
Caminho leve e sereno pela agitada Avenida Treze de Maio. Sair de um encontro com Lorena é experimentar um nirvana prolongado. Eu me dei conta do inevitável, meu coração se entregou à doce Lorena. Adoro e venero essa mulher. Que venha o próximo capítulo.