BEIJO
SIM - GOSTEI
ORAL
SIM - SEM CAMISINHA
ORAL COMPLETO
SIM
ANAL
DISSE QUE FAZ
TAXA ANAL
R$0.00
REPETECO
SIM
Reservado * 77 pontos DB - Dionízio Bacco
Só mais um dia no paraíso!
Aproveitando uma visita ao Méier volto na Relex, dessa vez agendo com Julia, já havia conhecido ela na dupla que fiz com a Jade, experiência maravilhosa, pensei que seria interessante uma degustação solo com a linda morena.
A Julia deve ter por volta de 1,65, cabelos bonitos, rosto bonito e um corpo delicioso, pernas bem torneadas, bunda linda e uns peitinhos que pqp.
Sou recebido pela própria Julia que estava apenas de calcinha, beijo rápido, me concede uma toalha e já vou para o banho – estava um calor insuportável – na volta ela me esperava no pequeno quarto já no tatame, ela se levanta, beijos discretos, começamos um enrosco, curto muito o corpo dela, muita sarrada, já deitados no tatame ela inicia um oral delicioso.
Oral com muita pressão e engolidas, Bago logo fica latejando, mas passamos para um 69, ela logo fica muito molhada, geme bastante e desvia para não gozar, rimos um pouco, em seguida camisinha posta ela vem por cima.
Cavalgada deliciosa, ela rebola muito gostoso, depois vira de costas e fica quicando – QUE VISÃO! QUE RABA LINDA! Já fico com vontade de finalizar, mas mudamos de posição com ela de ladinho, fico socando bastante puxando ela pela cintura, tento mais beijos, mas ainda discretos, não insisto.
O ar não dava vazão, mudamos de posição com ela D4, uma covardia, ela rebolava e pressionava com força no Bago, seguro o tempo que posso e finalizo intensamente.
O tempo estava praticamente no fim, conversamos rápido, novo banho e rua.
A Júlia é uma foda e tanto, se melhorar os beijos fica top.
A Julia é uma deliciosa e intensa Petit Verdot!
A uva Petit Verdot é mais uma das castas que compõem o corte bordalês. Sua origem, embora incerta, é atribuída à região de Bordeaux na França, mas há indícios de que foi trazida pelos romanos do Mediterrâneo.
Normalmente, é utilizada em pequenas doses nos cortes com a uva Cabernet Sauvignon para dar cor e corpo aos vinhos tintos (na região de Médoc se utiliza em torno de 1% a 5%). Dentre todas as uvas cultivadas na região de Bordeaux, a casta bordalesa Petit Verdot é uma das que mais demora para chegar a fase de maturação, contribuindo com a elaboração de vinhos tintos densos e bastante escuros.
O nome Petit Verdot foi atribuído a casta por conta do pequeno tamanho de seu cacho e por existir em seus bagos frutos de cor escura e outros com tom esverdeado, graças a uma característica bastante predominante da cepa, o amadurecimento tardio. Sendo uma das castas com maior presença de flavonoides, a uva bordalesa Petit Verdot é uma das que mais trazem benefícios a saúde, contribuindo para o retardamento do envelhecimento e reduzindo os danos causados pelos radicais livres.
Os tintos elaborados com a cepa francesa Petit Verdot vêm ganhando o mundo, sendo bastante apreciados na Austrália, Argentina, Espanha, Portugal, Itália e na região da Califórnia. A casta Petit Verdot também pode aparecer em vinhos varietais, principalmente australianos e espanhóis da região de Jumilla, originando tintos intensos e vigorosos. Quando jovens, os vinhos tintos revelam aromas de bananas e madeira, e quando amadurecem, apresentam toques animais.
Os vinhos da cepa francesa Petit Verdot harmonizam de excelente forma com alimentos que possuam bastante presença de proteína. Entretanto, os excelentes rótulos elaborados com a uva podem ser apreciados e degustados sozinhos, exaltando as características marcantes e únicas que a Petit Verdot concede ao paladar.
Até a próxima degustação!!!
"Se te censuram, estás bem,
P’ra que a sorte te perdure;
Mal de ti quando ninguém
Te inveje nem te censure!"
_________________________________________
Há duas coisas que precisam ser degustadas com muita calma e paciência para serem devidamente apreciadas: vinho e mulher.
Santé!
