BEIJO
SIM - GOSTEI
ORAL
SIM - SEM CAMISINHA
ORAL COMPLETO
SIM
ANAL
NãO
TAXA ANAL
R$0.00
REPETECO
SIM
Cacau se tornou uma dessas paixões irrefreáveis que me possuem em intervalos bissextos. Ela me avisou que no sábado estaria dando plantão na 210 a partir das 17h. Vesti o meu uniforme de açougueiro e fui.
Casa com um movimento surpreendente para um sábado, movimento que foi aumentando com o avançar da hora. Cacau surge com um sorriso de propaganda da Colgate e em um biquini que a deixava seminua. Um filete de baba escorreu pelo recanto mais imoral da minha boca. Vejo Cacau e salivo.
Para não perder o hábito, sentamo-nos e bebemos um pouco. Cacau não bota pressa, curte. Aquele corpo moreno roçando no meu estava causando arrepio nos meus pentelhos grisalhos. Ergui o dedo e pedi uma alcova.
Cacau me conduz a um quarto com cama de casal semelhante a uma King Size. Não sei se a idade está me encolhendo ou se a cama era maior do que as dimensões normais de um leito. A menina diz que vai pegar seus apetrechos e, novamente, retorna nua, atravessando o salão sem qualquer recato.
Beijos, beijos, muitos beijos. Alguns ósculos de traqueia que quase causavam vácuo nas minhas entranhas. Desta vez, não usei o aparelhinho de eletrochoque, mas chupei a Cacau como se fosse a última manga rosa do planeta. Ela gozou dando uma chave de perna na minha cabeça.
Ela se empina e pede que eu a coma de quatro. Eu me posiciono diante daquele tobogã erótico, a moça com a bunda empinada quase ao teto. Miro Pikachu — o breve — e deslizo por aquele templo jovial e morno. Cacau tem um tipo de boceta em que o homem não fica satisfeito só de penetrar, queremos morar ali, decorar, formar família e ser feliz para sempre. É uma boceta residencial.
Algumas poucas estocadas e despenquei estrebuchando no colchão da 210, onde os ácaros acampam e são felizes.
Mal sobrou tempo, vesti a roupa, mais uma caixinha para a Cacau e peguei um táxi para a bucólica Tijuca. Não tenha dúvida, colega forista, eu voltarei.