BEIJO
SIM - GOSTEI
ORAL
SIM - SEM CAMISINHA
ORAL COMPLETO
SIM
ANAL
SIM
TAXA ANAL
R$0.00
REPETECO
SIM
O contexto aqui explicarei de forma rasa: Estávamos num quarto com paredes finas, com sete conhecidos ao lado de fora (civis e que desconhecem totalmente a sexualidade alheia) eu a levei ao quarto e enchi o saco dela até que o seu tesão superou a vergonha. Quando digo enchi o saco, eu a beijava e ela retribuía, mas logo parava afirmando que não queria me beijar, eu ia ao seu pescoço e descia aos seus seios, ela tentava correr, porém eu a segurava no intuito de mantê-la perto, cada vez indo mais até que por fim minha língua deslizava em seus lábios inferiores, coloquei a camisinha, ao me aproximar dela o pau deslizou para dentro de forma automática, e naquele momento eu tive a certeza que ganhei o jogo. A cama era barulhenta, num raio de 20 metros todos sabiam que haviam pessoas transando naquele andar.
Após algum tempo, notei que ela permanecia dividida entre o tesão e a vergonha, também comecei a perceber um certo ardor em meus joelhos, todavia achei que era simples frescura minha e continuei sobre a Bea, para amenizar o meu ardor tive a ideia de dar pulos com o joelho, a cada metida eu sentia arder mais, até que nos pulos o joelho chegou à parte mais suada da cama, ao sentir a ardência mais aguda eu resolvi olhar para baixo e me surpreendi ao ver o meu joelho com a ausência de pele, comecei a rir e ela nada entendera; Saí da cama e me levantei, vi que de fato eu exagerei na força e ralei o joelho de tanto esfregar, a puxei para o canto da cama e peguei as algemas que usamos em algum momento dessa aventura, com ela de quatro algemei os dois braços para trás(Assim fica mais fácil fazer a alavanca, fora que deixa um braço livre para a bulinar) puxei seu cabelo para melhor posicionar seu rosto no travesseiro e iniciei meu jogo permanecendo em pé fora da cama.
Ao descer, estávamos suados e até esse momento eu desconhecia a existência de um banheiro no piso que estávamos, ela sugeriu que eu descesse na frente, eu coloquei um sorriso de orelha a orelha e desci todo orgulhoso, estávamos um pouco suados então os risos afloraram a nossa chegada, num certo momento uma certa pessoa falou ´´cuidado com o barulho´´ então o que era dúvida, tornou-se certeza, entramos no banheiro juntos...
Local: Cativeiro
Eu e ela a sós, uma garrafa d´água no chão, um colchão que julgo confortável, altura legal, sem móveis e um simples ar-condicionado reina na parede. Eu fiz uma pizza e ela afirmou gostar, mas acho que se não tivesse gostado diria a mesma coisa para me agradar????????????
Eu deitado, Bea se esfregava e sentava em mim enquanto eu segurava sua bunda e auxiliava seu corpo a fazer os movimentos que eu queria, ao ver que ela cansou trocamos e eu a comi como se não houvesse amanhã por algum tempo até que sinto suas súplicas para eu parar
´´Para, para! Não quero mais, me deixa dormir! Eu quero dormir!´´
Eu como um bom cavalheiro ignorei seus pedidos e aumentei a intensidade, ela parou de pedir e voltou a gemer, eu parei de meter, pressionei seu pescoço e perguntei:
-Quer dormir? Ok!
Escuto ela dizer:
-Não, continua!
Local: Sofá de uma amiga
Ficamos de dormir no sofá, mas eu sou uma pessoa com bastante hormônio, dito isso era de conhecimento de todos (inclusive a dona da casa) que eu ia tentar arrumar graça, janelas abertas, ausência de portas e risco iminente de ser pego deixaram a situação muito mais excitante, nesse dia utilizamos ky na versão esquenta, enquanto socava diversas vezes tirei o pau para confirmar a presença da camisinha pois estava tão gostoso que eu já não mais a sentia, eu já ofegante escuto minha parceira dizer entre gemidos:
Não para! Não para, xxx
Como eu poderia me dar ao luxo de perecer nesse momento? A segurei mais forte, ignorei o meu cansaço e aumentei o ritmo como se naquele momento nossos corpos tivessem verdadeiramente despertado, ela abre um sorrisão e relaxa, eu pergunto o porquê de ela estar tão tranquila e a lembro o que ainda posso fazer, ela tenta se desencaixar e fugir, porém a seguro firme e encaixo nossos quadris mesmo com a falha tentativa de fuga da parceira, suas palavras enalteciam o meu ego e me faziam crescer ainda mais, Bea dizia:
-Chega, eu não aguento mais...
-Não aguento mais gozar, por favor
-Eu já estou inchada
-Vamos dormir, amanhã eu te dou mais
-Tá amanhecendo já, xxx
