BEIJO
SIM - GOSTEI
ORAL
SIM - SEM CAMISINHA
ORAL COMPLETO
DISSE QUE FAZ
ANAL
NãO
TAXA ANAL
R$0.00
REPETECO
SIM
Só mais um dia no Paraíso!
Repeteco sempre inevitável com Lisbela Varela! Sempre melhor que o encontro anterior.
Contato feito, nada de massagem (mas teve), marcamos duas horas de diversão.
Sempre bem-humorada, me recebe com um robe transparente e uma lingerie muito sensual, conversamos um pouco e já vou tomar uma ducha.
Na volta ela me espera no tatame, me deito ao seu lado, conversamos e aos poucos trocamos beijos, tudo flui naturalmente (vantagem dos repetecos).
Ela percebe algo no meu ombro e faz uma massagem breve (não tem jeito, profissional é assim), em poucos minutos o incomodo no ombro desaparece.
Voltamos aos beijos, sempre delicados e gostosos, eu já não resisto e início um oral, ela curte bastante. Depois algumas variações, não vou ficar descrevendo o indescritível, acabo finalizando intensamente em um ppmm com muitos beijos.
Depois nos perdemos no tempo, conversando e rindo bastante.
Não tem como não voltar, sexo nota 1.000, uma companhia excepcionalmente agradável e ainda uma massagem que relaxa, dá tesão e deixa leve.
A Lis é uma Sauvignon Blanc da Borgonha.
Criada em 2003 para substituir a appellation VDQS Sauvignon de Saint-Bris, os 160,8 hectares desta denominação de origem se estendem, além de Saint-Bris-le-Vineux, por outras quatro communes: Chitry, Irancy, Vincelottes e Quenne. Geograficamente, Saint-Bris-le-Vineux fica às margens do rio Yonne, a cerca de 10 quilômetros a sudeste de Auxerre e 16 quilômetros a sudoeste de Chablis.
Somente duas uvas são permitidas nos vinhos desta denominação de origem: as já citadas Sauvignon Blanc e Sauvignon Gris. É única entre todas as appellation villages da Borgonha em permitir somente uvas brancas.
No passado a região era conhecida pelos seus Aligotés. Porém, a partir do século XIX isso mudou, e sua reputação cresceu em função de seus Sauvignon Blanc. Por conta da intensa atividade comercial com a região de Sancerre, que fica a cerca de 80 quilômetros de distância, plantas de Sauvignon Blanc e Gris foram trazidas para Saint-Bris-le-Vineux em meados do século XIX.
A Sauvignon Blanc se adaptou muito bem à região, sobretudo nos vinhedos de orientação sul e leste. Muitos críticos descrevem seus vinhos como aromáticos, elegantes e complexos, com destacada mineralidade e notas herbáceas mais intensas do que nos Sancerre ou Pouilly Fumé.
Além dos vinhos, a região de Saint-Bris-le-Vineux é famosa também pelas suas pedreiras. Bailly, por exemplo, foi adquirida pela Abadia de Pontigny em 1186 e, nos séculos seguintes, forneceu pedras para algumas das maiores obras do patrimônio arquitetônico da França. Exemplos são o Panteão e a Nôtre-Dame, ambos em Paris, além da Catedral de Chartres. Atualmente, o que sobrou da pedreira é uma atração turística, com impressionantes cavernas.
O único Saint-Bris que conheci foi o Goisot Saint-Bris Moury Sauvignon 2009.
Elaborado com 100% de Sauvignon Blanc, embala um teor alcoólico de 12,7%. Mas, por favor, não esperem aqueles exageros de frutas tropicais e herbáceos tão comuns na América do Sul.
O nome do jogo, aqui, é a elegância e a sofisticação!
E o nariz entrega mais discretos aromas de flores brancas, frutas maduras, grapefruit e pimenta branca sobre um fundo mineral. E na boca é cremoso, com boa acidez, belíssimo corpo, bem seco e de média duração.
Obrigado Lis por mais essas horas!
Até a próxima degustação!!!
"Se te censuram, estás bem,
P’ra que a sorte te perdure;
Mal de ti quando ninguém
Te inveje nem te censure!"
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Ela é como vinho. Cai bem num dia frio, te abraça com seu calor, te faz esquecer suas preocupações, te deixa alegre e sonolento e, às vezes, até transborda.
Santé!
