BEIJO
SIM - GOSTEI
ORAL
SIM - SEM CAMISINHA
ORAL COMPLETO
SIM
ANAL
NãO SEI
TAXA ANAL
R$0.00
REPETECO
TALVEZ
Como se não bastasse o meu fastio, tenho encontrado garotas que não cuidam bem daquilo que devia ser, para elas, um patrimônio: o próprio corpo. Meninas gordinhas, fora do peso, flácidas, outras literalmente obesas. Não sou adepto da gordofobia, mas, no meu caso, estar gordinho já me basta, busco um shape mais enxuto e curvilíneo para me enlaçar. Além disso, poucas vezes esbarro com alguma mulher sexy, sedutora e realmente bonita neste universo de acompanhantes. Tudo é questão de gosto, de bom gosto. Que me crucifiquem por ser honesto, mas neste momento observo um cenário fraco. Infelizmente ou felizmente, quem paga sempre espera o melhor.
Por outro lado, no universo dos fóruns, vejo foristas sem um critério definido de expectativas, tem uma galera que elogia até sexo com samambaia. Fica complicado. É preciso filtrar muito os relatos, isso eu afirmo por uma ótica pessoal.
Eu a vi na festa, sua presença me causou impacto. Morena bonita, sorriso intenso, corpo desenhado em curvas de falsa magra, uma sensualidade forte e natural. Uma descrição breve para definir o mulherão que me pareceu a Índia Pitanga em um primeiro olhar. Decidi marcar a visita.
Às 15h de um dia qualquer de uma semana aleatória, me postei na fila do elevador do prédio da Senador Dantas, 117. Se me dissessem que era uma fila para distribuição de cesta básica à população carente, eu acreditaria. Elevadores em eterna manutenção que nos exigem a paciência de Jó para alcançar os andares do paraíso.
Finalmente, diante do seu templo, toco a campainha torcendo para que aquele culto fosse empolgante para os meus sentidos. Índia abre a porta, o ambiente estava escuro e minha visão precária sem os óculos me causou insegurança nos primeiros passos. Índia estava à minha frente, bem próxima da minha respiração, uma mulher verdadeiramente sexy e de beleza singular. Avancei para o primeiro beijo, mas a boca da menina pouco se abriu, preferi perguntar se haveria beijo em nosso encontro.
— Você gosta de beijinhos? — ela me pergunta.
— Sem beijo, não dá nem para começar — respondo.
Ela me entrega uma toalha e um kit de higiene bucal. Fui para o banheiro, cumpri o ritual e voltei. Os beijos de língua aconteceram então.
Índia é uma menina dedicada, se esforça para agradar. Ficamos nos amassos e na esfregação por um bom tempo. Muitos beijos. Saquei meu aparelhinho de eletrochoque e o deslizei pelo seu clitóris, a moça gozou várias vezes, com força e gemidos altos.
Encapou-me e, sobre o meu tronco, realizou uma cavalgada de amazona, digna de um filme da Mulher Maravilha. Foi bom. Desembarcou e moveu a boca até o meu combalido pênis, iniciando um boquete especialíssimo. Incansável, chupou sem trégua, na ânsia de extrair a minha seiva. Resistir é inútil. Gozei com o brilho dos fogos de artifício.
Tempo encerrado, ganhei as ruas vespertinas do Centro. As tardes de outono são imbatíveis, o céu azul empalidecendo, a brisa fresca acariciando as calçadas, tudo tem um tempero afrodisíaco. Sim, estou enfastiado do sexo pasteurizado. Provavelmente, eu não queira sexo, mas precise de um romance. Cai o pano.