BEIJO
SIM - GOSTEI
ORAL
SIM - SEM CAMISINHA
ORAL COMPLETO
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ANAL
SIM
TAXA ANAL
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REPETECO
SIM

O velho Dante está velho, mas não está morto; desiludido, mas nunca derrotado. Perambulando pelas traiçoeiras ruelas noturnas do Centro, pisando indômito com meu bute, descubro uma pérola negra da melhor qualidade e ela se interessa em conhecer o universo Arena: eis que apresento a você, forista sem fé, a suculenta, a estupenda, a exuberante Fernanda Braga.
Sargenteli me faria reverências se fosse vivo. Mulata, Fernanda tem cerca de 1,70m; cabelos compridos; rosto cuja beleza dependerá do aprimoramento dos olhos de quem a vê, tem traços de personalidade; sorriso luminoso; barriguinha zero; coxas grossas e torneadas na musculação; uma bunda na nuca, tão suntuosa e perfeita que você vai querer levar uma foto dela quando for sepultado, como se fosse o seu último desejo. Um mulherão, simpática e saradíssima.
Atualmente, este velho escriba padece de algumas dificuldades que só um andrologista explica. O breve Pikachu é temperamental e só me concede uma boa ereção quando bem entende, torna a minha vida sexual difícil e, às vezes, me faz passar vexame. Com o avançar da idade, Pikachu ganhou vida própria, só come o que lhe desperta o apetite. Com a Fernanda ele se animou, diria que se entusiasmou.
Marcamos no meu chalé, nos alpes Tijucanos. Fernanda foi pontual, chegou num belo vestido branco que não conseguia esconder a luxúria das suas curvas. Madura, tem 35 anos de idade, mas poderia dizer que tem 30. O decote quase exibia seus pequenos seios durinhos como pera, o contorno do tecido delineando a bunda me profetizava o paraíso que eu estava para experimentar.
Ao entrarmos em casa, Fernanda é saudada pelos latidos impacientes da minha poodle, talvez com ciúmes da mulata descomunal que invadia o território. Fomos para o quarto devidamente refrigerado e peço que a pedaçuda deixe cair a roupa, ela atendeu imediatamente ao meu pedido. Afeiçoado forista, digo sem firulas, que corpo, acho que os meus cabelos também se eriçaram diante de Fernanda nua. Magnífica. Ela dá uma voltinha e vejo aquela bunda estratosférica com a leve marca de um fugaz biquini e sou tomado por uma vontade incontrolável de apertá-la, de dar tapas naquelas nádegas incomparáveis.
Fernanda se deita, pede que eu a chupe, não me recuso. O grelo é significativo, a lambida sobre ele estremece o corpo da menina numa simulação de terremoto, ela geme alto, passa as mãos nos meus cabelos, diz que está uma delícia, contorce-se e, me xingando, goza em espasmos. Fala que quer me fazer um boquete, ela vem por cima, lambe meus pés, minhas pernas, prossegue no banho de gata até alcançar meu saco e engoli-lo com os lábios gulosos, uma sensação inenarrável me acometeu. Logo ela abocanha meu pau e o breve Pikachu se transforma na pica das galáxias.
Fernanda me puxa, quer que eu a beije, entrega-me sua boca, sua língua, sem medir pudores. Nossas línguas se embolam, nossos lábios se roçam. De repente, ela para tudo e fica de quatro e exibe o seu tobogã erótico, o que é quase uma covardia sexual. Vou por trás e a penetro devagar, a boceta é apertada, Pikachu força a entrada e rompe o templo morno e úmido. Começo a meter, Fernanda rebola, se empina mais, geme, geme, geme... Ela passa a mão por debaixo do próprio corpo e alisa meu saco ao mesmo tempo em que a devoro faminto. Quando suas unhas arranharam meu saco enquanto Pikachu a penetrava, quase sofri um desmaio de tanto tesão. Todos os meus pentelhos arrepiaram-se. Continuo metendo, ela pede para que eu bata em sua bunda, que bata mais forte, mais forte.
— Bate, porra. Tá com pena? — ela grita.
No terceiro tabefe naquelas nádegas, não deu mais para segurar, gozei como se fosse um carro-pipa abastecendo a caixa d’água de uma alguma comunidade. Tombei no colchão e Fernanda me seguiu para me beijar mais a boca. Encerramos o tempo e a batalha. Chamo um táxi e Fernanda parte depois de me desidratar por ter provocado a fuga desordenada de metade dos meus espermatozoides.
Saí de casa para arejar um pouco. Chovia e permiti que a chuva me molhasse, que me batizasse após a última provação sexual. O libertino não é aquele que não ama, o libertino é um Dom Quixote delirante que se arrisca em muitos confrontos imaginários, decidido a encontrar sua Dulcineia de Toboso antes de desconfiar que, talvez, ela não exista. Meu aparelho auditivo emparelha com o celular e o som de Haddaway - What Is Love inunda tudo ao meu redor. Um libertino só morre se lhe cortarem a cabeça.
Dante is alive.
WHAT IS LOVE