BEIJO
SIM - GOSTEI
ORAL
SIM - SEM CAMISINHA
ORAL COMPLETO
SIM
ANAL
DISSE QUE FAZ
TAXA ANAL
R$0.00
REPETECO
SIM

Já não havia mais sol quando desembarquei na estação Cinelândia do metrô, o fim de tarde começava a eclipsar o cenário, nuvens errantes lacrimejavam pequenas gotas do céu. Fechavam-se as cortinas do dia, pois era preciso reabri-las ao espetáculo da noite. Piso com minhas botas nas calçadas seculares de pedras portuguesas, eu tinha rumo certo, atravesso o bar Amarelinho e desemboco no recanto dos náufragos, a Ilha da Fantasia do Arena, onde Wolf e Zezé imperam como o senhor Roarke e Tatoo.

Sentados ao redor de uma mesa posicionada discretamente às margens da rua Álvaro Alvim, vejo Brand, a simpática Juh Link, a pedaçuda Verônica Carbone e o highander Wolf. Logo chegaram outros náufragos, o parceiro Saulo Top, o lendário Novaes, a bela Morena Vital e aquela que deu sentido e beleza à minha noite: Crystal Pimenta.
A coincidência é que o oráculo Brand havia me falado sobre ela naquele mesmo dia, pela manhã. Eu já havia reparado na Crystal, porém, devido às limitações impostas pela terceira idade, sempre fico inseguro para marcar com alguma garota.
Quando Crystal aproximou-se da mesa, a noite alvoreceu, meu coração renasceu como se lhe tivessem aplicado uma injeção de adrenalina, até o combalido Pikachu deu sinal de vida. Vestida com peças vaporosas, foi possível pressentir os belos seios pulsando por trás do decote, as tatuagens emergiam por todos os ângulos do corpo da menina, coxas grossas, sem barriga, bunda redondinha empinada. Acredite, forista sem fé, babei. Adiantei-me, pedi o contato e perguntei se eu poderia possuí-la naquela mesma noite, a resposta foi um entusiasmado sim.
Após compartilharmos o número do WhatsApp, vivi momentos românticos trocando mensagens com ela na mesa do bar, nossa conversa silenciosa e provocante no meio do grupo de ébrios. Embriagado por quatro desses de uísque, tive dúvidas sobre o meu possível desempenho sexual se fosse dali para um motel e fiquei procrastinando até onde pude a minha decisão final. A conclusão é que não resisti à poderosa sensualidade espontânea de Crystal, cochichei ao seu ouvido, deixamos a turma e seguimos de mãos dadas em direção ao Motel Lips.
Caminhar à noite pela rua Senador Dantas, onde fica o motel, é como passear por uma estrada sombria da Transilvânia, nos arredores do castelo do Drácula. A rua é escura, com desvalidos camuflados pela penumbra, a luz de neon do toldo do Lips é quase um farol no meio das trevas. Entramos. Inacreditável, o motel estava lotado, não havia mais quartos disponíveis, só suíte. Fechei o negócio e subimos.
Crystal retorna nua do banho, um corpo sinuoso ilustrado por tatuagens e por uma bunda suculenta. Babei de novo, coisa de velho. Puxei-a para perto e nos beijamos. Que beijo, há quanto tempo não experimentava um beijo tão profundo, de línguas enroscadas, troca de saliva, lábios em fricção. Beijos fogosos estão cada vez mais raros e são eles o viagra natural para homens como eu.
Ela se deita, beijos seus pés delicados, deslizo novamente até sua boca, mais beijos, nossas peles se roçavam quase produzindo faíscas. Crystal gemia muito, uma gata no cio, um gemido que me causava tremores de tesão. Com o gemido de Crystal é desaconselhável colocar música para tocar, pois não existe nada mais erótico do que ouvi-la gemer excitada.
Desci para sua boceta e chupei muito. Sinceramente, não sei se ela alcançou o orgasmo, mas eu quase tive uma ejaculação precoce com seu corpo se contorcendo e com os tais gemidos picantes inundando os meus ouvidos.
— Posso chupar você? — ela me pergunta de repente.
Invertemos a posição e ela abocanhou meu pau numa fome de quem parecia estar de jejum há dez anos. Estudei durante toda a vida sobre escrita, li os clássicos, me inspirei por alguns autores, mas certas sensações são indescritíveis. O que é o boquete de Crystal? Se eu tentasse descrever, não conseguiria narrar o elemento sobrenatural daquela boca engolindo inteiro o meu breve Pikachu. Cheguei perto de gozar por várias vezes, mas me obriguei a resistir, eu queria prolongar os deleites que aquela mulher estava me proporcionando.
Quase entregando os pontos, puxo Crystal, preparo meu pênis e ela monta sobre o meu tronco, se esfrega e quica freneticamente. Eu aperto sua bunda, puxo sua vagina mais fundo no meu pau, ela desce a cabeça, me beija, geme, geme, geme... Alguns prazeres que são tão intensos que se tornam semelhantes à tortura.
Pedi que ela me chupasse novamente. Ela deslizou o corpo, meteu meu pau na boca e chupou com a sede dos camelos do Saara, queria minha seiva. Engolia meu pênis, lambia meu saco, me masturbava. Resistir é inútil, gozei minha alma e todas as minhas reencarnações possíveis. Fiquei estático, semidesmaiado no colchão por alguns minutos.
Game over... Conversamos um pouco e retornamos ao Zezé. Crystal ainda me acompanhou numa janta tardia no Amarelinho, precisávamos recuperar as nossas energias. Peço um táxi, embarco, uma música da moda transborda na cabine e as vibrações do som se harmonizam com o momento eufórico do meu espírito...
LENNY KRAVITZ
Sexo só é bom quando me apaixono.