BEIJO
SIM - GOSTEI
ORAL
SIM - SEM CAMISINHA
ORAL COMPLETO
SIM
ANAL
NãO SEI
TAXA ANAL
R$0.00
REPETECO
SIM

BARBA, CABELO E BIGODE
O calor na bucólica Tijuca estava evaporando gente na calçada, os pedestres disputavam a tapa as sombras das árvores. Eu caminhava com a sensação desagradável de suar por todos os poros, foi quando avistei um salão de barbeiro no fundo de uma galeria, lembrei-me do pretexto de fazer a barba e invadi o estabelecimento com a ânsia de sentir o frescor do ar-condicionado.
Começa aqui a face surpreendente da história. Não havia ninguém na barbearia, estava deserta, largada às moscas, nenhum funcionário presente. O meu instinto de aranha me alertou para que eu saísse dali enquanto era possível, mas permaneci, paguei para ver. Após uns três minutos, uma porta se abre e uma morena cheinha de corpo, mas de rosto harmonioso, surge e se surpreende ao me ver.
— Ai, me desculpe. Não sabia que tinha cliente.
— Tudo bem. Eu quero fazer a barba.
A morena me acomodou em uma das confortáveis cadeiras, me cobriu com um avental e perguntou se podia acertar o desenho do cavanhaque. Claro que pode — respondi. A menina preparou suas ferramentas, se afastou um pouco e inclinou a cadeira.
— Posso passar creme? O senhor tem alergia? Posso chamá-lo de senhor?
— Tudo bem, pode passar o creme.
Então a moça começou a esfregar meu rosto com um líquido morno, me dedicando um toque meio libidinoso. Alisava meu rosto, minha nuca, meus cabelos, meu pescoço...
— Está gostoso? — questionava com voz lânguida.
— Está sim — respondo tenso.
Ela prepara a navalha, pega um pano aquecido e coloca sobre o meu rosto. Eu tentava relaxar, mas havia uma conjuntura estranha na atmosfera.
— Qual seu nome? — perguntei.
— Marina. E o seu?
— Dante. Meu nome é Dante.
— Você trabalha aqui sozinha? — não havia mais ninguém no salão.
— Não trabalho, não. É que os meninos estão almoçando.
Ela continuou a massagear meu rosto com uma densidade erótica desconcertante. Ergueu a navalha, veio por trás da minha cabeça e deslizou a lâmina pelo meu pescoço, com seus seios avantajados roçando na minha cabeça.
“Que porra é essa?!” — foi o primeiro pensamento que me veio
A navalha escorregava leve na minha pele, o tal creme com o qual ela lambuzou meu rosto devia ser afrodisíaco, pois Pikachu, o breve, deu sinas de vida. Marina se posicionou ao meu lado, lançou a navalha na minha bochecha direita enquanto na bochecha esquerda esfregou seus seios de forma escandalosa.
“Que porra é essa?!” — a minha indagação mental persistia.
Em pequenos intervalos, a moça chegava no pé do meu ouvido e repetia a mesma pergunta...
— Está gostoso? — perguntava em um tom lânguido.
Acredite, forista sem fé, eu já estava excitadíssimo, Pikachu armou a barraca, talvez motivado por aquela situação inusitada. Foi quando Marina começou a massagear a minha cabeça, suas unhas arranhando a minha nuca, seus peitões quase dando um mata leão.
O pior aconteceu, um dos seus dedos penetrou em meu ouvido, em uma manobra de quem simulava tirar o excesso da espuma de barbear, o que me fez arrepiar e quase saltar ao teto. O que fazer numa hora dessas? Eu não poderia ter um gesto explícito com a garota, não tinha certeza se ela estava me provocando ou se aquilo era algum tipo de tática para prender cliente. Pikachu já estava a beira de cometer suicídio diante daquela tortura libidinosa.
Mais uma massagem afrodisíaca, mãos pelo meu pescoço, dedos quase invadindo meu tórax, peitos roçando na minha cara para tudo quanto é lado, Finalmente, Marina demonstra que o serviço havia terminado. Paguei a conta e por pouco não perguntei onde ficava o banheiro, eu precisava de uma punheta.
A BELA ALICE
Sei que pode parecer deselegante que o relato com a Alice só aconteça pela metade do texto, mas existe explicação. Quando a chamei pelo WhatsApp, minha necessidade pedia um atendimento de urgência e fiquei apreensivo com a possibilidade de não conseguir. Pikachu exigia mãos que o fizessem voltar a respirar, ele estava entalado de sémen desde que saí do salão de barbeiro. Dei sorte, Alice estava despachando um cliente e me mandou subir.
Na sala, tomo uma ducha, corro para a maca e Alice aplica a massagem, Ao mesmo tempo em fico mais excitado, o desespero sexual dos pensamentos serenaram. Nua, Alice pega Pikachu como quem pega um frágil passarinho e passa a manipula-lo com a habilidade que só as mulheres sensíveis e experientes possuem. Não demorou para que eu gozasse um caminhão-tanque de esperma.
Para finalizar este dia luxurioso e, de certa forma, fechar um TD como se fossem dois, já que se fez indispensável narrar o episódio com a barbeira despudorada, afirmo que Alice está linda, além de agregar um charme é parte da sua natureza feminina. Fará sucesso na festa do Arena.
Na rua, mando mensagem para o nosso Brand, o primeiro a saber do exótico momento que eu vivi com a barbeira pervertida. A tarde caía na bucólica Tijuca, menos o calor, a temperatura continuava alta. Retornei caminhando para casa com a convicção de que quando achamos que já vimos de tudo, a vida nos mostra que as surpresas da existência são intermináveis. Sincronizo o meu aparelho auditivo com o celular e a voz de Bryan Ferry anuncia a entrada da noite em cena. A vida pulsa.
BRYAN FERRY