BEIJO
SIM - GOSTEI
ORAL
SIM - SEM CAMISINHA
ORAL COMPLETO
SIM
ANAL
SIM
TAXA ANAL
R$0.00
REPETECO
TALVEZ
Maya aparece no chat e eu jogo uma direta, havíamos assuntos inacabados os quais poderiam proporcionar uma enorme diversão a ambos.
Mando msg com antecedência, confirmando o encontro, nosso horário foi um pouco distinto do que gostaria, mas eu realmente queria concluir um certo assunto. Almocei e pensei muito em diversas coisas as quais não posso citar, mas eu entenderei futuramente ao reler este TD.
A senhorita me avisa e eu me dirijo em direção ao seu apto, chego em segundos pois já estava consideravelmente próximo. Rola um drama antes da porta se abrir, a trilha sonora dramática ecoava em minha mente.
"É por isso que sonhos podem ser coisas tão perigosas: queimam como fogo, e às vezes nos consomem completamente."
Então me deparo uma vez mais com a beldade que complicou a minha vida numa maneira que nem um helicóptero resolveria, contudo é o local que eu escolhi estar, não possuo arrependimentos. Entro em seu novo apto, bonito e elegante, o gesso dá um tchan. Não é a primeira vez que nos vemos, entrei quieto e mantive um olhar o qual ela assimilou ao seu cachorro quando está suspeitando de algo, me despi, chupamos um chiclete e tivemos um curto diálogo o qual eu pouco falava, mas muito observava; deitamos na cama, eu nu e ela de lingerie, com mínimos toques em seu corpo, minha razão me instruía a levantar, me vestir e me dirigir ao meu possível compromisso.
Olhava para ela, olhava para o teto de gesso, resolvi pedir um favor, referente a memórias, após isso a peguei no colo e olhei para o espelho, transformei esse detalhe numa espécie de ritual.
-Quer fazer algo?
A gente deveria, né?
-Deveria?
"Quaisquer que sejam as nossas lutas e triunfos, qualquer que seja o modo como os experimentamos, em breve todos fundem-se numa coisa só, como a tinta aguada de uma aquarela de papel."
Nossos lábios possuem um encaixe excepcional, brinco rapidamente com seus seios, esquerdo e direito respectivamente, tiro sua calcinha e dou um beijo em cada lado de sua coxa, ela abre as pernas, trocamos olhares e resolvo a chupar de uma forma distinta a que antes fazia com a mesma, há muito trato o oral como extensão do beijo, embora haja um X que esconda um certo tesouro, seu gosto, seu cheiro, me fazem delirar.
Escalo seu corpo, seus lábios roubam a cena e me devoram com voracidade inigualável, em poucos minutos o desejo consome a minha carne, vou do 8 ao 80 em segundos, pulando e esperneando enquanto a gueixa se aproxima a passos largos da minha finalização, possuo um controle muito bom, contudo sou humano e possuo um limite que institivamente foi varado, mas eu não poderia deixar a partida finalizar antes mesmo de suarmos, saí de seus lábios e fui voando (sim, eu sei voar) pegar camisinha, seguimos lentamente, ficamos uns minutos metendo devagar, até o sangue aquecer e a insanidade nos consumir, ela vem por cima e cavalga com ódio, ao cansar eu aperto e seguro sua bunda, metendo como se minha vida dependesse disso, era tudo o que importava naquele momento. Estava eu com a minha então parceira no colo, ambos exaustos, porém com a certeza que podíamos mais, muito mais, ela me morde, eu faço uma cara e pergunto:
-Me mordeu?
Agora eu mordi, diz Maya novamente realizando o movimento
-hjafhoashoidafioh
Isso é pompoarismo
-Eu sei, digo enquanto meu corpo se desfaz mais que o chiclete que ainda estava em minha boca
Maya caí de boca em mim, estava maravilhoso e muito perigoso, implorei piedade enquanto não obtinha clemência, eu ria, chorava, pulava, dançava, gritava, kkkkk o pior é que nem é exagero, estava muito sensível. Após um árduo duelo o qual eu certamente perderia se prosseguisse, a segurei, peguei outra camisinha e fui para cima, estávamos suados e exaustos, mas nossos corpos insistiam em friccionar. Não era paixão, o que eu fazia era a consumação do tesão, seguimos metendo até que o relógio ousou virar meu inimigo.
´´A adversidade é como uma ventania duradoura. Não quero apenas dizer que ela nos afasta de lugares aonde escolheríamos ir, mas também arranca de nós tudo, menos o que não se pode arrancar, de modo que depois dela nos vemos como somos de verdade, não apenas como gostaríamos de ser.´´
