BEIJO
SIM - GOSTEI
ORAL
SIM - SEM CAMISINHA
ORAL COMPLETO
SIM
ANAL
DISSE QUE FAZ
TAXA ANAL
R$0.00
REPETECO
SIM
Acredite, forista sem fé, a primeira vez que vi Larissa, minha memória começou a tocar, no silêncio do meu encantamento, a música “Todo Azul do Mar”, do velho e bom 14 Bis...
Foi assim, como ver o mar
A primeira vez que meus olhos
Se viram no seu olhar
Não tive a intenção de me apaixonar
Mera distração e já era
Momento de se gostar
Quando eu dei por mim nem tentei fugir
Do visgo que me prendeu dentro do seu olhar
Quando eu mergulhei no azul do mar
Sabia que era amor e vinha pra ficar
TODO AZUL DO MAR
Sim, afeiçoado forista, talvez a censura que esteja fazendo neste instante tenha sentido, sou um romântico, um libertino romântico. Não valorizo tanto o desejo, valorizo os momentos em que sou tomado pela paixão, mesmo que seja por algumas horas, por alguns minutos ou por parcos segundos ilusórios.
Já não tenho gosto pela promiscuidade, prefiro encontrar alguém a quem eu possa dedicar exclusividade, ser fiel, mesmo que seja numa relação de programa. Eu tive isso recentemente, até ser assolado por uma imensa decepção. E confidencio sem pudor a você, fiz essa proposta para Larissa. O bom é que a vida sempre nos oferece a possibilidade de uma segunda chance.
Na primeira vez que vi Larissa, nada aconteceu, além das promessas para um futuro encontro íntimo. Nesta segunda vez, porém, ela reapareceu quando eu estava bebendo com Wolf em um fim de tarde no Bar do Zezé, o cantinho dos náufragos, a Ilha da Fantasia dos Foristas. Era a minha melhor chance e eu não queria perdê-la outra vez. Foi pura sorte, porque a minha presença no Zezé naquele horário é um acontecimento raríssimo.
Perguntei se ela poderia sair comigo naquele momento, Larissa topou. Seu rosto é delicado, seus gestos refletem uma ninfa enigmática, o seu olhar é inocente, mas não há inocência nas intenções. Fiz o pix, terminamos de beber a cerveja e caminhamos em direção ao hotel Lips. No meio do caminho, ela me faz uma pergunta...
— Podemos ir de mãos dadas? — ela pede meu consentimento.
Estimado forista que mantém a gentileza de acompanhar este velho escriba nos traçados dessas linhas, confesso a você que me comovi. Larissa confirmava a mulher extremamente carinhosa que é, um exemplar incomum que sabe a potência que o afeto exerce no ato de seduzir. Eu, que já estava seduzido, senti amor pela menina pelo resto da noite. Larissa me fez recordar das paixões da adolescência, dos primeiros amores da escola, dos primeiros poemas que escrevi.
Entramos no quarto, ela logo tira a roupa, se aproxima e nos beijamos. Beijo de línguas profundas, enroscando-se em um nó cego, viajando pela boca, molhando os lábios, causando tesão. Quando dei por mim, Pikachu — o breve — deu sinal de vida.
Deitamos na cama e me precipito a mamar os seios esfericamente perfeitos da garota. Fiquei perdido entre aquelas duas mamas pequenas e durinhas, roçando meu corpo naquele corpo jovem e quente. Larissa geme gostoso, às vezes baixinho, às vezes alto. Eu estava excitadíssimo, mas meu combalido pênis demonstrava cansaço em suas reações temperamentais. O pênis, após certa idade, adquiri vida própria, nem sempre aceita funcionar quando ordenamos, se rebela, nos contraria, nos impõe vexames inenarráveis.
Antes que Larissa percebesse a minha malemolência transitória, saquei o meu aparelhinho semimedieval e o pousei sobre o clitóris de Larissa. Ela se contorceu e gemeu alto surpreendida pelo primeiro choque. Depois do impacto, demonstrou estar gostando muito, fechou os olhos, se entregou, continuou se contorcendo, gemendo, querendo alcançar o orgasmo.
Foi assim, de repente, um jato saltou forte de sua vagina suculenta, numa demonstração do mais belo squirting. Larissa gozou desmedidamente, agarrando minhas mãos, quase levitando sobre o colchão. Que delícia assistir àquele show particular. Lancei-me sobre o seu corpo, beijei sua boca incansavelmente, mamei novamente seus seios, me esfreguei no seu abdômen e desci a cabeça até beijar seus pés de Gata Borralheira.
Fiquei extasiado pela menina, eu passaria a noite inteira com ela, o dia seguinte, o fim de semana, a semana inteira. Talvez o nome disso seja amor, mas no meu dicionário a palavra que define o que senti é dádiva. Encontrar uma menina como Larissa perdida em um boteco da rua Álvaro Alvim, em um fim de tarde de sexta-feira, é dádiva, definitivamente.
Não dei muito descanso, lambi sua boceta, seu piercing preso no grelinho, Larissa reagia com espasmos e com gemidos de quem parecia estar sendo torturada. Liguei novamente o aparelhinho semimedieval, o introduzi no grelo da menina e deixei que ela se incendiasse de prazer. Um novo jato, ainda mais forte, espirrou de sua boceta e atingiu a minha barriga. Larissa alcançou o orgasmo novamente.
Ela inverteu a posição para me apresentar ao seu boquete, engoliu o meu combalido pênis, lambeu minhas bolas, acariciou meu saco enquanto me chupava, alisava minhas pernas com as unhas. Fiquei ali, em estado de graça, saboreando os prazeres que Larissa me proporcionava enquanto esculpia o meu pênis com a língua. Peço para ela me masturbar, ela segura meu pau como quem pega um frágil passarinho, começa a manipula-lo, me chupa mais, me beija, diz que gosta que eu a chame de puta, de cachorra. Eu chamo, eu xingo e dou tapinhas em sua bunda empinada.
Pergunto se posso colocar o dedo em seu cuzinho enquanto ela me chupa, ela permite. Agora, geme, rebola, cospe no meu pau e eu não consigo mais segurar. Gozo como um ex-penitenciário em seu primeiro dia de liberdade.
— Vamos tomar banho juntos? — ela me pergunta...
Meu Deus, essa menina quer me matar de amor. No chuveiro, ela me ensaboa, acaricia minhas costas, se esfrega mais em mim enquanto a água escorria entre os nossos corpos tentando inutilmente amenizar a temperatura.
Hora de nos despedirmos, aproveitei para deixar marcado o próximo encontro, quando Larissa irá visitar meu chalé nos alpes tijucanos. Voltamos a sentar no Zezé, mas já era tarde e encerramos a conta. Então, quando puxo a carteira, Larissa já havia pagado a minha parte na conta. Foi por pouco que eu não disse “eu te amo”.
Desde que nos despedimos, não paro de pensar na ninfa princesa, os versos do 14 Bis continuam ressoando na minha mente, exatamente como ressoaram na primeira vez em que a vi...
Foi assim, como ver o mar
A primeira vez que meus olhos
Se viram no seu olhar
Existir é surpreender-se.