13 de fevereiro de 2023 às 09:13
BEIJO

SIM - GOSTEI

ORAL

SIM - SEM CAMISINHA

ORAL COMPLETO

SIM

ANAL

NãO SEI

TAXA ANAL

R$0.00

REPETECO

SIM




O ESCRIBA E OS ÉBRIOS

Nicole não é somente uma mulher. Nicole é um conjunto vertiginoso de curvas fora da curva. Seu corpo é um templo nababesco aguardando o libertino que queira orar e alcançar a graça. Acredite, forista sem fé, eu alcancei.

Há algum tempo, esporadicamente, Nicole trocava mensagens comigo, demonstrava um simpático interesse por mim e pelos meus relatos. É bacana isso, perceber a atenção de uma menina destacada do fórum pelo que escrevemos, quando há tantas outras que ignoram a força publicitária de um Tedê feito com dedicação. Papo vem, papo vai, comecei a ficar atraído pela ideia de conhecer a Nicole, de encontrá-la e de cometer com ela o melhor dos sete pecados capitais: a luxúria.

Sexta-feira, desembarco na Cinelândia, o céu cinzento continuava ameaçando o fim de semana com mais tormentas. Cheguei adiantado para o encontro, fui tomar um café na padaria ao lado da Câmara dos Vereadores, depois caminhei até o Zezé, onde habita uma colônia de ébrios eufóricos e famosos do Arena. Conversei com a galera por alguns minutos, mas evitei beber porque nem todos os dias a bebida me apetece, meu fígado carcomido se tornou rabugento com o álcool.

O relógio indicou que eu deveria subir, dei um até breve a todos e embarquei num dos velozes elevadores do 37.

A NINFA FEITICEIRA

Desço no andar, caminho até a sala, toco a campainha e aguardo. O suspense é parte essencial de um bom encontro, a porta se abre, não vejo ninguém. Entro, giro o pescoço, Nicole se materializa em um vestido colado e com muitas transparências. Sou um homem que gosta de cultivar o bom gosto, desses que pairam sobre as preferências comuns, digo que Nicole é uma mulher bonita, a voz contém um tempero de personalidade, seu corpo é extremamente excitante aos olhos. Gostei muito do que vi. Ela me conduziu ao seu leito de delícias enquanto eu observava a sua sala, uma das mais aconchegantes que visitei, decorada com capricho, limpíssima, me senti bem no local.

Os seios firmes, redondos e de biquinhos rosados me fizeram salivar quando a ninfa se despiu. Nenhuma barriga, cinturinha fina que desagua em uma bunda primorosa, a bunda da Nicole não é só uma bunda, é um convite. Comecei a beijá-la e sua boca não nega a língua, não nos embroma, Nicole beija o beijo real, que acende as primeiras brasas do nosso tesão. Desci para os seus seios, mamei muito, me fartei, me esbaldei naquelas duas peças de perfeição da anatomia humana. Nicole é uma mulher carinhosa, deixa fluir, se oferece, em nenhum momento me negou o acesso ao prazer que ela guarda em sua geografia sensual.

Saco do bolso o meu aparelhinho semimedieval, Nicole o examina curiosa. Ligo na potência baixa e o introduzo no saboroso clitóris, a menina quase salta da cama, a onda de choque a surpreendeu, ela tenta rejeitar a força erótica do aparelho, mas vai se entregando, vai se acostumando, vai desejando que o gozo aconteça. Continuo passeando com o aparelhinho em sua vagina apetitosa, Nicole estremece cada vez mais forte, vibra com intensidade crescente e, de repente, explode em um longo orgasmo. Que espetáculo, que show inesquecível foi assistir ao gozo dessa mulher. Um dos mais belos orgasmos que presenciei.

Sem dar trégua, passo a lamber sua bocetinha, ela ainda estava sensível, mas insisto. Aos poucos, Nicole se entrega novamente, se contorce, passa a mão na minha cabeça, aperta minhas mãos, desiste da resistência e goza mais uma vez. Que mulher deliciosa.

Peço que ela fique de quatro para que eu possa ver aquela paisagem deslumbrante, uma geografia de curvas e relevos que causaram no meu combalido Pikachu o desejo de penetrá-la, de sentir o calor daquele templo nababesco em forma de mulher. Encosto na sua bunda num roçar estimulante, eu poderia ficar o programa todo sarrando a bunda da Nicole, sentindo a textura, apertando, passando a língua naquele rego onde muitos homens perderam o juízo.

Invertemos a posição, Nicole vem por cima, me beija sem economia, desce pelo meu tronco e abocanha meu pau em um boquete transcendental. Agora, fui eu que estremeci. Que boca. Nicole me chupou muito, numa determinação incansável de quem estava decidida a tirar minha seiva. Novamente, ela senta por cima de mim, esfrega a bocetinha na minha virilha, sinto o calor, o mel me lambuzando, aportei no paraíso... Retorna deslizando os lábios e novamente abocanha meu combalido pênis, não cansa, sua boca sobe e desce em movimentos longos, o temido boquete rapel. Ao mesmo tempo em que me chupa, passa a me masturbar. Como cantou Gonzaguinha, não dá mais para segurar, explode coração. Explodi, veio esperma até no meu rosto, um banho de sêmen incontido e feliz.

Ficamos lado a lado na cama, conversamos. Nicole é uma menina sensível, se comportou como amiga e a ouvi atento. Estava tudo tão agradável que senti vontade de permanecer ali por mais tempo, mas a verba era limitada. Quem me dera que eu pudesse ter permanecido, ao menos, por mais uma hora ao lado dela, tocando sua pele, olhando em seus olhos, ouvindo sua voz firme e amorosa. Se ainda houvesse romantismo no mundo, eu me apaixonaria por Nicole. Apaixonei-me naqueles sessenta minutos em que estivemos juntos.

A despedida é sempre inevitável, precisei deixar aquela ilha idílica em que ela habita, precisei me lançar novamente no mundo real. O saldo é que retornei mais otimista à realidade implacável. Sim, agora entendo o codinome Feiticeira. Nicole não é somente uma mulher, não é somente um conjunto de curvas fora da curva, Nicole foi o sonho breve e inesquecível deste velho libertino. Que um dia ela me convide para voltar... Piscada