BEIJO
SIM - GOSTEI
ORAL
SIM - SEM CAMISINHA
ORAL COMPLETO
SIM
ANAL
SIM
TAXA ANAL
R$0.00
REPETECO
SIM
Início: Tentei marcar de manhã, pois é o horário preferido de Fortuna, já sabendo que seu seguidor não mais partilha do frescor da juventude. Ela é bem tranquila, avisada que talvez atrase uns minutos, o que traz envergonha, já que não se deve tratar com desprezo a SCHEDULA de quem oferece o sagrado/profano serviço da Deusa. Após anuência de que o degenerado não seria punido pelo seu erro, encaminha-se com firmeza até a alcova. Lá chegando é por simpática recepcionista que o leva até o LOCUS RITUALIS, onde aguarda-se a sacerdotisa.
O Templo: Lembra uma clínica, tudo me pareceu muito limpo, gostei bastante. O quarto é pequeno/médio, com cama baixa, muito confortável, considerou-se a disposição de tudo ideal. Conseguiria facilmente passar o dia inteiro ali.
O Ritual: Não é do degenerado o privilégio de expectativas sobre o SACRUM RITUS ou a sacerdotisa, seu desenrolar e desfecho pertencem à Fortuna. Alguns momentos o seguidor pode ser agraciado com algo pertencente ao mais alto nível, como felizmente foi neste dia. Vendo a moça, INEPTA FACIE de um garoto abobalhado passou a ser o semblante apresentado. Ele muito bonita, muito acima de vários e diversos padrões, rosto corpo, personalidade e mais aquilo que não pode ser descrito em palavras, sejam em Latim ou em bárbaro.
Realiza tudo com perfeição. Oral desconcertante, de difícil controle, testando até o mais estoico seguidor de Fortuna. Por duas vezes entregou o CULUS ao degenerado, em um RITUS de três tempos, parecendo gostar bastante do ato. Cavalgou a ANGUIS, forma direta e invertida, para deleite e apreciação do FORTUNAE FILIUS, o qual se perguntava porque merecia tanto e como era possível a Deusa inspirar de tal forma uma sacerdotisa.
Desfecho: Falta ao degenerado a perdida prática para descrever com precisão tudo que esta moça é. Mas é dito, sem erro, que FIDES EST E PROBITAS tudo de bom que é proferido sobre ela. Quase foi necessário acoplar pesos para evitar levitação da carne do degenerado, tamanha leveza sentida, como se sua existência torpe fizesse algum sentido. O degenerado deseja repetir, mas tem medo, mesmo sem o antigo coração, antes petrificado, agora em pó. Dizer que não será feito em futuro próximo é uma mentira.
Abraços!!!
